Avançar para o conteúdo principal

Ventos de Tradição - Grupo Ekvat

30 Maio
Auditório
18.00
Preço: € 20,00, com oferta de DVD
M/6
Duração aprox.: 90 minutos, sem intervalo
Co-Produção: Fundação Oriente/Grupo Ekvat

Em 2009, o Grupo EKVAT completa 20 anos a cantar Goa e a divulgar as suas tradições em Portugal e no estrangeiro. Este espectáculo pretende recordar todas as peças criadas ao longo desses 20 anos, sendo umas apresentadas ao vivo durante o espectáculo e outras oferecidas em DVD, já gravado em 2005, para memória futura.

O repertório inclui peças tradicionais, outras originais do Ekvat, tocadas, cantadas, dançadas e duas delas com representação teatral muda.

Uma oportunidade também para a apresentação de pequenos músicos a iniciar a sua aprendizagem de sons de Goa, com o Grupo GAMAT, também da Casa de Goa.

Comentários

Olguita disse…
És linda e maravilhosa. E danças tão bem...
Encantaste tudo e todos com a tua graciosidade.
Um beijo flor arco-iris
Anónimo disse…
Larita Caramela Costa Fernandes
Espectáculo Ekvat, no dia 30 de Maio no Museu do Oriente...
Vou dançar e encantar...
Sofia Simões e tu gostam deste item.Sofia Simões gosta disto.
Sofia Simões às 21:14 de 1/6
foi belíssimo! e estiveste muito bem, larita. :-))
k. disse…
Que guapaaaaaaa! :)Brilhaste naquela noite!
Senti-me orgulhosa de ti...
k. disse…
Larita
Ao publicares as tuas fotos, so quer dizr que estas em paz com o teu ser.
Que estas feliz contigo mesmo e com a tua vida.
Estou sempre contigo.
Mil beijinhos

Mensagens populares deste blogue

O Inverno Que Regressou

  O frio chegou sem cerimónia, gelado e húmido, cortando a pele antes de ser sentido, trazendo o cheiro da terra revolvida e o toque metálico da chuva a bater nas telhas, devolvendo às manhãs uma luz cinzenta que não pede desculpa. Não anunciou visita. Entrou. Espalhou-se pelas ruas, infiltrou-se nas janelas mal vedadas, fez-se ouvir no ranger antigo das portadas. A chuva veio atrás dele, densa e persistente, com aquela autoridade que não se discute. E, de súbito, o país pareceu surpreendido por algo que sempre fez parte da sua história. Os velhos reconheceram-no de imediato. Encostados aos balcões dos cafés, mãos fechadas em torno das chávenas, disseram sem dramatismo: “Isto era o inverno da minha infância.” Não era saudade gratuita. Era memória concreta. Rios que cresciam sem pressa, valas abertas à enxada, a lâmina a cortar a região molhada, encostas deixadas em paz porque se sabia que a terra tem temperamento. O inverno era duro, mas conhecido, previsível na sua força. Hoje, ca...