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quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Boas saidas e Boas entradas

“Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades...”


Hoje preparamo-nos para comemorar o fim de mais um e a chegada de um novo ano.
Olhamos para trás, podemos perceber todos os nossos erros, acertos, dúvidas e problemas enfrentados. Olhar para os sonhos que tínhamos e que o destino encarregou de melhora-los ou muda-los para melhor.

Podemos olhar as nossas vidas sobre uma óptica totalmente diferente da que tínhamos no dia 31 de Dezembro de 1999. Um dia memorável devido ao Bug 2000, a mudança do século, a mudança de 4 dígitos.

O ser humano é o único animal do planeta que tem a consciência de seu lugar no mundo e de sua própria mortalidade. Mesmo sabendo disso, acabamos por convencer de que somos imortais e partimos rumo aos desafios que a vida nos apresenta.

Nos dedicamos, nos doamos, nos atiramos às oportunidades e aos perigos como se fôssemos deuses caídos que esperam apenas recuperar a sua divindade para ascender ao paraíso mais uma vez.

E, esse sentimento, é que nos dá a capacidade de olhar para as estrelas e ousar. Partir para o desconhecido e conquistar novos desafios. Unir inimigos e fazer do mundo a nossa volta um lugar melhor para todos. Continuarmos nossa caminhada rumo ao desconhecido e ao além.

Queremos sempre mais e melhor, seja para nós, seja para os nossos familiares, seja para os (as) nossos (as) amigos (as)...

Que o ano 2010, seja o ano de alegrias, de famílias, de amizades, de saúde.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Gengibre

O gengibre (Zingiber officinale) é uma planta herbácea da família das Zingiberaceae, originária da ilha de Java, da Índia e da China, de onde se difundiu pelas regiões tropicais do mundo. Outro nome conhecido no norte do Brasil, principalmente pelos indígenas é Mangarataia ou mangaratiá.

É conhecido na Europa desde tempos muito remotos, para onde foi levado por meio das Cruzadas. Em Portugal existe registo da sua presença desde o reinado de D. João III (1521-1557).

No Brasil, o gengibre chegou menos de um século após o descobrimento. Naturalistas que visitavam o país (colônia, naquela época) achavam que se tratava de uma planta nativa, pois era comum encontrá-la em estado silvestre. Hoje, o gengibre é cultivado principalmente na faixa litorânea do Espírito Santo,Santa Catarina,Paraná e no sul de São Paulo, em razão das condições de clima e de solo mais adequadas. Trata-se de uma planta perene da Família das Zingiberáceas, que pode atingir mais de 1 m de altura. As folhas verde-escuras nascem a partir de um caule duro, grosso e subterrâneo (rizoma). As flores são tubulares, amarelo-claro e surgem em espigas eretas.

[editar] Usos medicinais

Rizomas de gengibre.Como planta medicinal o gengibre é uma das mais antigas e populares do mundo. Suas propriedades terapêuticas são resultado da ação de várias substâncias, especialmente do óleo essencial que contém canfeno, felandreno, zingibereno e zingerona.

Popularmente, o chá de gengibre, feito com pedaços do rizoma fresco fervido em água, é usado no tratamento contra gripes, tosse, resfriado e até ressaca. Banhos e compressas quentes de gengibre são indicados para aliviar os sintomas de gota, artrite, dores de cabeça e na coluna, além de diminuir a congestão nasal, cólicas menstruais e um tipo de câncer. [citação?]

Desde a Antigüidade, o gengibre é utilizado na fabricação de xaropes para combater a dor de garganta. Sua ação anti-séptica pode ser a responsável pela fama, tanto que muitos locutores e cantores revelam que entre os seus segredos para cuidar bem da voz está o hábito de mastigar lentamente um pedacinho de gengibre. No entanto, esse hábito (mascar gengibre e em seguida cantar ou falar, enfim, fazer uso da voz) é contra-indicado visto que o gengibre possui também propriedades anestésicas e esta "anestesia tópica" diminui o controle da emissão vocal, favorecendo o aparecimento de abusos vocais.

Recentemente, o programa de TV americano Myth Busters (no Brasil conhecido como "Os Caçadores de Mito") comprovou sua eficácia como uma solução natural para enjôos e tonturas. No programa, dois voluntários foram submetidos a girar vendados em uma cadeira desenvolvida pela NASA para testar astronautas. Ambos permaneceram durante cerca de 40 minutos sem sentir qualquer tipo de náusea. Este teste foi realizado nos mesmos voluntários diversas vezes utilizando outros medicamentos naturais. Por todas as vezes os voluntários permaneceram na cadeira uma média de 4 minutos antes de "vomitarem".

No Japão, massagens com óleo de gengibre são tratamentos tradicionais e famosos para problemas de coluna e articulações. Na fitoterapia chinesa, a raiz do gengibre é chamada de "Gan Jiang" e apresenta as propriedades acre e quente. Sua ação mais importante é a de aquecer o baço e o estômago, expelindo o frio. É usada contra a perda de apetite, membros frios, diarréia, vômitos e dor abdominal. Aquece os pulmões e transforma as secreções. A medicina ayurvédica reconheceu a ação dessa planta sobre o sistema digestivo, tornando-a oficialmente indicada para evitar enjôos e náuseas, confirmando alguns dos seus usos populares, onde o gengibre é indicado na digestão de alimentos gordurosos.

[editar] Cultivo
Os rizomas da planta, as partes subterrâneas e comestíveis, são os responsáveis pela propagação vegetativa. A produção no Brasil é pequena e quase totalmente absorvida pelo mercado externo. Para o cultivo, o solo ideal deve ser argilo-arenoso, fértil e de boa drenagem. A cultura necessita de muita água, mas não suporta encharcamento. De acordo com os técnicos do Instituto Agronômico do Paraná, o plantio deve ser feito no início da estação das chuvas.

O gengibre prefere solos com pH entre 5,5 e 6,0 e a correção com calcário deve ser feita no mínimo três meses antes do plantio. Os sulcos de plantio precisam ter cerca de 15 centímetros de profundidade e a distância recomendada entre os rizomas é de 5 a 8 centímetros. Depois de plantados, os rizomas são cobertos com uma camada de 10 centímetros de terra.

Embora resistente, o gengibre necessita de alguns tratos culturais: a chamada "amontoa" (o rizoma cresce para cima, portanto, é preciso cobri-lo periodicamente com terra), a irrigação e o controle de pragas. O ciclo da planta varia de sete a dez meses. Os rizomas estão no ponto de colheira quando as folhas começam a amarelar.

O gengibre tem ação bactericida, é desintoxicante e acredita-se também que possua poder afrodisíaco. Suas propriedades afrodisíacas e estimulantes são conhecidas há séculos. Na medicina chinesa tradicional, por sua reconhecida ação na circulação sangüínea, ele é utilizado contra a disfunção erétil. Além disso, o óleo de gengibre também é utilizado para massagear o abdome, provocando calor ao corpo e excitando os órgãos sexuais.

O gengibre possui sabor picante e pode ser usado tanto em pratos salgados quanto nos doces e em diversas formas: fresco, seco, em conserva ou cristalizado. O que não é recomendado é substituir um pelo outro nas receitas, pois seus sabores são muito distintos: o gengibre seco é mais aromático e tem sabor mais suave.

O gengibre fresco é amplamente utilizado na China, no Japão, na Indonésia, na Índia e na Tailândia. No Japão costuma-se usar o suco (com o gengibre espremido) para temperar frango e as conservas (beni shouga) feitas com os rizomas jovens são consumidas puras ou com sushi. Já o gengibre cristalizado é um dos confeitos mais consumidos no Sudeste Asiático.

O seu caule subterrâneo é utilizado como especiaria desde a antiguidade, na culinária e na preparação de medicamentos.

Graças ao seu alto poder bactericida, tem-se comprovado que o consumo desta planta em estado crú por uns trinta dias (pode-se moer e acrescentar adoçante, mel, etc.) elimina de vez a bactéria Helicobacter pylori existente em casos de gastrite ou úlceras

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Curar constipação e voz de bagaço

Fui à internet em busca de sugestões para isto me passar depressa, porque os medicamentos demoram a fazer efeito, são caros e habituam mal o corpo.

Eis o que deu a minha busca:

1 -Vapores quentes com eucalipto e beber chá com mel.
Mas onde vou em arranjar o eucalipto?

2 - Um banho de 15 minutos a 37 graus com semente de feno e 15 a 20 gotas de óleo de eucalipto
Semente de feno? Óleo de Eucalipto? E isso existe?

3 - Dissolva uma colher de chá de sal marinho em água morna, deite um pouco na palma da mão e aspire-a pelas narinas
Cruzes. Eu já vos tinha dito que sou mariquinhas? Faz-me confusão. É isso e colocar gotas nos olhos. É uma fita...

4 - Latido de Cereja Selvagem; fluido 1/2 onça; Essência combinação 1 onça; Sincera Combinação Pínea branca 3 onças
??????!!!!!!!!

5 - Muita vitamina C
Lima não tem muita vitamina C? Então sai mais uma caipirinha...

6 - Ferva 300 gramas de leite e 60 gramas de mel com um pouco de sumo de cebola verde. Beba-o logo pela manhã de estômago vazio
Cruzes... Isto é para curar constipação ou para ir ao gregório?

7 - Borrifar com água a palha ou o feno
Como? Ah, desculpem, este era um blog sobre cavalos...

8 - Whiskey escocês novo, puro, com açúcar
Preferia com whiskey velho, mas...

9 - Compressa fria por cima do nariz com um banho quente dos pés.
Pelo menos parece fácil...

10 - Técnica dos 4 joelhos
Que técnica é esta? Deixa ver... Uma pessoa deitada de costas com as pernas dobradas, a outra pessoa de gatas, por cima do primeiro, apoiando os joelhos nos joelhos. Consta que as pessoas transpiram tanto que ou acaba em sexo ou na cura da constipação... Há sempre a hipótese, com o jeito que tenho, de acabar no hospital...

11 - Rezar: “Eu te benzo constipação
Em nome de Jesus e do Sr. São Simão.
Se trazes constipação do vento,
Te benzo pelo Santíssimo Sacramento.
Se a constipação é repentina,
Te benzo por Santa Catarina.
Se a constipação foi do frio,
Te benzo por São Pio.
Se a constipação foi do calor,
Te benzo em nome do Senhor.

12-Meu remédio santo:
Ao deitar espetar com 2 Ilvicos juntamente com leite QUENTE com mel e um pouco de whisky. Meter VIC no nariz e dormir ...

13-Léa disse...
Receita da minha avó portuguesa:
Pinga com café ou conhaque com café.
Ela diz que é tiro e queda...mata a gripe...rsrsrs
Como ela toma vinho como água (na infância dela em Portugal, seu café da manhã era vinho batido com ovo), acredito que seu organismo não se ressente com álcool....

14-vita disse...
charope de cenoura..é simples..cenoura cortadinha ás rodelas muito finas..junta-se açucar mascavado e deixa-se de um dia para o outro..ou seja amanhã já o podes beber..fica um liquido que é igual aos charopes tradicionais..

15-Deve beber muitos líquidos, pelo menos seis a oito copos por dia, com o fim de evitar uma desidratação e tornar o muco mais fluido.
Beba muita água e chá de limão com uma colher de chá de mel. O sumo de limão é rico em vitamina C e o mel ajuda a suavizar a garganta.
O chá de limão com o mel e ainda um “cheirinho” de whisky pode não estar comprovado cientificamente mas é reconfortante, acalma e ajuda a dormir.
Pode ainda beber chá de limão e cebola com mel. A cebola, assim como o alho, contêm bioflavonóides, substâncias conhecidas por fortalecer o sistema imunitário.

Bem, algumas são possiveis e resultam...

Psiquiatras recusam tratar homossexualidade


por Ana Bela Ferreira e Elisabete Silva

Médicos defendem que a homossexualidade não se altera por acção clínica. Parecer da Ordem dos Médicos, que é discutido hoje, fala, porém, em casos mutáveis.
Os psiquiatras consideram que a homossexualidade não é mutável por acção médica e recusam tratar quem lhes peça este tipo de ajuda. Uma posição diferente aquela defendida pelo parecer do Colégio de Especialidade de Psiquiatria, que hoje deverá ser aprovado (ver texto ao lado), e onde se refere que em alguns casos a orientação sexual pode ser mutável e, que os médicos não devem ignorar os pedidos de ajuda dos homossexuais.
"Se tenho à minha frente um homossexual exclusivo que não aceita esse facto e me pede para ser heterossexual digo que não há tratamento", defende Júlio Machado Vaz. Também o presidente da Sociedade Portuguesa de Psiquiatria, António Palha, não têm dúvidas que "a homossexualidade não se trata". Uma opinião reforçada por Caldas de Almeida, coordenador nacional para a Saúde Mental: "As pessoas homossexuais não deixam de o ser por causa de um tratamento com o psiquiatra".
Apesar de recusar a validade dos tratamentos, Pedro Varandas admite que  ainda"há determinadas terapias de orientação comportamental que já provaram ser eficazes em algumas pessoas que sofrem com a sua homossexualidade". Isto no caso dos indivíduos insistirem num tratamento.
Filipe Nunes Vicente também não acredita em terapias de reconversão, mas sabe "que há médicos que defendem o tratamento da homossexualidade". Contudo, este psicólogo confessa que não recusa tratar "uma pessoa homossexual que se apaixone por alguém do sexo oposto" e que lhe solicite ajuda.
Ideia reforçada por Daniel Sampaio. O psicólogo considera que "a orientação sexual não é imutável", mas realça que "o médico não deve tentar mudar, deve dis-cutir, deve ajudar essa pessoa".
Já a psiquiatra Graça Cardoso é peremptória: "Não se pode fazer nada. A homossexualidade não é uma escolha. Tratar um homossexual para que o deixe de ser é o mesmo que tratar alguém por ser alto ou baixo." Para esta médica é essencial ajudar a pessoa "a viver com essa situação", para tentar evitar depressão que, em casos extremos, pode levar ao suicídio.
Existem no entanto problemas de mudança de orientação que chegam aos psiquiatras por causa das dúvidas e ansiedade que criam. "Há casos de pessoas com a sua vida formalizada, casadas e com filhos e que não conseguem conter mais essa situação. São pessoas que percebem o que se passa mas não têm armas para sobreviver às tensões sociais", explica o psiquiatra Marcelo Feio.

As dificuldades em aceitar uma mudança na orientação sexual, acontecem "tanto em homens como em mulheres", adianta o médico do Hospital Santa Maria, em Lisboa.
Da mesma forma que há pessoas que "sempre se afirmaram como homossexuais e numa fase mais tardia da sua vida fazem uma viragem para a heterossexualidade", acrescenta Marcelo Feio.


Orientação

Parecer será hoje discutido na Ordem dos Médicos

O parecer do Colégio de Especialidade de Psiquiatria da Ordem dos Médicos sobre a homossexualidade deverá ser aprovado hoje.
O bastonário Pedro Nunes garantiu ao DN que a discussão do parecer está na ordem de trabalhos para a reunião do Conselho Nacional Executivo, mas recusou comentar o seu conteúdo.
A polémica sobre o tratamento da homossexualidade surgiu, em Maio, quando vários profissionais da saúde mental, entre eles Daniel Sampaio e Júlio Machado Vaz, lançaram uma petição a exigir à Ordem uma tomada de posição sobre o tema. Isto na sequência de declarações feitas por alguns especialistas, entre eles o presidente do Colégio da especialidade da Ordem, João Marques Teixeira, sobre uma eventual cura da homossexualidade. Este perito veio depois explicar o que defende é que os "médicos respondam a pedidos dos clientes (uns doentes, outros clientes de uma acção psicológica ou psicoterapêutica) que têm necessidade de solicitar aos técnicos ajuda para os problemas". Essa é a principal ideia do parecer, que refere ainda que "podem existir orientações sexuais imutáveis, enquanto que outras não o serão". No documento é aconselhado ao "clínico estar sempre atento ao pedido do seu doente singular e preocupar-se em estabelecer um diagnóstico da situação (...) antes de propor qualquer tipo de intervenção ou abster-se dela".


Orientação

ILGA vai contestar posição dos peritos

A associação ILGA Portugal - Intervenção Lésbica, Gay, Bissexual e Transgénero [LGBT] reconhece ao DN intervir se o parecer do Colégio de Psiquiatria da Ordem dos Médicos admitir que a homossexualidade pode ser tratada.
"É muito grave que assim seja, porque induz em erro e pode contribuir para agravar situações já difíceis de aceitação da homossexualidade", refere o dirigente da Ilga, Paulo Côrte-Real. O responsável espera ainda que os próprios médicos contestem esta posição da Ordem.

domingo, 27 de dezembro de 2009

Cabo da Roca


O Cabo da Roca, com um altitude de 140 metros acima do nível do mar, faz parte da costa marítima portuguesa, localizando-se na freguesia de Colares, no concelho de Sintra e distrito de Lisboa.
As suas coordenadas geográficas são N 38º47', W 9º30', o que faz do cabo o ponto mais ocidental do continente europeu, ou, como escreveu Luís de Camões, o local “Onde a terra se acaba e o mar começa” (in Os Lusíadas, Canto III).
Um padrão em pedra com uma lápide assinalam esta particularidade geográfica a todos quanto visitam este local. A sua flora é diversa e, em muitos casos, tem espécies únicas, sendo objecto de vários estudos que se estendem, igualmente, à geomorfologia, entre outros.
Estando inserido numa zona de fáceis acessos e de grande afluência turística, são muitas as pessoas que o visitam.

Palácio Nacional de Mafra

Em 1711, mandou D. João V erguer o Palácio Nacional de Mafra, obra-prima do barroco português. Das suas 666 divisões, realce para a Biblioteca, única no país, para a Basílica e para os famosos Carrilhões
O Palácio Nacional de Mafra, um dos mais imponentes monumentos de Portugal, símbolo do reinado absolutista de D. João V, supreenderá o olhar do visitante pela projecção que alcança na paisagem.

A origem da sua construção está ligada ao cumprimento de um voto que o Rei teria feito, desconhecendo-se se para obter sucessão ou se para curar grave enfermidade.
Em 1711, decreta El-Rei D. João V que por justus motivos se erga na Vila de Mafra um convento a Nossa Senhora e St. António, a ser entregue à Ordem dos Frades Arrábidos. Escolhe D. João V o local (Alto da Vela), compram-se os terrenos e iniciam-se as obras. Desde o lançamento da primeira pedra, em 1717, à cerimónia de Sagração da Basílica, em 1730, o projecto, sob a direcção do arquitecto João Frederico Ludovice, sofreria inúmeras alterações, e de um convento para 13 frades passar-se-ia a um palácio-mosteiro para 300. Durante os 13 anos que duraram as obras, operários, mestres, médicos, frades, boticários e animais vieram de todo o País, alojando-se na "Ilha de Madeira" (ver caixa). Em 1730, a Real Obra de Mafra empregava tanta gente que se tornava difícil em qualquer outro lugar do Reino encontrar um carpinteiro ou um balde de cal.

À excepção da pedra lioz de Pero Pinheiro e Sintra, quase tudo foi importado. Itália, Brasil, Holanda, França e Antuérpia enviavam as encomendas de mármores, madeiras, esculturas, paramentos, baixelas, utensílios de culto, sinos e carrilhões, e tudo pago com o ouro do Brasil, rapidamente transformado nas pedras de Mafra.

A 22 de Outubro de 1730, embora as obras ainda estivessem atrasadas, decidiu El-Rei que se celebrasse a cerimónia de Sagração da Basílica, presidida pelo Cardeal Patriarca D. Tomás de Almeida, participando toda a Família Real, Corte e representantes de todas as Ordens. Calcula-se que tenham assistido mais de 20 mil pessoas, sem contar com os quarenta e cinco mil operários, numa festa que durou oito dias e onde se ouviu pela primeira vez o som dos Carrilhões

sábado, 26 de dezembro de 2009

Cabo Espichel com muito e muito vento...

O Cabo Espichel está localizado em Portugal, a ocidente da vila de Sesimbra. É delimitado a sul e oeste pelo oceano Atlântico e a norte pela estrada nacional 379 e Ribeira dos Caixeiros. Na sua extremidade, vislumbra-se, vertiginosa e abissal, a Baía dos Lagosteiros.
Conjunto histórico
• Conjunto do Santuário de Nossa Senhora da Pedra Mua - Igreja de Nossa Senhora do Cabo, Ermida da Memória, Casa dos Círios, Terreiro no Cabo Espichel, Cruzeiro, Casa da Água e Aqueduto no Cabo Espichel.
• Farol do Cabo Espichel

O Santuário de Nossa Senhora do Cabo Espichel também conhecido por (Santuário de Nossa Senhora da Pedra Mua) situa-se em Cabo Espichel concelho de Sesimbra, freguesia do Castelo, Distrito de Setúbal.

História
Há mais de 600 anos, em meados do século XIV, foi construída uma ermida para guardar uma imagem da Virgem, venerada há muito em cima do rochedo onde foi encontrado. À sua volta foram crescendo modestas casas para receber os peregrinos que aqui demandavam, dando mais tarde (1715) lugar à construção das hospedarias com sobrados e lojas, também conhecidas pelas casas dos círios.
À Sra. do Cabo afluem vários e numerosos grupos de círios (grandes grupos de peregrinos). Foi ao designado Círio Saloio (peregrinos das redondezas da capital) que coube o incentivo da construção do santuário, conforme se pode ler numa lápide junto à porta da igreja: "Casas de N. Sra. de Cabo feitas por conta do Sírio dos Saloios no ano de 1757 p. acomodação dos mordomos que vierem dar bodo".

Lenda
No século XIII, o local foi muito popular junto dos peregrinos, depois de um homem ter tido uma visão de uma grande luz que brilhava sobre o Cabo. Lá chegado, teria visto Nossa Senhora subindo no dorso de uma mula pela rocha acima.
As pegadas correspondem, na realidade, a vários trilhos fossilizados deixados por dinossauros do Jurássico.

Conjunto arquitectónico do Santuário
A Igreja de Nossa Senhora do Cabo do século XVII está de costas para o mar. O interior da igreja é decorado com pinturas barrocas, ex-votos e frescos.
De cada lado da igreja há uma fila de alojamentos para peregrinos, chamada de Casa dos Círios ou simplesmente hospedarias, que formam o Terreiro no Cabo Espichel, ao fundo pode-se avistar um cruzeiro, local onde começa verdadeiramente o Santuário.
Junto à igreja fica a Ermida da Memória, uma capela abobadada, com painéis de azulejos azuis e brancos no seu interior. No exterior encontram-se dois quadros de imagens em azulejo que estão muito degradados.
Junto às hospedarias ficam as ruínas da "Casa da Ópera", edificada em 1770. Era destinada a prover animação cultural, sobretudo teatro, para os romeiros e festeiros, tendo sido muito utilizada em espectáculos promovidos pela família real, que no santuário também se mantinha durante todo o período de romaria. No seu palco chegaram a actuar os maiores artistas e grupos teatrais da Europa, sobretudo italianos, tendo o edifício divisões de apoio que asseguravam a permanência destes grupos durante as festividades.
Fora do espaço propriamente dito do Santuário de Nossa Senhora do Cabo, mas ainda dentro do conjunto encontra-se a Casa da Água e o Aqueduto no Cabo Espichel, edificações muito importantes para o Santuário pois levavam até este água potável.

A Igreja de Nossa Senhora do Cabo situa-se no Cabo Espichel concelho de Sesimbra, freguesia do Castelo, Distrito de Setúbal. Construída no século XVIII está de costas para o mar.
No interior da igreja salienta-se o tecto em pintura ilusionística de perspectiva pintado por Lourenço da Cunha, segundo encomenda de D. João V em 1740, o único que subsiste deste artista em todo o País.
Na capela-mor do templo - que inclui dez altares oferecidos pelos "círios" ou romarias de Lisboa, Almada, Palmela, Sesimbra, Setúbal, Caparica, Azeitão, Arrentela/Amora e pelos "círios saloios" - guarda-se a velha imagem de Nossa Senhora do Cabo, cuja descoberta no promontório esteve na base de um culto popular que se estendeu a ambas as margens do Tejo, documentalmente registado desde 1366 numa carta régia de D. Pedro I.
Juntamente com os edifícios das Hospedarias destinadas aos romeiros, de uma Casa da Água e respectivo Aqueduto, de um Teatro de Ópera e da Ermida da Memória - edificada na arriba do promontório, no local onde teria sido achada a imagem - a Igreja de Nossa Senhora do Cabo insere-se no Santuário de Nossa Senhora da Pedra Mua.

A Ermida da Memória situa-se no Cabo Espichel concelho de Sesimbra, freguesia do Castelo, Distrito de Setúbal, estando integrada no Santuário de Nossa Senhora da Pedra de Mua.
De planta quadrangular e paredes pouco elevadas, o templo é coroado por uma invulgar cúpula contracurvada, em forma de bolbo, terminada por um pináculo boleado (mas cuja bola terminal desapareceu nos anos 90 do século passado).
Rodeada por um pequeno miradouro com adro, de que se avista uma extraordinária panorâmica alargada, tem o interior revestido até meia altura por silhares de azulejos setecentistas azuis e brancos, dos inícios da segunda metade do séc. XVIII, representando a descoberta da imagem de Nossa Senhora do Cabo, a construção da própria Ermida, da Igreja e das Hospedarias e os "círios" ou romarias da época.
O templo, de origem medieval, foi construído precisamente no local onde, segundo reza a tradição, terá sido achada a imagem de Nossa Senhora.
A Casa dos Círios (ou simplesmente Hospedarias) situa-se no Cabo Espichel concelho de Sesimbra, freguesia do Castelo, Distrito de Setúbal.
As Hospedarias são constituídas por duas alas de edifícios de rés-do-chão e primeiro andar, sobre arcadas de pedra, que ladeiam a Igreja de Nossa Senhora do Cabo e que com ela delimitam o terreiro do "arraial". Trata-se de construções típicas da arquitectura popular saloia, que assim contrastam com o carácter erudito da igreja barroca.
À igreja afluíam antigamente vários e numerosos grupos de círios (grandes grupos de peregrinos), cujo número se aproximou da meia centena. Foi ao designado "círio saloio", integrando romeiros das redondezas da capital, que coube o incentivo da construção do santuário e de algumas das hospedarias, conforme se pode ler numa lápide: "Casas de N. Sra. de Cabo feitas por conta do Sírio dos Saloios no ano de 1757 p. acomodação dos mordomos que vierem dar bodo".

A Casa da Água situa-se no Cabo Espichel concelho de Sesimbra, freguesia do Castelo, Distrito de Setúbal. Foi construída em 1770 por iniciativa do rei D. José I, que nesse ano ali se deslocou em romaria.
Tem forma hexagonal, coberta por cúpula em meia-laranja rematada por lanternim, cimalha envolvente, cunhais apilastrados marcando as seis faces. É antecedida por escadaria de vários lanços.
No interior, uma fonte "rocaille" em mármore, com motivos escultóricos ao gosto Berniniano, bancos de pedra ao longo das paredes, restos de um silhar de azulejo (Fábrica de Belém) com cenas de caça e cenas alusivas aos círios.
O Aqueduto
Aqueduto que serve à Casa da Água. A Casa da Água recebia a água trazida por aqueduto desde a Azóia, a aldeia mais próxima, por uma extensão de aproximadamente 2,5 quilómetros. Possuía um poço e dois tanques para dar de beber aos animais

O Farol do Cabo Espichel é um farol português que se localiza no cabo de mesmo nome, em Sesimbra, freguesia do Castelo, Distrito de Setúbal, Portugal.
Torre hexagonal de alvenaria e edifícios anexos.
Inaugurado em 1790, em 1865 era alimentado por azeite, mudando de combustível em 1886, quando a sua luz passou a ser alimentada por incandescência de vapor de petróleo e, muito mais tarde em 1926 por electricidade.
Em 1983 este farol tinha instalado um aparelho iluminante chamado de primeira ordem que emitia luz em grupos de quatro clarões brancos, em vez do antigo sistema de luz fixa. Com este novo sistema passou a ter um alcance luminoso de vinte e oito milhas náuticas (quarenta e cinco quilómetros).
A estrutura de apoio ao farol foi aumentada para os lados por volta de 1900.
Em 1947 entrou numa nova era no que diz respeito à iluminação. Foi montado um aparelho óptico aeromarítimo, que já tinha estado ao serviço do Farol do Cabo da Roca. Esta nova óptica dióptica - catadióptica chamada de quarta ordem, um modelo de grandes dimensões, apresenta três metros de distância focal, produzindo lampejos simples, agora com um alcance luminoso de quarenta e duas milhas náuticas (cerca de sessenta e sete quilômetros).

REflexão

Com esta graça do aquário associei-me a vários sites para aquários, de um deles recebi o texto seguinte ao qual achei alguma graça e me deu muito que pensar…..

Era uma vez, um lindo aquário, enorme, onde havia muitos peixes de vários tipos e tamanhos. Na parte de cima do aquário estavam os peixes maiores, pois a comida, quando caía na água, era para eles, que vinham primeiro. Então, os peixes de cima estavam sempre satisfeitos, pois nunca lhes faltava comida.

Na parte intermediária, estavam os peixes de porte médio. Também havia para eles muita comida. Era o que os grandes peixes da parte de cima não comiam. Mas não havia tanta comida assim para que estes pudessem ficar grandes.

Na parte de baixo estavam os pequeninos peixes. A comida que eles tinham para comer mal dava para mantê-los vivos, pois o pouco que lhes vinha era a sobra dos de cima.

Nesse ambiente, nasceu um pequenino peixe. Ele não se conformava com aquela situação. Certo dia, encontrou um pequeno buraco, numa parte obscura do aquário. Ficou pensando onde aquele buraco iria levá-lo, pois tinha uma grande esperança a vida do lugar onde morava. O pequenino peixe, então, resolveu passar pelo buraco e ver onde ia parar. Encontrou um fio de água que o levava para um ralo, do ralo caiu em um encanamento, e foi parar em um rio.

Observou aquele lugar e viu que era maravilhoso: não faltava comida, tinha espaço suficiente para nadar e ir onde quisesse. Mas o pequenino peixe pensou em seus amigos do aquário e resolveu voltar para dizer a respeito do lugar maravilhoso que encontrou. Indo de volta pelo caminho, chegou ao aquário e começou a falar com todos sobre o lugar maravilhoso que havia encontrado. Todos os peixes começaram a ficar curiosos e questionaram o que deveriam fazer para chegar ao local. Foi quando o peixinho falou:

- Os peixes grandes da parte de cima deverão mudar de lugar. Terão que vir para a parte de baixo para perder peso e, assim, poder passar pelo pequeno buraco. Os peixes da região intermediária deverão alimentar-se menos para perder um pouco de peso também. E os peixes de baixo deverão alimentar-se um pouco mais para obter forças e seguir viagem.

A confusão dentro do aquário começou, com muita discussão, muita discórdia, e alguns começaram a se revoltar contra o pequeno peixe. Depois de muita briga, de pontos de vista diferentes, os peixes tomaram uma decisão: resolveram matar o peixinho que havia causado tanto transtorno àquele lugar.

MORAL: Quando surgir uma nova oportunidade de crescimento em nossa vida, não devemos considerá-la como uma ameaça. Não "mate" as portas que se abrem à sua frente.

Obrigada.
É este um dos meus grandes receios... gosto muito de partilhar com os meus amigos as coisas boas que vou experimentando e através das quais vou crescendo, mas depois fico sempre na dúvida se deveria ou não fazê-lo. Tenho um certo receio que um dia me "matem"... Nós muitas vezes fazemos pelo Bem, depois como é interpretado, é que é.... De qualquer maneira, acho que vou continuar a partilhar, a convencê-los e a arrastá-los, depois as consequências logo se verá... Adorei a história...
Um beijo imenso.

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Ondas varreram o Índico e 230.000 vidas se perderam

24 Dez (Lusa) – Quando a terra tremeu a 26 de Dezembro de 2004 na costa ocidental da ilha de Samatra do Norte, na Indonésia, ninguém pensou na tragédia que seria conhecida nas semanas seguintes e que levou a vida de cerca de 230.000 pessoas.

O tremor de terra foi registado às 07:58 locais, teve uma magnitude de 9,3 graus na escala de Richter e deu origem a ondas gigantescas que nas horas seguintes varreram o Índico e, num ápice, levaram a destruição a paraísos de férias.

Nas semanas seguintes, os sobreviventes tentaram ajudar quem procurava familiares e amigos ou simplesmente mostrar a realidade aos milhares de jornalistas que de todo o mundo chegaram à Indonésia, à Tailândia ou ao Sri Lanka, os países mais afectados.

A solidariedade internacional movimentou milhões de pessoas, de ilustres desconhecidos a famosos como Cristiano Ronaldo, que menos de seis meses depois estava na Indonésia a visitar a zona de Ulle Lheu acompanhado de Martunis, o rapaz de oito anos encontrado com vida 21 dias depois da tragédia apenas com a camisola da selecção portuguesa.

Os governos apressaram-se a reagir, queriam reconstruir tudo e depressa para apagar da memória de nacionais e estrangeiros uma tragédia que, afinal, cinco anos depois ainda está bem viva na mente das pessoas.

Todos os anos, à hora a que as ondas chegaram às diversas praias da região, dezenas de pessoas concentram-se em silêncio a olhar o mar, azul ou verde e tranquilo.
Na manhã de 26 de Dezembro de 2004, o fenómeno estranho do recuo do mar atraiu os curiosos para ver o que se passaca, antes de as ondas surgirem e arrasarem as costas atingidas.

Cinco anos depois, apesar dos milhões de dólares de donativos e apoios de privados e instituições – só a UNICEF recebeu 695 milhões de dólares para ajudar as vítimas e a reconstrução – ainda há muito por fazer.

A maior parte das zonas afectadas está reconstruída, mas os apoios internacionais continuam, sobretudo porque famílias ficaram desfeitas e há ainda milhares de pessoas a viverem em abrigos temporários e que esperam por habitações novas, como sucede no Sri Lanka.

O que mudou, para melhor, foram os sistemas de alertas instalados em toda a região pelos diversos países e que, hoje, permitem pelo menos minimizar acidentes idênticos.
Feito o luto das vítimas que foi possível identificar, a tragédia não terminou ainda para algumas famílias que não encontraram os seus familiares.

Padma Wawlanbokke é um caso que está a ser seguido com interesse no Sri Lanka. Desapareceu com o marido e os filhos na tragédia, foi dada como morta, mas um irmão reconheceu-a agora numa cidade do país e, com autorização da polícia, recolheu a mulher que mendigava nas ruas para um hospital para fazer testes de ADN.
Durante dias a mulher não falou, depois confundiu identidades e até o seu nome era confundido com o de uma irmã.
Mas a equipa médica ficou atenta quando a mulher viu uma fotografia do seu próprio casamento e disse que o homem da imagem era o seu marido.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Natal

O Natal é uma data em que comemoramos o nascimento de Jesus Cristo. Na antiguidade, o Natal era comemorado em várias datas diferentes, pois não se sabia com exatidão a data do nascimento de Jesus. Foi somente no século IV que o 25 de dezembro foi estabelecido como data oficial de comemoração. Na Roma Antiga, o 25 de dezembro era a data em que os romanos comemoravam o início do inverno. Portanto, acredita-se que haja uma relação deste fato com a oficialização da comemoração do Natal.

As antigas comemorações de Natal costumavam durar até 12 dias, pois este foi o tempo que levou para os três reis Magos chegarem até a cidade de Belém e entregarem os presentes (ouro, mirra e incenso) ao menino Jesus. Atualmente, as pessoas costumam montar as árvores e outras decorações natalinas no começo de dezembro e desmontá-las até 12 dias após o Natal.

Do ponto de vista cronológico, o Natal é uma data de grande importância para o Ocidente, pois marca o ano 1 da nossa História.


A Árvore de Natal e o Presépio
Em quase todos os países do mundo, as pessoas montam árvores de Natal para decorar casas e outros ambientes. Em conjunto com as decorações natalinas, as árvores proporcionam um clima especial neste período.

Acredita-se que esta tradição começou em 1530, na Alemanha, com Martinho Lutero. Certa noite, enquanto caminhava pela floresta, Lutero ficou impressionado com a beleza dos pinheiros cobertos de neve. As estrelas do céu ajudaram a compor a imagem que Lutero reproduziu com galhos de árvore em sua casa. Além das estrelas, algodão e outros enfeites, ele utilizou velas acesas para mostrar aos seus familiares a bela cena que havia presenciado na floresta.

Esta tradição foi trazida para o continente americano por alguns alemães, que vieram morar na América durante o período colonial. No Brasil, país de maioria cristã, as árvores de Natal estão presentes em diversos lugares, pois, além de decorar, simbolizam alegria, paz e esperança.

O presépio também representa uma importante decoração natalina. Ele mostra o cenário do nascimento de Jesus, ou seja, uma manjedoura, os animais, os reis Magos e os pais do menino. Esta tradição de montar presépios teve início com São Francisco de Assis, no século XIII. As músicas de Natal também fazem parte desta linda festa.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Signo de Capricórnio

O signo de Capricórnio simboliza a ambição e a busca de projecção através do trabalho. O capricorniano é responsável, perfeccionista e económico. É cauteloso, teimoso e não deixa que suas emoções dominem seu lado prático e racional.

Signo de muita responsabilidade, praticidade, ambição, confiança e firmeza. A vida pode parecer-lhe difícil, mas no fim das contas sempre vence. Boa capacidade de raciocínio, senso de propósitos e de objectivos, podendo ser sério e reservado, mas é leal e constante.

Tem necessidade de controlar as coisas. Tem o pé no chão, é ordeiro, conservador, tradicional, competitivo e impenetrável. Quer auxiliar os outros, mas é lento e enrolado, porém perseverante. Oculta suas emoções mas gosta de se divertir. Precisa aprender a liberar as tensões.

Necessita dominar primeiro seu ambiente e depois a si próprio. Se preocupa com gastos, é econômico e
busca a segurança. Primeiro os deveres e as obrigações. Exigente e rígido: pune-se, culpa-se e
reprime suas necessidades. Quer moldar o mundo e as pessoas.

O MUNDO SOCIAL - a profissão, a situação, a carreira, a reputação e as honras.

Representa as realizações, a posição social, a persistência, as ambições, as cristalizações, o auto-controlo e as reservas.

Condimento: Cravo.
Erva: Maioria da ervas.
Metal: Lead.
Animal: Cabra.
Cristais: Turqueza e Ametista.
Árvores: Pinho e teixo.
Flores: Amor perfeito e hera.
Elemento: terra
Planeta regente: Saturno
Princípio: passivo
Parte do corpo: joelhos e parte inferior das pernas
Frase: "Se fosse fácil, não teria a menor graça."
Cor: Preto, Cinza e verde escuro
Pedra: Turquesa

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Texto Leonardo Boff

A propósito da Cimeira da Terra, um texto interessantíssimo de Leonardo Boff... para reflectir...


"A forma imediata de salvarmos o planeta é voltarmos à ética do cuidado, procurando o trabalho sem exploração, a produção sem contaminação, a competência sem arrogância e a solidariedade para com os mais frágeis. Este é o grande salto que se impõe neste momento. Com ele a Terra e a Humanidade podem chegar a um acordo que salvará ambos". Leonardo Boff


 

Confrontaciones en Copenhague

2009-12-18


En Copenhague, en las discusiones sobre las tasas de reducción de los gases productores del cambio climático se enfrentan dos visiones de mundo: la de la mayoría de los que están fuera de la Asamblea, venidos de todas partes del mundo, y la de los pocos que están dentro, que representan a los 192 estados. Estas visiones diferentes están cargadas de consecuencias, significando, en el límite, la garantía o la destrucción de un futuro común.
Los que están dentro, fundamentalmente, reafirman el sistema actual de producción y de consumo, incluso sabiendo que implica sacrificio de la naturaleza y creación de desigualdades sociales. Creen que, con algunas regulaciones y controles, la máquina puede seguir produciendo crecimiento material y ganancias como ocurría antes de la crisis.
Pero hay que denunciar que justamente este sistema es el principal causante del calentamiento global al emitir anualmente 40 mil millones de toneladas de gases contaminantes. Tanto el calentamiento planetario como las perturbaciones de la naturaleza y la injusticia mundial son consideradas como externalidades, es decir, como realidades no intencionadas y que por eso no entran en la contabilidad general de los estados y de las empresas. Lo que cuenta en definitiva es el lucro y tener un PIB positivo.
Pero ocurre que estas externalidades se han vuelto tan amenazantes que están desestabilizando el sistema-Tierra, mostrando el fracaso del modelo económico neoliberal y poniendo en grave peligro el futuro de la especie humana.
No pasa por la cabeza de los representantes de los pueblos que la alternativa sea cambiar a un modo de producción que implique una relación de sinergia con la naturaleza. La sola reducción de las emisiones de carbono manteniendo el mismo pillaje de los recursos es como si pusiéramos un pie en el cuello de alguien y le dijéramos: quiero que seas libre, pero con la condición de que sigas teniendo mi pie en tu cuello.
Precisamos impugnar la filosofía subyacente a esta cosmovisión. Ella desconoce los límites de la Tierra, afirma que el ser humano es esencialmente egoísta y que por eso no puede cambiar, que puede disponer de la naturaleza como quiera, que la competición es natural, que por la selección natural los débiles son engullidos por los más fuertes, y que el mercado es el regulador de toda la vida económica y social.
Por el contrario, reafirmamos que el ser humano es esencialmente cooperativo, porque es un ser social, pero se vuelve egoísta cuando rompe con su propia esencia. Dando centralidad al egoísmo, como hace el sistema del capital, hace imposible una sociedad de rostro humano. Un hecho reciente lo demuestra: en cincuenta años los pobres recibieron 2 billones de dólares de ayuda mientras que los bancos recibieron 18 billones de dólares en un año. No es la competición lo que constituye la dinámica central del universo y de la vida sino la cooperación de todos con todos. Desde que se descubrieron los genes, las bacterias y los virus como principales factores de la evolución, no se puede sostener la selección natural como se hacía antes. Ésta sirvió de base para el darwinismo social. El mercado entregado a su lógica interna enfrenta a todos contra todos y así desgarra el tejido social. Postulamos una sociedad con mercado, no de mercado.
La otra visión, la de los representantes de la sociedad civil mundial, sostiene: la situación de la Tierra y de la Humanidad es tan grave que solamente el principio de cooperación y una nueva relación de sinergia y de respeto hacia la naturaleza podrán salvarnos. Sin eso vamos hacia el abismo que hemos cavado nosotros mismos.
Esa cooperación no es una virtud cualquiera. Es aquella que en otro tiempo nos permitió dejar atrás el mundo animal e inaugurar el mundo humano. Somos esencialmente seres cooperativos y solidarios sin lo cual nos devoramos unos a otros. Por eso la economía debe dar lugar a la ecología. O hacemos este viraje o Gaia puede que continúe sin nosotros.
La forma más inmediata de salvarnos es volver a la ética del cuidado, buscando el trabajo sin explotación, la producción sin contaminación, la competencia sin arrogancia y la solidaridad a partir de los más débiles. Éste es el gran salto que se impone en este momento. A partir de él la Tierra y la Humanidad pueden llegar a un acuerdo que salvará a ambos.


domingo, 20 de dezembro de 2009

Natal 2009

Estamos na época natalícia, em que montamos a Árvore de Natal,
E com carinho pomos as luzes, as bolas e as estrelas,
Com sentimento, colocamos o presépio e as prendinhas.
É a ternura do passado, o valor do presente e a esperança do futuro.

No dia de Natal, junto da nossa família, que eu possa agradecer a Deus
Por ter alimento, quando tantos passam fome.
Por ter saúde, quando tantos sofrem neste momento.
Por ter uma casa, quando tantos dormem nas ruas.
Por ser feliz, quando tantos choram na solidão.
Por ter amor, quantos tantos vivem no ódio.
Pela minha paz, quando tantos vivem o horror da guerra.
Pela minha alegria, quando tantos escondem o sorriso.
Por ter esperança, quando tantos estão desesperados.
Pelas minhas mãos, que possa oferecer muito mais do que recebo.
Por acreditar, que o mundo ainda pode ser melhor.
Melhor do que todos os presentes é a presença de uma família feliz.

A Melhor mensagem de Natal que eu desejo a todos os amigos e familiares,
Que tenham muito amor, paz, solidariedade, saúde e espírito de alegria
Boas Festas e Feliz Ano Novo 2010.


Arábia - Idah Saidan Wa Sanah Jadidah
Argentina - Feliz Navidad
Arménia - Shenoraavor Nor Dari yev Pari Gaghand
Brasil - Boas Festas e Feliz Ano Novo
Bulgária - Tchestita Koleda; Tchestito Rojdestvo Hristovo
Chile - Feliz Navidad
China - (Cantonese) Gun Tso Sun Tan'Gung Haw Sun
Colômbia - Feliz Navidad y Próspero Año Nuevo
Croácia - Sretan Bozic
Holanda - Vrolijk Kerstfeest en een Gelukkig Nieuwjaar!
EUA, Inglaterra e países de língua inglesa - Merry Christmas
França - Joyeux Noel
Grécia - Kala Christouyenna!
Hungria - Kellemes Karacsonyi unnepeket
Indonésia - Selamat Hari Natal
Iraque - Idah Saidan Wa Sanah Jadidah
Irlanda - Nollaig Shona Dhuit, or Nodlaig mhaith chugnat
Itália - Buone Feste Natalizie
Japão - Shinnen omedeto. Kurisumasu Omedeto
Coréia - Sung Tan Chuk Ha
Latim - Natale hilare et Annum Faustum!
Lituânia - Linksmu Kaledu
Macedônia - Sreken Bozhik
Noruega - God Jul, ou Gledelig Jul
Papua Nova Guiné - Bikpela hamamas blong dispela Krismas na Nupela yia i go long yu
Peru - Feliz Navidad y un Venturoso Año Nuevo
Filipinas - Maligayan Pasko!
Polônia - Wesolych Swiat Bozego Narodzenia ou Boze Narodzenie
Portugal - Feliz Natal
Roménia - Sarbatori vesele
Rússia - Pozdrevlyayu s prazdnikom Rozhdestva is Novim Godom
Sérvia - Hristos se rodi
Slovaquia - Sretan Bozic ou Vesele vianoce
Tailândia - Sawadee Pee Mai
Turquia - Noeliniz Ve Yeni Yiliniz Kutlu Olsun
Ucrânia - Srozhdestvom Kristovym
Vietnam - Chung Mung Giang Sinh
Yugoslavia - Cestitamo Bozic

sábado, 19 de dezembro de 2009

Terramoto em 1755

O sismo fez-se sentir na manhã de 1 de novembro de 1755 às 9:30[1] ou 9:40 da manhã[2], dia que coincide com o feriado do Dia de Todos-os-Santos.

O epicentro não é conhecido com exatidão, havendo diversos sismólogos que propõem locais distanciados de centenas de quilómetros. No entanto, todos convergem para um epicentro no mar, entre 150 a 500 quilómetros a sudoeste de Lisboa. Devido a um forte sismo, ocorrido em 1969 no Banco de Gorringe, este local tem sido apontado como tendo forte probabilidade de aí se ter situado o epicentro em 1755. A magnitude pode ter atingido 9 na escala Richter[1].

Relatos da época afirmam que os abalos foram sentidos, consoante o local, durante entre seis minutos a duas horas e meia, causando fissuras enormes de que ainda hoje há vestígios em Lisboa. O padre Manuel Portal é a mais rica e completa fonte sobre os efeitos do terramoto, tendo descrito, detalhadamente e na primeira pessoa, o decurso do sismo e a vida lisboeta nos meses que se seguiram. A intensidade do sismo em Lisboa e no cabo de São Vicente estima-se entre X-XI na escala de Mercalli[3]. Com os vários desmoronamentos os sobreviventes procuraram refúgio na zona portuária e assistiram ao recuo das águas, revelando o fundo do mar cheio de destroços de navios e cargas perdidas. Poucas dezenas de minutos depois, um tsunami, que atualmente se supõe ter atingido pelo menos seis metros de altura[1], havendo relatos de ondas com mais de metros, fez submergir o porto e o centro da cidade, tendo as águas penetrado até 250 metros[3]. Nas áreas que não foram afetadas pelo tsunami, o fogo logo se alastrou, e os incêndios duraram pelo menos cinco dias. Todos tinham fugido e não havia quem o apagasse.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Abalo, abalão...

A terra tremeu hoje na Península Ibérica e em Marrocos, exactamente às 01:37:47h, numa intensidade de 6,0 na escala de Richter, segundo o Instituto de Meteorologia de Portugal. Não há danos a registar.

De acordo com dados do Instituto de Meteorologia de Portugal, o sismo que foi sentido esta madrugada em toda a Península Ibérica registou 6,0 graus na escala de Richter (num total de 10), uma intensidade considerada média.

Os instrumentos registaram uma duração de alguns minutos, mas o sismo apenas foi sentido pelas pessoas durante cinco a oito segundos, disse a mesma fonte.

O epicentro deu-se no mar, a 30km de profundidade e a Oeste de Gibraltar, cerca de 185km a Oeste de Faro e 264km a Sudoeste de Lisboa. O primeiro abalo foi seguido de dezasseis réplicas. Às 11:00 (em Portugal Continental) a actividade sísmica ainda ocorria.

O Instituto de Meteorologia (IM) considera que este sismo foi o "maior registado desde 1969", disse hoje à Lusa o presidente daquele organismo.

De acordo com o responsável do IM, Adérito Serrão, "o sismo desta madrugada é o maior registado desde 1969", a cerca de 100 quilómetros do Cabo de São Vicente, no Algarve, mas "sem problemas a registar", reforçou.

"Não existem vítimas a registar", foi apenas um sismo "sentido com alguma intensidade, em bastantes locais pelas populações", explicou Adérito Serrão à agência Lusa junto ao Centro Operacional de Sismologia, em Lisboa.

O sismólogo Fernando Carrilho afirmou, por seu lado, que as "réplicas são normais" e que "tendem a diminuir quer em intensidade, quer em intervalos de tempo".

O sismo foi registado pela rede de 40 equipamentos distribuídos por todo o território nacional, e teve uma "duração aproximada de três minutos", concluiu o sismólogo.
De acordo com o European-Mediterranean Seismological Centre (Centro Sismológico Euro-Mediterrânico) e do U.S. Geological Survey (USGS, o instituto de geologia norte-americano), o abalo deu-se exactamente às 01:37:47h e teve uma magnitude um pouco mais baixa do que a avaliada pelo Instituto de Meteorologia: 5,7 na escala de Richter.
Já o Instituto de Sismologia de Espanha avaliou em 6,3 na escala de Richter a intensidade do abalo sísmico.

Oito réplicas de fraca intensidade
Até às 03.47h, o site do Instituto de Meteorologia dava conta de oito réplicas do abalo, todas a Sudoeste do Cabo de São Vicente e com magnitudes entre os 2,3 e os 1,3 graus na escala de Richter.

Sem danos a registar
Contactada pelo DN.pt, a Protecção Civil afirma não ter registo de danos pessoais ou materiais. As chamadas recebidas foram apenas para dar conta da ocorrência do sismo e não foram registados quaisquer pedidos de ajuda.

Comentário: Na minha casa, 4 andar, senti perfeitamente. A cama a abanar, o candeeiro...Ai é um sismo, quando parou, voltei para o outro lado...e fiquei pensativa.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Tamarindo

O tamarindo ou tamarino, como também é chamado, é uma fruta originária da África equatorial e da Índia. Os árabes a denominavam de “Tamr al-Hindi”, que significa “tâmara da Índia”. Antigamente, o tamarindeiro e sua fruta eram considerados maléficos; as armas feitas com a madeira dessas árvores eram vistas como invulneráveis. O tamarindeiro é uma árvore com uma copa densa e pode alcançar até 25m, sendo apreciada também como forma de ornamentação em áreas urbanas. A temperatura média ideal para o desenvolvimento da planta é de 25ºC, em regiões de clima tropical úmido ou árido.

O tamarindo é uma vagem revestida por uma casca não muito grossa, porém dura e quebradiça. No interior da casca, há uma polpa avermelhada, fibrosa, com um alto teor de ácido tartárico.

A fruta demora aproximadamente, 245 dias para chegar à fase de maturação. No período em que as frutas estão amadurecidas, as sementes crescem, a polpa se encolhe e a casca se torna frágil, sendo quebrada facilmente com a mão.

Entre todos os outros frutos, o tamarindo é o que possui o maior teor de proteínas, glicídios e elementos minerais. O tamarindo é utilizado na fabricação de refrescos, sorvetes, pastas, doces, licores, polpas, etc., além de servir como ingrediente de temperos para alimentos. Suas sementes também são usadas como estabilizantes de sucos, outros alimentos industrializados e cola de tecidos.

No Brasil, a fruta é muito consumida nas regiões Norte e Nordeste, tendo se adaptado a essas regiões facilmente, devido ao clima que é mais quente.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Criança hospitalizada com 50 agulhas no organismo

Uma criança brasileira de dois anos que se queixava de dores de barriga foi levada pela mãe ao hospital de Ibotirama onde, após uma radiografia, foram 17 agulhas no aparelho digestivo da criança.

Os médicos decidiram fazer nova radiografia, para comprovar o resultado, e descobriram 50 agulhas, mais 33 que o primeiro diagnóstico.

O menino encontra-se internado no hospital, em estado grave, com os pequenos objectos metálicos ainda espalhos pelo tórax, abdómen, pescoço e pernas.

Os pais da criança mostram-se chocados, sem perceberem o que terá provocado esta situação.

“Sou mãe de seis filhos e não estou sempre em casa, devido ao emprego. As crianças costumam ficar com a minha mãe, mas nunca tinha ocorrido nada semelhante”, declarou a progenitora do menino.

A polícia está agora a investigar o caso, para perceber como 50 agulhas foram parar ao organismo do menino. Os médicos afirmam que, como os objetos estão espalhados pelo organismo, dificilmente terão entrado por ingestão.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Melancia

A melancia é uma fruta rasteira, originária da África. Pertence a mesma família do pepino, da abóbora e do melão.

O fruto é arredondado ou alongado, de polpa vermelha, doce, com alto de teor de água. A casca é verde e lustrosa, com estrias verde-escuro no sentido do comprimento. Além do alto teor de água, a fruta contém açúcar, vitaminas do complexo B e sais minerais, como cálcio, fósforo e ferro.


É cultivada ou aparece quase espontaneamente em várias regiões do Brasil. Seu plantio é feito o ano todo nas regiões quentes e de agosto a novembro em regiões onde o clima é mais frio.

Geralmente a melancia é consumida ao natural, como sobremesa, principalmente no verão. A polpa pode ser utilizada no preparo de suco e compota.

Quando de boa qualidade, a fruta apresenta casca firme, lustrosa e sem manchas escuras. Conserva-se bem durante uma semana, em lugar fresco e arejado. Depois de cortada, conserve-a em geladeira, envolvida em plástico ou papel alumínio.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Marcas

Há pessoas e animais sejam elas especiais ou não,
Que tem de passar pelas nossas vidas
Que nos marcam de alguma maneira
Por cinco minutos, por cinco anos, por cinquenta anos
Pelo o resto da vida ou pela vida que vivemos na terra

Há marcas que nos mudam a vida
Que nos mostra a vida de um outro aspecto
Que nos diz que vida na terra é passageiro
Que um dia iremos-nos encontrar noutro lugar

As marcas encontradas na invisibilidade da alma
Na dor, no sofrimento, na tristeza
Na experiencia da vida que nos faz crescer
Nos faz passar fases importantes

Acredito que nós voltamos á terra
Para completar as fases todas
de uma vida vivida, trabalhada, personalizada
para um dia encontrarmos no átrio dos anjos

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

MontJuic

Datado do século XVIII, o Castell de Montjuïc situa-se no topo da montanha mais conhecida de Barcelona.
Em 1640, durante a Guerra dos Segadors, foi construída uma pequena fortaleza para resistir a Filipe IV (III de Portugal).
Esta fortaleza foi convertida, entre 1751 e 1779, no Castell de Montjuïc, um símbolo da repressão e da abolição das liberdades catalãs; ao princípio, a missão da fortaleza era acabar com a repressão mas, mais tarde, tornou-se uma prisão militar.
Actualmente, o Castell de Montjuïc alberga o Museu Militar, à saída da última paragem do teleférico, e guarda o porto, com a sua grande exibição de armamento.

Com seus 250 hectares de extensão, o Parc de Montjuïc (Parque de Montjuïc) é um dos maiores pulmões verdes de Barcelona. Trata-se de um espaço ideal para praticar esportes ou descansar. Além disso, dentro do parque você poderá encontrar muitos espaços culturais e lúdicos. Uma ótima maneira de chegar ao parque consiste em chegar ao cume da montanha por meio do funicular ou teleférico, apreciando assim uma das vistas mais abrangentes e interessantes da cidade, que inclui o importante Porto de Barcelona.

Indubitavelmente, o monumento mais antigo do Parc de Montjuïc (Parque de Montjuïc) é o Castell de Montjuïc (Castelo de Montjuïc), que atualmente alberga o museu militar da cidade. Outros monumentos e instalações foram acrescentados ao parque em virtude da Exposição Universal de 1929 e dos Jogos Olímpicos de 1992. Alguns exemplos são a Font Màgica (Fonte Mágica), um incrível espetáculo que mistura jatos de água, música e luzes coloridas, o Palácio Real e o Poble Espanyol, todas elas obras de 1929, e as Piscinas Picornell e o Palau Sant Jordi, construídos em 1992

domingo, 6 de dezembro de 2009

Feira Medieval de Vic

Este fin de semana fuimos a Vic, un pueblo que queda a una hora de Barcelona. En estas fechas recrean en el la plaza del pueblo un mercado medieval.

sábado, 5 de dezembro de 2009

Cerdanyola del Vallès


Representación del escudo de Cerdanyola del Vallès aprobado en 1967. Escudo de plata, la imagen ecuestre de San Martín, el jefe de oro, cargado de cuatro palos de gules. Al timbre corona marquesal.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Missa de São Francisco Xavier

Como é tradicional, a Casa de Goa promove todos os anos a celebração da Missa de São Francisco Xavier, convidando todos os Goeses e amigos de Goa a participarem na Festa do “Senhor de Goa” (GOENCHÓ SAIB).

Este ano a Missa terá lugar na Igreja de São Roque, em Lisboa, devido a um motivo muito importante: o relicário com o dedo do pé, e várias outras relíquias de São Francisco, que estavam na posse da família dos Condes de Nova Goa, desde há alguns séculos, vão ser doados à Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, que irá expô-las (pela primeira vez) na Igreja de São Roque para a veneração do público, somente no dia 3 de Dezembro, sendo depois recolhidas pela Santa Casa.
Como se trata de um acontecimento de excepcional importância, temos a certeza que todos aqueles que têm veneração por São Francisco Xavier não deixarão de estar presentes na Igreja de São Roque para assistir à Missa Solene e venerar as suas sagradas relíquias.

A missa solene será acompanhada pelo Coro da Santa Casa de Misericórdia e, como é costume, pelo grupo EKVAT da Casa de Goa, que cantará três cânticos em Concani.
Estamos certos que a missa solene e a exposição das relíquias de S. Francisco, será motivo suficiente para toda a comunidade goesa e os seus amigos estarem presentes na Igreja de São Roque (Largo Trindade Coelho, Lisboa), no próximo dia 3 de Dezembro, às 18h00.

Como também é da nossa tradição, haverá, nesse dia, um jantar no Restaurante da Casa de Goa, pelas 20 horas, na Calçada do Livramento 17, em Lisboa (tem parque privativo). Quem estiver interessado em participar deverá confirmar a sua presença o mais tardar até ao dia 1 de Dezembro, na Secretaria da Casa de Goa, telefone 21 393 00 78 ou por e-mail (casadegoa@sapo.pt) (dias úteis, das 10 às 12:30 e das 15 às 19 horas).

Agradecemos a divulgação deste importante e único evento a todos os amigos de Goa.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Há café no Alfarrabista

http://hacafenoalfarrabista.blogspot.com/

Café Nespresso
Roma
Volluto
Decaffeinato
Dulsão Brasil
Cosi
Indriya from India

Workshops
Escrita Criativa: Segunda ás 18.00h - crianças
Quinta ás 18.00h- adultos
inscrição-3€
valor do curso- 30€
duração do curso- 10 aulas

Maquilhagem: Sábados ás 10.30h
Inscrição- 5€
valor do curso- 35€
duração do curso- 2h30min
* quem quizer ficar com o material de maquilhagem utilizado durante o curso pagará pelo mesmo 15€

Teste das cores: Sábados ás 10.30h
Inscrição- 5€
valor do curso- 40€
duração do curso- 2h30min

Diagnóstico Morfológico: Sábados ás 10.30h
Inscrição-5€
valor do curso- 35€
Duração do curso- 2h30min

Decoupage: Quartas ás 17.00h
Inscrição- 5€
valor do curso- com material
duração do curso- 6 a 8 aulas

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Paella

A paella (em castelhano e catalão) é um prato à base de arroz, típico da gastronomia espanhola e que tem as suas raízes na comunidade de Valência - daí que em Portugal seja comummente conhecido como Arroz à Valenciana.

Surgiu na Espanha, nos séculos XV e XVI, na região de Valência, mais especificamente na região de Albufera, região de grandes arrozais e de grande produção de verduras frescas. Originalmente um prato popular, foi criada pelos camponeses que partiam para o campo com a paellera ou paella, arroz, azeite e sal e agregavam ingredientes da caça, legumes da estação e as sobras que possuíam. O tomate só foi acrescentado posteriormente, trazido da América por Cristóvão Colombo, e o frango, que era muito caro para os padrões da época.

Recipiente usado para a paella
O prato é chamado paella devido à paellera ou paella valenciana, uma espécie de frigideira, de ferro ou aço, onde são preparados vários pratos da culinária valenciana, como o arroz negro e o fideuá. A paella ou paellera, é uma frigideira rasa e grande (diâmetro mínimo de 30 cm), com duas alças. O formato da paella favorece o cozimento do arroz por igual.

O nome Paella vem do latim "Patella", espécie de bandeja usada na Roma antiga, onde eram colocadas as oferendas aos Deuses, em rituais de fecundação da terra.

Variações
Há diversas receitas, mas a autêntica paella valenciana é a união de vários alimentos característicos da região: arroz, frango, coelho, pato, garrofó, tabella e ferraura - variedades autóctones de feijão -, tomate, azeite e açafrão (que dá a cor amarela característica do prato). Ocasionalmente pode se adicionar alcachofras e caracois, alguns também adicionam ervilhas.

Paella de mariscoCom a difusão da paella pela costa, foram acrescentados frutos do mar: choco, camarões, lulas, lagostins, vôngoles, mexilhões, e polvo, tornando-o um prato misto (terra e mar). Em suas diferentes variações, encontram-se ainda as "paellas marineras" (peixe e frutos do mar)e a "paella negra", com tinta de lula. No Brasil, normalmente é feita com frutos do mar.

Preparo
A comunidade valenciana sempre associou a paella a um evento festivo. Devido a sua preparação laboriosa e a seus ingredientes serem um luxo para a maioria da população, durante muito tempo, quando havia uma festa, a paella era o prato escolhido. É tradicionalmente cozinhada em um fogo à lenha, preferencialmente ao ar livre e normalmente preparada pelo homem.

Nota: Comemos uma Paella feita pela RM e MIG. Muito bom.