Avançar para o conteúdo principal

MontJuic

Datado do século XVIII, o Castell de Montjuïc situa-se no topo da montanha mais conhecida de Barcelona.
Em 1640, durante a Guerra dos Segadors, foi construída uma pequena fortaleza para resistir a Filipe IV (III de Portugal).
Esta fortaleza foi convertida, entre 1751 e 1779, no Castell de Montjuïc, um símbolo da repressão e da abolição das liberdades catalãs; ao princípio, a missão da fortaleza era acabar com a repressão mas, mais tarde, tornou-se uma prisão militar.
Actualmente, o Castell de Montjuïc alberga o Museu Militar, à saída da última paragem do teleférico, e guarda o porto, com a sua grande exibição de armamento.

Com seus 250 hectares de extensão, o Parc de Montjuïc (Parque de Montjuïc) é um dos maiores pulmões verdes de Barcelona. Trata-se de um espaço ideal para praticar esportes ou descansar. Além disso, dentro do parque você poderá encontrar muitos espaços culturais e lúdicos. Uma ótima maneira de chegar ao parque consiste em chegar ao cume da montanha por meio do funicular ou teleférico, apreciando assim uma das vistas mais abrangentes e interessantes da cidade, que inclui o importante Porto de Barcelona.

Indubitavelmente, o monumento mais antigo do Parc de Montjuïc (Parque de Montjuïc) é o Castell de Montjuïc (Castelo de Montjuïc), que atualmente alberga o museu militar da cidade. Outros monumentos e instalações foram acrescentados ao parque em virtude da Exposição Universal de 1929 e dos Jogos Olímpicos de 1992. Alguns exemplos são a Font Màgica (Fonte Mágica), um incrível espetáculo que mistura jatos de água, música e luzes coloridas, o Palácio Real e o Poble Espanyol, todas elas obras de 1929, e as Piscinas Picornell e o Palau Sant Jordi, construídos em 1992

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Contos ao Cair da Noite, inspirado no ritual de… Promessa

Helena tinha dez anos quando prometeu à mãe que nunca abriria a porta do quarto ao fundo do corredor. — Mesmo que ouças alguém chamar por ti — dissera-lhe, ajoelhada diante dela. — Mesmo que reconheças a voz. A mãe morreu nessa mesma semana. Durante anos, Helena evitou aquele quarto. A porta permaneceu fechada. Não tinha chave, nem fechadura visível. Sérgio nunca perguntara o que existia do outro lado. Até à noite em que começaram as pancadas. Três golpes secos. Sempre à mesma hora. Duas e treze da madrugada. Na quarta noite, Helena acordou com uma voz que não ouvia desde a infância. — Minha filha. Sentou-se na cama, com o coração a bater descompassado. Sérgio continuava a dormir ao seu lado. — Helena, abre-me a porta. A voz vinha do fundo do corredor. Era a voz da mãe. A mesma doçura cansada. A mesma forma de prolongar a última sílaba do seu nome. Levantou-se e caminhou até ao quarto proibido. Por baixo da porta, uma linha de luz tremia sobre o soalho. — Prometeste —...