Avançar para o conteúdo principal

Lagunas de La Ruidera

O rio Guadiana nasce num belíssimo lugar junto às Lagunas de La Ruidera, na província espanhola de Albacete, para vir desaguar no Atlântico, junto a Vila Real de Santo António e Ayamonte (Espanha), depois de percorrer uma extensão de 830 km.

É navegável nos últimos 48 kms, do Pomarão até à foz, onde a sua largura varia entre os 100 e os 500 metros. O vale por onde corre formou-se com a terceira revolução geológica da Terra, antes da qual praticamente todo o território nacional estava submergido.

A zona mais próxima da foz, o estuário, é uma área limite que assinala a fronteira entre meios díspares: a relação entre a água e o continente ou entre as influências da água doce do Rio e a salgada do Oceano, criam uma grande variedade de componentes físicos, químicos e biológicos. Essas variações chegam a ser diárias, (com a acção da maré, enchente ou vazante), sazonais )a chuva pode fazer submergir territórios secos em outras alturas e causar grandes variações na relação entre água doce e água salgada) ou resultantes da acção humana (com as descargas das barragens).

Apesar da serenidade dos seus movimentos e da tranquilidade da paisagem ao seu redor, o leito do Guadiana é lugar em permanente mudança, o que lhe permite assumir diferentes características e ser habitat de uma grande variedade de espécies. A sua rara beleza tem sido preservada por um dos estuários europeus onde é menor a intervenção humana. A generalidade dos afluentes do Guadiana, na zona do Estuário, são ribeiros cuja formação se deve essencialmente à acção da chuvas, o que torna o seu caudal médio baixo em relação à generalidade dos rios ibéricos (78.8 m3 por segundo), mas de características semelhantes à dos rios mediterrânicos.

(Traduzido pelo google translate) Ruidera é uma pequena cidade na província de Ciudad Real, com uma população de cerca de setecentos habitantes, cuja economia gira, quase exclusivamente, no turismo.
Situado no centro da bacia do rio Guadiana superior, dando nome ao lago rosário; bacia está localizada na parte norte do Campo de Montiel. Esta área engloba rio abrangendo cerca de 4.000 hectares, dos quais 3.772 pertencem ao Parque Natural lagoas de Ruidera e declarou 13 de julho de 1979.

O que consideramos como o escopo do presente Ruidera "impressões digitais" de seres humanos a um passado distante agora, os estágios pré-históricos em alcançar a arma mais precisos e preciosos algumas canções foram cortados no Baixo e Médio Paleolítico (200.000 -30.000 anos).

"O Ruidera del Guadiana" poderia descrever o ruído provocado pela água caindo sobre as quedas do naufrágio. Real Ruidera foi pertencente ao município de Argamasilla de Alba (população da ordem de San Juan), anexa como uma aldeia, até o dia 21 de setembro de 1990, data em que o Governo Regional de Castela-La Mancha decidiu independência, sobre a admissibilidade da proposta de segregação, corajosamente, feito por políticos locais da época e inequivocamente apoiado pela maioria dos ruidereños.

Comentário: Dizem que este ano choveu bastante, que as lagoas da Ruidera, transbordaram... as estradas eram rios de água.
Podem verificar aqui: Carrega no play, para ver o filme.
As fotos que tiramos também mostra a verocidade da água nas cascatas...
La Ruidera
Lagoa

Também visitamos o castelo / capela de Sta Maria de Penarroya, no alto da barragem.

Á tarde, fomos em três carros para "Tablas de Daimiel". É uma reserva natural no sul da região central Espanha em La Mancha planície, na província de Ciudad Real. É uma zona húmida na parte árida da Espanha. Aonde podemos apreciar, flora, fauna, animais migratórios...

Comentários

Mensagens populares deste blogue

O Inverno Que Regressou

  O frio chegou sem cerimónia, gelado e húmido, cortando a pele antes de ser sentido, trazendo o cheiro da terra revolvida e o toque metálico da chuva a bater nas telhas, devolvendo às manhãs uma luz cinzenta que não pede desculpa. Não anunciou visita. Entrou. Espalhou-se pelas ruas, infiltrou-se nas janelas mal vedadas, fez-se ouvir no ranger antigo das portadas. A chuva veio atrás dele, densa e persistente, com aquela autoridade que não se discute. E, de súbito, o país pareceu surpreendido por algo que sempre fez parte da sua história. Os velhos reconheceram-no de imediato. Encostados aos balcões dos cafés, mãos fechadas em torno das chávenas, disseram sem dramatismo: “Isto era o inverno da minha infância.” Não era saudade gratuita. Era memória concreta. Rios que cresciam sem pressa, valas abertas à enxada, a lâmina a cortar a região molhada, encostas deixadas em paz porque se sabia que a terra tem temperamento. O inverno era duro, mas conhecido, previsível na sua força. Hoje, ca...