Avançar para o conteúdo principal

Signo de Peixes


O signo de Peixes simboliza a compaixão, a compreensão e a intuição. É emocionalmente inibido e introspectivo, com tendências à melancolia e à indolência. É compassivo, caridoso e aprecia as artes lúdicas.

Signo de água, emotivo, receptivo, intuitivo e evasivo. Muito sensível. Tem grande necessidade de ser amado e gosta de se dar bem com todo mundo. O sonhador, compassivo, tolerante, amável e amoroso. Deixa-se influenciar pelos outros porque não deseja ferir ninguém.

É difícil de tomar decisões. Criativo, espiritual e místico. Pode aparentar não ter confiança em si, mas com jeito tranquilo, consegue muita coisa. Encantador, simpático e bondoso. Signo da humildade. Sempre está ajudando e dando forças aos outros em seus problemas.

Às vezes é submisso e carente. Inspirado e impressionável, é confuso e se ilude facilmente. Sua vida afectiva é feliz porque gosta de fazer os outros felizes. Imita, sente o que a outra pessoa sente, envolve-se, sacrifica-se e perdoa. Tendência a uma vida fantasiosa, não tem consciência dos limites e não sabe quando parar.
Precisa de um certo isolamento e daria tudo por uma vida sossegada.

O MUNDO DA PROVAÇÃO - doenças, cativeiros, exílios, retiros, inimizades ocultas, fracassos e o mundo do oculto.

Representa a renúncia, o sacrifício, a compaixão, a transcendência, os segredos, a espiritualidade, a imaginação, as inspirações, tudo o que foge do concreto, do material e os anseios da alma.

Condimentos: Coentro e canela.
Erva: Salva.
Metal: Platina.
Animal: Todos os tipos de peixes, especialmente os golfinhos.
Cristais: Pedra da lua.
Árvores: Limão e todas árvores que crescem perto da água.
Flor: Cravo, Dente-de-leão e Nenúfar.
Elemento: água
Planeta regente: Neptuno (na mitologia grega, é o irmão de Zeus e deus supremo de todas as criaturas da água)
Princípio: passivo
Parte do corpo: pés
Frase: "Todos são inocentes até que se prove o contrário."
Cor: Verde mar
Pedra: Hematita e Pedra da Lua

Comentários

Mensagens populares deste blogue

A Hora em Que a Casa Respira

 O  relógio da sala estava parado às três e dezassete. Não avariado: cansado. Amélia aprendera a medir os dias por ele, e agora imitava-o — ficava sentada, rendida, à espera de que nada acontecesse. A casa cheirava a linho fechado e a ossos fervidos. As paredes tinham a cor dos dentes que já não mordem. Sobre a mesa, três peças de porcelana: duas gastas, uma intacta, branca demais para aquela divisão, como um erro esquecido. Amélia entrou com o pé a arrastar. O soalho gemeu, reconhecendo-a. No espelho do corredor, ajustou o lenço sem se encarar. O reflexo demorou a obedecer. Quando surgiu, o lenço já estava torto — e o reflexo não se apressou a corrigir. Amélia não sorriu. Na cozinha, a chaleira começou a chiar cedo demais, um som curto, aflito. Desligou o gás e pousou a mão no metal quente. O ardor espalhou-se devagar, confundindo-se com o cheiro da sopa esquecida, ambos igualmente antigos, ambos familiares. Sentou-se. Os joelhos estalaram. A porcelana intacta vibro...