Avançar para o conteúdo principal

Calendário de Amizade

  • Dezembro: A verdadeira amizade é como as estrelas: notam-se melhor quando tudo fica ás escuras.

  • Novembro: Um verdadeiro amigo é aquele que fecha os olhos para ver o coração.

  • Outubro: Se fizeres um favor, não o recordes; se receberes um favor, nunca o esqueças.

  • Setembro: Nenhum caminho é longo demais quando um amigo nos acompanha.

  • Agosto: Todo o amor semeado cedo ou tarde há-de florescer (Follerau).

  • Julho: Um tesouro nem sempre é um amigo, mas um amigo é sempre um tesouro.

  • Junho: A verdadeira amizade é uma planta que se desenvolve lentamente(George Washington).

  • Maio: O verdadeiro amor não se conhece por aquilo que exige, mas por aquilo que oferece (Jacinto Benavente).

  • Abril: A ave constrói o ninho; a aranha, a teia; o homem, a amizade (William Blake).

  • Março: Grande parte da vitalidade de uma amizade reside no respeito pelas diferenças, não apenas em desfrutar das semelhanças (James Fredericks).

  • Fevereiro: Ouve o conselho de quem muito sabe; porém, ouve, sobretudo, o conselho de quem muito te ama (A.Graf).

  • Janeiro: Onde se semeia amor, cresce alegria (Shakespeare).
  • Comentários

    Mensagens populares deste blogue

    Contos ao Cair da Noite, inspirado no ritual de… Promessa

    Helena tinha dez anos quando prometeu à mãe que nunca abriria a porta do quarto ao fundo do corredor. — Mesmo que ouças alguém chamar por ti — dissera-lhe, ajoelhada diante dela. — Mesmo que reconheças a voz. A mãe morreu nessa mesma semana. Durante anos, Helena evitou aquele quarto. A porta permaneceu fechada. Não tinha chave, nem fechadura visível. Sérgio nunca perguntara o que existia do outro lado. Até à noite em que começaram as pancadas. Três golpes secos. Sempre à mesma hora. Duas e treze da madrugada. Na quarta noite, Helena acordou com uma voz que não ouvia desde a infância. — Minha filha. Sentou-se na cama, com o coração a bater descompassado. Sérgio continuava a dormir ao seu lado. — Helena, abre-me a porta. A voz vinha do fundo do corredor. Era a voz da mãe. A mesma doçura cansada. A mesma forma de prolongar a última sílaba do seu nome. Levantou-se e caminhou até ao quarto proibido. Por baixo da porta, uma linha de luz tremia sobre o soalho. — Prometeste —...