Avançar para o conteúdo principal

Missão Impossível 3

Missão Impossível 3 (em inglêsMission: Impossible III ) é o terceiro filme baseado na série de televisão Impossible, lançado em 2006 e realizado por J.J. Abrams, com Tom Cruise retomando o personagem principal dos dois anteriores filmes, Ethan Hunt.
Totalmente rodado em flashback, o filme se inicia no seu final, quando Ethan Hunt (Tom Cruise) é interrogado por Owen Davian (Philip Seymour Hoffman). Ao passo de que Ethan não responde às perguntas, Davian atira em Julia (Michelle Monaghan), sua noiva.
O filme então volta no tempo para explicar o porquê destes acontecimentos, mais precisamente, na festa de noivado de Ethan e Julia. Agora, Ethan tem o cargo de treinador de novos agentes da IMF (Impossible Mission Force), não mais sendo espião. Durante a festa, Ethan recebe o chamado de John Musgrave (Billy Crudup), um dos chefes da IMF, que lhe informa que sua melhor pupila, Lindsey (Keri Russell), foi sequestrada por um traficante de armas, Davian. Ethan decide então voltar à ativa para salvar Lindsey, mesmo sem contar seu real trabalho à sua noiva.
A partir daí, desenvolve-se uma trama de ação, traição e descobertas importantes, onde Ethan, junto com seu fiel parceiro Luther (Ving Rhames) e mais dois agentes, Declan (Jonathan Rhys Meyers) e Zhen (Maggie Q), terá de, ao mesmo tempo, desbaratar a rede de tráfico montada por Davian e proteger sua amada, Julia, das garras do vilão, que usará não o físico, mas o sentimental e o psicológico do herói para deixá-lo de forma que não consiga parar esta máquina de crimes

Comentários

Mensagens populares deste blogue

O Inverno Que Regressou

  O frio chegou sem cerimónia, gelado e húmido, cortando a pele antes de ser sentido, trazendo o cheiro da terra revolvida e o toque metálico da chuva a bater nas telhas, devolvendo às manhãs uma luz cinzenta que não pede desculpa. Não anunciou visita. Entrou. Espalhou-se pelas ruas, infiltrou-se nas janelas mal vedadas, fez-se ouvir no ranger antigo das portadas. A chuva veio atrás dele, densa e persistente, com aquela autoridade que não se discute. E, de súbito, o país pareceu surpreendido por algo que sempre fez parte da sua história. Os velhos reconheceram-no de imediato. Encostados aos balcões dos cafés, mãos fechadas em torno das chávenas, disseram sem dramatismo: “Isto era o inverno da minha infância.” Não era saudade gratuita. Era memória concreta. Rios que cresciam sem pressa, valas abertas à enxada, a lâmina a cortar a região molhada, encostas deixadas em paz porque se sabia que a terra tem temperamento. O inverno era duro, mas conhecido, previsível na sua força. Hoje, ca...