Avançar para o conteúdo principal

Mestre Gil de Ham - J.R.R. Tolkien

Escreva seu resumo aqui..Mestre Gil de Ham, conta a história de um fazendeiro covarde por 
natureza, que tem sua vida alterada após o aparecimento de um gigante e pelo ganho da famosa espada CAUDIMORDAX. 
Ele após "assustar" o gigante ganha fama, veja bem-FAMA não CORAGEM. A partir desse momento sua vida mudará completamente, ganha a espada 
Caudimordax, famosa por façanha de que muitos cavaleiros que a 
manipulavam conseguiam derrotar qualquer dragão, pois, quando ela vê um 
dragão cara a cara deseja cair sobre o coração do dragão. O nosso herói 
"corajoso" quase chega a confrontar um dragão que anda pelas 
redondezas, mas graças a fama da espada e a covardia do dragão tudo o 
que ele consegue mesmo é o ouro do dragão e mais fama pela sua falsa 
coragem. 
O rei daquele povoado fica furioso quando descobre que Mestre Gil havia 
ficado com todo o ouro para si próprio, enquanto o correto pelo menos 
para o rei é que el tivesse dado todo o ouro para ele. 
Bem, o rei super nervosinho junta a maior cavalaria que pede para ir 
até o povoado e tirar toda a fortuna que Mestre Gil havia conseguido. 
Quando o rei chega na cidade se depara com Mestre Gil em pé na ponte a 
sua espera é quando o rei manda que os cavaleiros ataquem e lhe tragam 
a cabeça de Gil. Vendo o que o rei estava louco para pegá-lo,Gil tem 
uma grande idéia: pede ajuda de seu agora amigo dragão para destronar o 
rei, derrotar o exército e transformar o povoado e as outras cidades 
que agora lhe pertencem em um lugar melhor do que era, como o mais novo 
rei.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

A Hora em Que a Casa Respira

 O  relógio da sala estava parado às três e dezassete. Não avariado: cansado. Amélia aprendera a medir os dias por ele, e agora imitava-o — ficava sentada, rendida, à espera de que nada acontecesse. A casa cheirava a linho fechado e a ossos fervidos. As paredes tinham a cor dos dentes que já não mordem. Sobre a mesa, três peças de porcelana: duas gastas, uma intacta, branca demais para aquela divisão, como um erro esquecido. Amélia entrou com o pé a arrastar. O soalho gemeu, reconhecendo-a. No espelho do corredor, ajustou o lenço sem se encarar. O reflexo demorou a obedecer. Quando surgiu, o lenço já estava torto — e o reflexo não se apressou a corrigir. Amélia não sorriu. Na cozinha, a chaleira começou a chiar cedo demais, um som curto, aflito. Desligou o gás e pousou a mão no metal quente. O ardor espalhou-se devagar, confundindo-se com o cheiro da sopa esquecida, ambos igualmente antigos, ambos familiares. Sentou-se. Os joelhos estalaram. A porcelana intacta vibro...