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Piadas da semana

 Tarzan

Devido à inocência de Tarzan, que viveu sozinho durante muito tempo, Jane deu-lhe aulas sobre sexualidade.

Ela tratava de explicar-lhe tudo como se fosse uma criança

Olha Tarzan, isso que tens aí entre as tuas pernas pendurado é um trapo e isto que tenho aqui entre as minhas pernas é uma máquina lavar. O que tu tens que fazer é pegar o teu trapo colocar aqui na máquina e lavá-lo!

As 5 noites seguintes o Tarzan lavou o seu trapo sem parar e quando Jane conseguiu respirar disse:

Escuta Tarzan, as lavagens de trapos não podem ser tão frequentes porque a máquina de lavar pode-se danificar; além disso o trapo fica gasto. Sugiro que esperes dois ou três dias para lavares o teu trapo de novo

Ao ouvir isto o Tarzan ficou decepcionado e depois de ficar 1 mês sem colocar o trapo para lavar, a Jane perguntou-lhe:

Tarzan, o que é que se passa? Porque é que já há mais de 1 mês;que não lavas o teu trapo na minha máquina?

Ao que o Tarzan respondeu:

Tarzan aprendeu a lavar à mão

G'anda susto!!!

Um gajo pequenino entra no elevador e depara-se com um gajo enorme lá dentro.
O gajo grandalhão olha para o pequenino e decide apresentar-se:
- 2,05 metros de altura, 152 quilos, pénis de 30 cm, testículo esquerdo de 1,2 quilos, testículo direito de 1,2 quilos... Vitor Costa.
O gajo pequenino desmaia. O gajo grande pega no pequenino, reanima-o com umas bofetadas.
- Que se passa? Tem algum problema? 
O tipo pequenino pergunta:
- Desculpe, mas o que é que você disse? 
O gajo grandalhão repete tudo novamente.
- 2,05 metros de altura, 152 quilos, pénis de 30 cm, testículo esquerdo de 1,2 quilos, testículo direito de 1,2 quilos... Victor Costa. 
O gajo pequenino suspira de alivio...
- Ah! Vitor Costa? Graças a Deus! Eu percebi que tinha dito: "Vira-te de costas!"

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  O frio chegou sem cerimónia, gelado e húmido, cortando a pele antes de ser sentido, trazendo o cheiro da terra revolvida e o toque metálico da chuva a bater nas telhas, devolvendo às manhãs uma luz cinzenta que não pede desculpa. Não anunciou visita. Entrou. Espalhou-se pelas ruas, infiltrou-se nas janelas mal vedadas, fez-se ouvir no ranger antigo das portadas. A chuva veio atrás dele, densa e persistente, com aquela autoridade que não se discute. E, de súbito, o país pareceu surpreendido por algo que sempre fez parte da sua história. Os velhos reconheceram-no de imediato. Encostados aos balcões dos cafés, mãos fechadas em torno das chávenas, disseram sem dramatismo: “Isto era o inverno da minha infância.” Não era saudade gratuita. Era memória concreta. Rios que cresciam sem pressa, valas abertas à enxada, a lâmina a cortar a região molhada, encostas deixadas em paz porque se sabia que a terra tem temperamento. O inverno era duro, mas conhecido, previsível na sua força. Hoje, ca...