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23 coisas que não se pode morrer sem saber:

1- O nome completo do Pato Donald é Donald Fauntleroy Duck.
2- Em 1997, as linhas aéreas americanas economizaram US$40.000 eliminando uma azeitona de cada salada.
3- Uma girafa pode limpar suas próprias orelhas com a língua.
4- Milhões de árvores no mundo são plantadas acidentalmente por esquilos que enterram nozes e não lembram onde eles as esconderam.
5- Comer uma maçã é mais eficiente que tomar café para se manter acordado.
6- As formigas espreguiçam-se pela manhã quando acordam.
7- As escovas de dentes azuis são mais usadas que as vermelhas.
8- O porco é o único animal que se queima com o sol além do homem.
9- Ninguém consegue lamber o próprio cotovelo, é impossível tocá-lo com a própria língua.10- Só um alimento não se deteriora: o mel.
11- Os golfinhos dormem com os olhos abertos.
12- Um terço de todos os gelados vendidos no mundo são de baunilha.
13- As unhas das mãos crescem aproximadamente quatro vezes mais rápido que as unhas dos pés.14- O olho da avestruz é maior do que o seu cérebro.
15- Os destros vivem, em média, nove anos mais que os canhotos.
16- O "quack" de um pato não produz eco, e ninguém sabe porquê.
17- O músculo mais potente do corpo humano é a língua.
18- É impossível espirrar com os olhos abertos.
19- "J" é a única letra que não aparece na tabela periódica.
20- Uma gota de óleo torna 25 litros de água imprópria para o consumo.
21- Os chimpanzés e os golfinhos são os únicos animais capazes de se reconhecer na frente de um espelho.22- Rir durante o dia faz com que você durma melhor à noite.23- 40% dos telespectadores do Jornal Nacional dão boa noite ao jornalista no final.
Curiosidade:

Aproximadamente 70 % das pessoas que lêem isto, tentam lamber o cotovelo! Não adianta, não dá!!

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 O  relógio da sala estava parado às três e dezassete. Não avariado: cansado. Amélia aprendera a medir os dias por ele, e agora imitava-o — ficava sentada, rendida, à espera de que nada acontecesse. A casa cheirava a linho fechado e a ossos fervidos. As paredes tinham a cor dos dentes que já não mordem. Sobre a mesa, três peças de porcelana: duas gastas, uma intacta, branca demais para aquela divisão, como um erro esquecido. Amélia entrou com o pé a arrastar. O soalho gemeu, reconhecendo-a. No espelho do corredor, ajustou o lenço sem se encarar. O reflexo demorou a obedecer. Quando surgiu, o lenço já estava torto — e o reflexo não se apressou a corrigir. Amélia não sorriu. Na cozinha, a chaleira começou a chiar cedo demais, um som curto, aflito. Desligou o gás e pousou a mão no metal quente. O ardor espalhou-se devagar, confundindo-se com o cheiro da sopa esquecida, ambos igualmente antigos, ambos familiares. Sentou-se. Os joelhos estalaram. A porcelana intacta vibro...