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Um bom dia, por cada dia...

Bom dia, Grilo pentatonico
Bom dia, Tremoço virtual
Bom dia, Equus troikanus
Bom dia, Borboleta gentil
Bom dia, Delírio do oeste
Bom dia, Saudades,
Bom dia, Onda do mar azul de verão
Bom dia, Araruta
Bom dia, Gina do mar
Bom dia, Alegrias das ribeiras
Bom dia, Periquita resgatada
Bom dia, Galinha urbana
Bom dia, Bom dia, Tia Armanda
Ansiedade
Bom dia, Esperança
Bom dia, Barata polifonica
Bons amigos, são com as bochechas do cú: sempre unidas e não há merda nenhuma que as separe! Bons amigos são como as cuecas: estão sempre connosco! Bons amigos são como os preservativos: estão sempre a proteger-nos! Bons amigos são como os soutiens: estão lá para apoiar! Bons amigos são como o viagra: põem-nos em cima quando estamos em baixo! Se tens bons amigos manda-lhes esta mensagem e fá-los sorrir!  lol.
Bom dia, delicia transmontana
Bom dia, ternura da alfandega
Bom dia, delicia do Entrudo
Bom dia, marota do carnaval
Bom dia, fava estereofónica
Bom dia, nabo lunar
Bom dia, maré clausum
Bom dia, primavera amena teimosa que afasta o frio rigoroso dos invernos
Bom dia, caracol atómico
Bom dia, lontra atlântica
Bom dia, raia rara
Bom dia, loba marinha
Bom dia, Buraco negro
Bom dia, Topo gigio
Bom dia, xuxu elegante
Bom dia, pelicano poliglota
Bom dia, Prima vera do sol
Bom dia, flor de jasmim
Bom dia, marinheiro de agua doce
Bom dia, alegria das minhas manhas
Bom dia, piolho sexual

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  O frio chegou sem cerimónia, gelado e húmido, cortando a pele antes de ser sentido, trazendo o cheiro da terra revolvida e o toque metálico da chuva a bater nas telhas, devolvendo às manhãs uma luz cinzenta que não pede desculpa. Não anunciou visita. Entrou. Espalhou-se pelas ruas, infiltrou-se nas janelas mal vedadas, fez-se ouvir no ranger antigo das portadas. A chuva veio atrás dele, densa e persistente, com aquela autoridade que não se discute. E, de súbito, o país pareceu surpreendido por algo que sempre fez parte da sua história. Os velhos reconheceram-no de imediato. Encostados aos balcões dos cafés, mãos fechadas em torno das chávenas, disseram sem dramatismo: “Isto era o inverno da minha infância.” Não era saudade gratuita. Era memória concreta. Rios que cresciam sem pressa, valas abertas à enxada, a lâmina a cortar a região molhada, encostas deixadas em paz porque se sabia que a terra tem temperamento. O inverno era duro, mas conhecido, previsível na sua força. Hoje, ca...