Avançar para o conteúdo principal

2011 - Ano do Coelho de Metal

:: Teresa Kam Teng ::

O próximo ano novo Chinês terá início no dia 03 de Fevereiro de 2011 e seu término será em 22 de Janeiro de 2012, será um ano regido pelo Coelho de Metal.

A natureza sociável e conciliadora do Coelho trará a harmonia e a estabilidade para este ano, favorecendo os relacionamentos e os acordos em todas as áreas. A comunicação, a diplomacia, a discrição, o refinamento e os bons modos serão valorizados. As pessoas estarão mais confiantes e ambiciosas, mas para obter o sucesso neste ano, elas deverão buscar com objectividade os seus interesses sem se esquecer do bom senso e da responsabilidade. Neste ano muitos serão os contactos e as oportunidades, mas o prazer, o conforto e a segurança pessoal poderão falar mais alto; e se não houver determinação e comprometimento, pouco será realizado. As pessoas buscarão por mais qualidade do que quantidade.

O 2011, será um bom ano para os negócios, o trabalho em equipe, os estudos, áreas governamentais, a justiça, as actividades ligadas à comunicação, à diversão, ao ramo de alimentos, à qualidade de vida, às artes e tudo o que estiver ligado à beleza e ao bom gosto.

Para saber mais informações

Comentários

Mensagens populares deste blogue

A Hora em Que a Casa Respira

 O  relógio da sala estava parado às três e dezassete. Não avariado: cansado. Amélia aprendera a medir os dias por ele, e agora imitava-o — ficava sentada, rendida, à espera de que nada acontecesse. A casa cheirava a linho fechado e a ossos fervidos. As paredes tinham a cor dos dentes que já não mordem. Sobre a mesa, três peças de porcelana: duas gastas, uma intacta, branca demais para aquela divisão, como um erro esquecido. Amélia entrou com o pé a arrastar. O soalho gemeu, reconhecendo-a. No espelho do corredor, ajustou o lenço sem se encarar. O reflexo demorou a obedecer. Quando surgiu, o lenço já estava torto — e o reflexo não se apressou a corrigir. Amélia não sorriu. Na cozinha, a chaleira começou a chiar cedo demais, um som curto, aflito. Desligou o gás e pousou a mão no metal quente. O ardor espalhou-se devagar, confundindo-se com o cheiro da sopa esquecida, ambos igualmente antigos, ambos familiares. Sentou-se. Os joelhos estalaram. A porcelana intacta vibro...