Avançar para o conteúdo principal

Uma noite diferente...

Depois de um belo e enorme jantar à luz de velas,
E na companhia de um caseiro morangoska e vinho
E na companhia de estrelas cintilantes.
Uma noite á mistura, Cinema, Feminilidade e Sexualidade…

Assistimos a um filme, antigo mas interessante de conteúdo e hilariante.
Com Liam Neelson, “Vamos falar de Sexo” ou "Relatório Kinsey"
Sobre sexualidade, preliminares, toque, conhecimento dos corpos
Pena não termos conseguido ver o final do filme.

Também nós temos dificuldade em falar de sexualidade
Seja com os pais, seja com os respectivos companheiros,
E já ultrapassamos a fase escolar,
Por isso não temos educação sexual
Resolvemos ter uma noite, só de gajas...

Mas depois do filme, foi um descambar das mentes…
Expor as dúvidas sobre sexualidade,
Saber o que hoje em dia existe no mundo,
Mais ou menos homens, mais ou menos gays,
Mais ou menos mulheres, mais ou menos lésbicas.

Como voltar ao mercado de “procura de homens”,
Depois de terminarmos com alguém de longa data.
As curiosidades sobre lingerie...
Sobre as provocações, as posições e locais...
Sobre como, quando e aonde...

Sem darmos conta, já eram três da manhã.
Um abandonar de um ambiente caloroso
Um assunto que para muitas ficou esclarecida,
Para outras, um “open mind”
e ainda um resumo para estudar para o próximo evento...

E uma Rosa mimosa entregue pela a dona da casa,
Que abriu-nos as portas e janelas, a mesa e os braços,
E desejando o melhor regresso à casa.
OBG O.D.

Comentários

Olguita disse…
Querida Lara,
És tão linda!
As palavras que não dizes, escreve-las, e de forma magistral.
És tão importante na minha vida. Não te afastes demasiado que eu gosto demasiado de ti.
Um beijo gaja ma linda!

Mensagens populares deste blogue

O Inverno Que Regressou

  O frio chegou sem cerimónia, gelado e húmido, cortando a pele antes de ser sentido, trazendo o cheiro da terra revolvida e o toque metálico da chuva a bater nas telhas, devolvendo às manhãs uma luz cinzenta que não pede desculpa. Não anunciou visita. Entrou. Espalhou-se pelas ruas, infiltrou-se nas janelas mal vedadas, fez-se ouvir no ranger antigo das portadas. A chuva veio atrás dele, densa e persistente, com aquela autoridade que não se discute. E, de súbito, o país pareceu surpreendido por algo que sempre fez parte da sua história. Os velhos reconheceram-no de imediato. Encostados aos balcões dos cafés, mãos fechadas em torno das chávenas, disseram sem dramatismo: “Isto era o inverno da minha infância.” Não era saudade gratuita. Era memória concreta. Rios que cresciam sem pressa, valas abertas à enxada, a lâmina a cortar a região molhada, encostas deixadas em paz porque se sabia que a terra tem temperamento. O inverno era duro, mas conhecido, previsível na sua força. Hoje, ca...