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Piadas da semana

Um homem entrou no BCP, foi ao caixa e disse:
"Eu quero abrir a porra duma conta, na merda deste banco, s'faxavor!"
A rapariga da caixa, estupefacta, perguntou:
"O Senhor desculpe, mas acho que não ouvi bem o que disse? Não se importa, de repetir?"
"Bem, veja lá se ouve desta vez, caralho! Eu disse, que quero abrir a porra de uma conta, na merda deste banco! Comé?? Demora muito?"
Ela pediu licença, e foi contar a desagradável situação ao gerente, que concordou que ela não era obrigada a ouvir tal palavreado.
Dirigiu-se com ela ao balcão, e interpelou o homem:
"O Senhor importa-se de me dizer o que se passa? Há algum problema?"
"Foda-se, não há merda de problema nenhum! Eu é que ganhei os 25 milhões no Euromilhões e quero abrir a porra duma conta, na merda deste banco! Foda-se!"
"Ah! Percebo perfeitamente... e esta puta, está a complicar as coisas ao Senhor Doutor, não é verdade?"
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Um tipo decide vender o carro e, como já é usual, utiliza o método de colocar um anúncio com o nº de telemóvel no vidro traseiro do carro. 
Dirige-se para o trabalho e conduz muito tranquilamente a 50Km/h.
De repente toca o telemóvel:
â- Bom dia, fala de uma unidade móvel da Brigada de Trânsito da G.N.R. e estamos atrás de si. O senhor nÃo sabe que é proibido atender o telemóvel enquanto conduz?  Encoste por favor! 

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A Hora em Que a Casa Respira

 O  relógio da sala estava parado às três e dezassete. Não avariado: cansado. Amélia aprendera a medir os dias por ele, e agora imitava-o — ficava sentada, rendida, à espera de que nada acontecesse. A casa cheirava a linho fechado e a ossos fervidos. As paredes tinham a cor dos dentes que já não mordem. Sobre a mesa, três peças de porcelana: duas gastas, uma intacta, branca demais para aquela divisão, como um erro esquecido. Amélia entrou com o pé a arrastar. O soalho gemeu, reconhecendo-a. No espelho do corredor, ajustou o lenço sem se encarar. O reflexo demorou a obedecer. Quando surgiu, o lenço já estava torto — e o reflexo não se apressou a corrigir. Amélia não sorriu. Na cozinha, a chaleira começou a chiar cedo demais, um som curto, aflito. Desligou o gás e pousou a mão no metal quente. O ardor espalhou-se devagar, confundindo-se com o cheiro da sopa esquecida, ambos igualmente antigos, ambos familiares. Sentou-se. Os joelhos estalaram. A porcelana intacta vibro...