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Pares improváveis - a luz das letras!

Preparados para o festival que irá acontecer neste fim-de-semana, por quatro dias. Enquanto o meu companheiro conduzia serenamente, eu fazia uma viagem adormecida, com almofadinha ao pescoço. Chegámos decorrido uma hora. Estendemos o pano, pusemos umas cadeiras e lanchamos, eu, meu companheiro e a nossa cadela. Esperávamos pelos outros, que iriam chegar brevemente.

Ao montar as tendas, olhava para o céu e o por do sol de laranja brilhante, amanhã irá estar muito calor, dizia eu. Fomos tomar banho de chuveiros e de água fria.

Seguimos para o recinto da aldeia, aonde a festa ia começar com muita gente. Todo o género de pessoas, bebés, crianças, famílias, jovens e adultos com mais idade, até a população local. A aldeia era Pequena, com casas baixas e todas pintadas de branco e uma igreja no centro.

Havia vários palcos, auditório e recintos grandes para tocar as bandas até às altas horas da noite. Vários locais de casa-de-banhos, para homens e para mulheres. Havias várias lojas de comidas e bebidas e sítios para sentar e comer. Lojas de vendas de objetos do festival e carregamentos nas pulseiras para transações. Também havia carrinhos de bolos, gelados e gulodices. Um deles, adorávamos. Bolas de Berlim de vários sabores (creme, Nutella, maça e canela) e bolos de bolachas intrigantes com vários sabores (normal, amêndoas, canela, chocolate e outros) e textura (mole, duro e rijo). 

Foram uns dias quentes e noites excelentes. De dia, íamos à praia fluvial ali perto, tomar o pequeno-almoço e banho de rio. Almoçamos todos juntos, conversamos muito e ríamos. Voltávamos para o campismo, tirávamos uma sesta, debaixo das árvores, á sombra. A meio da tarde, íamos tomar banho e seguíamos para os concertos, quer a solos ou em bandas.

Claro sempre com muitas garrafas de água, que enchíamos e protetor solar.


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