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quinta-feira, 30 de junho de 2016

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Dia de São Pedro

O Dia de São Pedro comemora-se em Portugal a 29 de junho. Tal como São João e Santo António, São Pedro é um santo popular. É o último santo popular de acordo com as datas, apesar das cantigas populares. Este dia é também conhecido como o diaSão Pedro e São Paulo. Julga-se que 29 de junho é a data do aniversário da morte destes santos.

Tradições de São Pedro

A data é celebrada no mês dos santos populares - junho - e a tradição manda que a população festeje a data decorando as ruas com várias cores e manjericos. Bailes e marchas populares são organizadas nas ruas e a música está sempre presente.
Na gastronomia, a sardinha assada, o pimento, broa, caldo verde e vinho são os elementos principais da festa.

Festas de São Pedro em Portugal

Algumas cidades celebram o feriado municipal no dia de São Pedro como por exemplo, Póvoa de Varzim, Sintra, Montijo, Évora, Castro Verde, São Pedro do Sul, Seixal, Macedo de Cavaleiros, Ribeira Grande, Felgueiras e Bombarral. Para celebrar o São Pedro com euforia estes são os principais destinos a visitar.

terça-feira, 28 de junho de 2016

Vive ou acumula...

JC Vergueiro
31/3
Um jovem advogado foi indicado para inventariar os pertences de um senhor recém falecido. Segundo o relatório do seguro social, o idoso não tinha herdeiros ou parentes vivos. Suas posses eram muito simples. O apartamento alugado, um carro velho, móveis baratos e roupas puídas. “Como alguém passa toda a vida e termina só com isso?”, pensou o advogado. Anotou todos os dados e ia deixando a residência quando notou um porta-retratos sobre um criado mudo.
Na foto estava o velho morto. Ainda era jovem, sorridente, ao fundo um mar muito verde e uma praia repleta de coqueiros. À caneta escrito bem de leve no canto superior da imagem lia-se “sul da Tailândia”. Surpreso, o advogado abriu a gaveta do criado e encontrou um álbum repleto de fotografias. Lá estava o senhor, em diversos momentos da vida, em fotos em todo canto do mundo.
Em um tango na Argentina, na frente do Muro de Berlim, em um tuk tuk no Vietnã, sobre um camelo com as pirâmides ao fundo, tomando vinho em frente ao Coliseu, entre muitas outras. Na última página do álbum um mapa, quase todos os países do planeta marcados com um asterisco vermelho, indicando por onde o velho tinha passado. Escrito à mão no meio do Oceano Pacífico uma pequena poesia:
Não construí nada que me possam roubar.
Não há nada que eu possa perder.
Nada que eu possa trocar,
Nada que se possa vender.
Eu que decidi viajar,
Eu que escolhi conhecer,
Nada tenho a deixar
Porque aprendi a viver...

segunda-feira, 27 de junho de 2016

sábado, 25 de junho de 2016

FESTA INDIANA

       FESTA INDIANA

25 de Junho -  Sábado -    18h00- 21h00
Jardim Quinta  da Nossa Senhora de Paz
Azinhaga da Torre do Fato, 1600 Lisboa
(traseiras da Comunidade Hindu de Portugal)

Tarde Indiana, destina-se a um festejo na qual durante algumas horas poderá experienciar a cultura indiana através de diversos Workshops e Actividades:


WORKSHOPS
  • Actuação de Dança Indiana
  • Workshop de Saree
  • Chá Indiano com receita e mais

SESSÕES CONTINUAS
  • Sessão de “Block Printing”
  • Pinturas da   Henna  (18:30 – 20:30)
  • Aprenda a escrever o seu nome em Língua Hindi
  • Visita às especiarias indianas
  • Jogos tradicionais da India
  • Exibição de trajes de diversas zonas da India

ENTRADA LIVRE
Mais informações: cultura@comunidadehindu.org
Tel : 21 752 49 81 / 21 757 65 24
Apoio:  Junta Freguesia do Lumiar & EGEAC

Obrigada, Amigas e Amorzinho!


quinta-feira, 23 de junho de 2016

Era uma vez o Espaço


 

Já tinha falado aqui do desenho animado Era uma vez a Vida, mas antes desse já tinham sido produzidas duas séries com as mesmas personagens e que tiveram também algum sucesso no nosso País. Hoje falarei da segunda série, ambientada no espaço sideral e chamada por cá de Era uma vez o Espaço.

Esta série tinha um aspecto muito diferente se comparando com as outras duas congéneres, enquanto o Era uma vez.. o homem e o Era uma vez.. a vida assentavam numa forte componente educativa, este entrava por uma componente mais dramática e de aventura, apostando mais na componente diversão.

O criador era o mesmo, o Francês Albert Barillé, que idealizou 25 episódios que foram produzidos pela produtora Procida em 1982, e que foi transmitida pela RTP em 1984 numa versão dobrada em Português e que nos surpreendia logo com a espectacular música do genérico.


A excelente banda sonora de Michel Legrand ajudou a que as aventuras no Espaço fossem mais emocionantes, e a versão Portuguesa da música do genérico dava um ar grandioso à coisa e nos deixava entusiasmados logo no começo.

A história mostra-nos as aventuras de Pedrito e da sua amiga Psi(Margarida Rosa Rodrigues), que eram uns novatos na Polícia de Omega que era chefiada pelo pai de Pedrito, o Coronel Pedro (Virgílio Castelo).

As personagens da primeira série apareciam aqui, adaptadas a novos papeis de acordo com o espírito de ficção científica do programa (assim como mais tarde foram adaptadas a personagens do corpo humano), o que ajudava a cimentar o interesse dos fãs e o sucesso da franquia que se multiplicava pela venda de revistas, cadernetas e diverso merchandising.

Havia portanto ainda o famoso Mestre (Canto e Castro), o "robô" Metro(Teresa Madruga) e o Comandante Ruivo (Orlando Costa) na parte dos bons e o Coronel Velhaco (Canto e Castro) e o Nanico (António Feio) no lado dos vilões.

Muitos confrontos entre várias civilizações, sendo que a Terra fazia parte de uma confederação que ajudava a proteger as pessoas das investidas do Coronel Velhaco e das suas tropas. Existia na mesma algum humor, típico nestas produções do Era uma vez.., mas esta série primava mais pela acção e a aventura.

Lembro-me de ver quando repetiu no decorrer da década de 80 (e na de 90 também), mas de não me puxar tanto o interesse como as outras duas, que curiosamente (ou talvez não) enveredavam por uma componente mais educativa, que nos ajudava a aprender coisas ao mesmo tempo que nos divertíamos.




http://aindasoudotempo.blogspot.pt/2013/02/do-era-uma-vez-o-espaco.html

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Piada do mês

  Esta é só para os resistentes e bem humorados.

   Não te rias se fores capaz...

  
 Imagina a cena...
Um miúdo estava a brincar no apartamento com um balão de festa de anos.
Chutava para cá, chutava para lá, até que o balão acabou entrando na casa de banho e foi cair justamente dentro da sanita.
Ele chegou, espreitou lá para dentro, viu o balão molhado, ficou com nojo e deixou-o ali mesmo.
Pouco tempo depois o seu pai entrou apressado para se 'desocupar' e sentou-se na sanita sem notar o balão. O almoço tinha sido muito pesado, e após ficar bem aliviado, olhou como era hábito, para dentro da sanita e ficou horrorizado com o espectáculo.
As suas fezes, muito moles, tinham coberto o balão e a impressão que se tinha era de um imenso, um absurdo, um gigantesco bolo fecal! Sem acreditar naquilo, começou a ficar muito branco, e dali mesmo ligou pelo telemóvel, para um seu amigo que era médico:
- Cardoso, acho que devo estar com algum problema sério ! Enchi a sanita de merda. Nunca vi tanta merda assim na minha vida!... está quase a extravasar!
- Oh Anselmo, com certeza que estás a exagerar!


 - Qual exagero, qual quê !!! Estou na casa de banho a olhar para este 'merdel' todo, agora! Isto é um absurdo! Estou muito doente!!!
- Bom, eu já estava de saída do consultório. Aproveito e passo aí que é a caminho de minha casa!
O médico chega e vai directo ao amigo, que estava à espera à porta da casa de banho.
- Olá, Anselmo, ora vamos lá ver isso que vo............ CÉUS!!! O que é isto??? Que é que tu comeste, criatura???
- Eu não disse?! Agora acreditas?!
- Isto é incrível !

 - Então, será que tenho algum problema sério?!
 - Olha, o melhor é levar uma amostra disto e mandar para análise!
O médico saca de uma pequena espátula e um frasco esterilizado da sua maleta e quando espeta o 'bolo' para retirar uma amostra do material............
BUMMM!!!!!!!!!!! O balão estoura e voa merda para todo o lado !
Seguem-se instantes de absoluto silêncio.

 Os dois amigos, completamente cagados, olham-se.
 Estupefacto, o médico berra:
 
- Put... que pariu isto !!!! Achava eu, em 30 anos de medicina que já tinha visto de tudo, mas um peido com casca, NUNCA !!!

As queixas mais bizarras dos ingleses quando estão de férias

Verão é sinónimo de praia, de estrangeiros de escaldão às costas e de queixas na ponta da língua. Os ingleses são dos que mais procuram países com mais sol que o seu, mas nem o clima os impede de reclamar de tudo e de nada.


Associado aos turistas ingleses está o estereotipo de que estes, mesmo em período de descanso, se estão sempre a queixar.
Telegraph compilou um lista das queixas mais hilariantes dos britânicos em férias, um resumo das situações relatadas na conta de Twitter humorística especialmente dedicada ao tema - ‘Holiday Complaints’.
1- “O meu noivo e eu reservamos um quarto com duas camas individuais, mas o quarto tinha uma cama de casal. Agora estou grávida.”
2- “O gelo no meu copo derreteu muito depressa.”
3- “Muitas pessoas na Alemanha e só falavam alemão.”
4- “Há muitos espanhóis. A rececionista fala espanhol. A comida é espanhola. Demasiados estrangeiros.”
5- “Havia muitos ingleses em todo o lado, pensávamos que Ibiza seria mais exótica.”
6- “Estava muito vento na praia e a areia ia para os olhos. Ninguém nos avisou acerca do vento.”
7- “A comida era tão barata que quando regressei a casa pesava mais três quilos.”
8 - “Fomos fazer uma viagem de canoa, mas ficámos muito dececionados porque ninguém nos disse que não haveria casa de banho a bordo. Foi muito inconveniente.”
9 - “O bar ainda não estava aberto às sete da manhã e por isso não consegui beber a minha cerveja no aeroporto"
10 - “Fomos fazer umas férias no esqui, mas não fomos informados de que teríamos que ser capazes de esquiar.”

terça-feira, 21 de junho de 2016

Por momentos…

Tudo pode acontecer
Tudo pode começar e pode acabar
Tudo o vento pode levar
E do mesmo vento pode voltar
Ter dores de alma ou no corpo
Ter oportunidades únicas
E diversas que vem e vai
Sonhos que passam
Sonhos que ficam
E tornam-se realidade.
Nada é certo e destinado
Nada tem tempo para vir e ficar
Nada é marcado ou para todos.
Mas o que é certo
Tudo o que já passou
Tudo o que já foi decidido
Tudo o que já se fez ou não fez
Faz parte do passado
Passado é passado
Nada nem ninguém
Pode traze-lo de volta.
Futuro é incerto
Não sabemos o dia de amanhã
Nem o que iremos fazer
Nem se estaremos cá para presenciar
Somente podemos estar no presente
O que decidir e como decidir,
O que pensar e como escrever,
O que fazer e como agir,
O que evitar,
O que deixar de doer, de sofrer,
Só podemos fazer hoje e agora
E não o dia de ontem ou amanhã
Só neste preciso momento.
----------------------Autoria LMCF----------------

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Pega monstro

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Ainda te queres casar comigo?

Amor...
Marta Poppe Fotografia
"Ainda te queres casar comigo?"
Existe um senhor que se levanta de manhã, frita rissóis, faz sandes de couratos e compra um Compal diariamente. Organiza tudo num saquinho e dirige-se à Santa Casa da Misericórdia de Almada. Apressa o passo e tenta chegar cedinho. Tem tanta coisa para ver.
Vai visitar a mulher.
Luísa está internada com demência há 5 anos
Ele tem 90 anos, ela ainda não chegou aos 80.
Tempo tão escasso para se dizer ainda tanta coisa.
Entra nas instalações e cumprimenta as funcionárias como se fosse lá de casa. Corrige a postura e compõe-se meticulosamente. É tão importante aquilo que vai fazer…
Entra na sala e procura-a com o olhar.
Quando a encontra, atravessa a sala e pergunta-lhe se ela se quer casar com ele outra vez. Diz-lhe que está linda.
Ela sorri e estende-lhe as mãos. Ela, que não reage a ninguém e pouco fala, só quer agarrar-se a ele e dar-lhe beijinhos.
Num desses momentos, tive a sorte de estar presente e captar toda esta ternura que tentei passar através da lente.
A misericórdia pode ser visível sim e, neste dia, aprendi muito.
Aprendi que o amor não se acaba com a memória, ou com a falta dela.
Aprendi que apesar de estarmos frágeis por dentro, podemos sempre “fingir” que tudo está bem mesmo quando não sabemos o que vai acontecer.
Aprendi que uma pessoa que já foi alegre, passa a sua alegria para quem a rodeia, para quem quer perpetuar a realidade da felicidade.
Este senhor ensinou-me isto nesse dia.
Ensinou-me que com 90 anos ainda se pode fazer tudo por alguém, especialmente quando esse alguém já não sabe quem é.
Texto: Mariana Quintela
Foto: Marta Poppe

terça-feira, 14 de junho de 2016

Grupos Sanguíneos

Karl Landsteiner, que classificou os grupos sanguíneos

Karl Landsteiner, médico norte-americano, é homenageado com um Google doodle, nesta terça, dia 14 de junho, em que se assinala o 148.º aniversário do Nobel que classificou os grupos sanguíneos e que propôs o termo ‘anticorpo’ para as substâncias responsáveis pela aglutinação do sangue.
Sabe qual é o seu tipo de sangue? É relevante sabê-lo. E graças a Karl Landsteiner, médico e biólogo austríaco naturalizado norte-americano, foi possível ter acesso a esta informação.
A Google homenageia neste dia Karl Landsteiner, médico e biólogo que nasceu em Baden, na Áustria, no dia 14 de junho de 1868 – há exatamente 148 anos.
Landsteiner é autor de uma ampla pesquisa, que alargou os horizontes da medicina. Em 1901, descobriu que havia diferentes tipos de sangue, classificando-os como A, B, AB e O.
Este avanço científico levou a que fosse possível uma transfusão de sangue, que viria a ser realizada, pela primeira vez, em 1907.
Landsteiner também colaborou com o cientista Erwin Popper, estabelecendo as bases que levaram à descoberta do vírus da pólio, permitindo assim o tratamento de uma doença que afetou milhões de crianças.
A obra de Karl Landsteiner viria a ser reconhecida, com o Prémio Nobel de Fisiologia ou Medicina de 1930, precisamente pelo trabalho de classificação dos grupos sanguíneos, sistema A B O, e do fator RH.
Para descobrir estas caraterísticas do sangue, Karl Landsteiner recolheu amostras de sangue de diversas pessoas. Isolou os glóbulos vermelhos e procedeu a diferentes combinações entre plasma e glóbulos vermelhos.
Verificou que, em alguns casos, pelo efeito da aglutinação dos glóbulos, formaram-se grânulos. Mas nem todos os tipos de sangue produziam este efeito.
Karl Landsteiner concluiu, então, que o sangue tinha particularidades, de pessoa para pessoa. E compreendeu a razão pela qual algumas pessoas toleravam a transfusão sanguínea (a primeira foi realizada em 1907) e outras não.
Em memória de Karl Landsteiner, todos os anos se assinala, a 14 de junho, o Dia Mundial do Dador de Sangue.
Landsteiner viria a morrer em Nova Iorque, a 26 de junho de 1943. Da sua profunda obra destaca-se ainda o facto de ter sido este médico a propor o termo “anticorpo”, para as substâncias responsáveis pela aglutinação do sangue. Uma palavra que se manterá no vocabulário médico, para sempre.
Como curiosidade, assinala-se também hoje o nascimento de Aloysius Alzheimer, a 14 de junho de 1864. Este psiquiatra alemão gravou o seu nome na História por se tornar no primeiro a reconhecer uma doença neurodegenerativa, que viria a ser batizada com o seu nome.

segunda-feira, 13 de junho de 2016

ALF

Michu Meszaros, que fez 'ALF, o Eteimoso', morre aos 76 anos, diz site
Segundo TMZ, ele estava em coma há uma semana; causa não foi divulgada.
Ator de 83 cm fez cenas em que personagem aparecia de corpo inteiro.

O ator e artista de circo húngaro Mihaly "Michu" Meszaros, que interpretou o personagem-título em alguns episódios série "ALF, o ETeimoso", morreu aos 76 anos, informa nesta segunda-feira (13) o TMZ.
De acordo com o site, que cita como fonte o empresário de Meszaros, Dennis Varga, o ator estava internado em um hospital de Los Angeles havia uma semana, após ter sido encontrado inconsciente no banheiro de casa. Desde então, ele estava em coma. A causa da morte não foi divulgada.
Michu Meszaros participou dos poucos episódios de "ALF" (1986-1990) em que o protagonista aparecia de corpo inteiro e caminhando. Na maior parte do tempo, o personagem era representado por um boneco de pelúcia manipulado por trás dos cenários. O portal IMDb lista o nome de Meszaros em 11 capítulos da série.
Nascido em Budapeste, na Hungria, Meszaros media 83,82 centímetros de altura quando adulto. Ainda na adolescência, passou a trabalhar no circo com o título de "o menor homem do mundo".

O obituário do TMZ informa ainda que o ator se tornou um amigo próximo do cantor Michael Jackson.
Ao longo da carreira, Meszaros trabalhou em filmes como "A passagem" (1988), "Big Top Pee-wee" (1988) e "Freaklândia: O parque dos horrores" (1993). Também foi dublê do personagem Mikey em "Olha quem está falando" (1989).

domingo, 12 de junho de 2016

Dia de Santo António

Santo Popular

Santo António é o santo padroeiro da cidade de Lisboa e conhecido como o santo casamenteiro, sendo o santo a quem os jovens devem pedir ajuda para arranjar namorada(o) e/ou casar.
Este santo também é conhecido como o santo dos pobres e o santo das coisas e das causas perdidas. Sempre que se perde algo, pode-se rezar ao Santo António em auxílio, para este ajudar a encontrar a coisa perdida.
As crianças devem dar uma esmolinha ao Santo António e pedir proteção e saúde.
Santo António nasceu a 15/08/1195, em Lisboa, e faleceu a 13/06/1231, em Pádua.

Tradições de Santo António

Neste dia é feriado municipal em Lisboa. As festividades da cidade são marcadas pelas marchas populares e pelos casamentos de Santo António (no dia 12 de junho), com a celebração de vários casamentos em conjunto e com os arraiais nos bairros da cidade. Os lisboetas têm por hábito festejar o Santo António nas ruas da cidade enfeitando as casas e bairros históricos com cores coloridas, colocando manjericos nas janelas. O Santo António faz parte das celebrações das Festas de Lisboa, que se realizam em junho.
A tradição manda que no dia de Santo António, os foliões comam sardinhas assadas, caldo verde, pimento assado e broa.

Frases e Quadras de Santo António

Santo António meu querido, o que peço em segredo é um marido.
Grande Santo António, tu que és um protetor, protege sempre a minha vida e a do meu amor.
Que o Santo António abençoe para sempre o nosso casamento.
Não precisa de altar
O nosso Santo Antoninho
No coração pode ficar
Fazer dele o seu cantinho.
Oh, manjerico bem cheiroso
Pelo regar e por ao luar
Dá-lhe um rapaz bem jeitoso
Para com ela se casar.

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Os castelos são do tempo dos mouros ? Castelo de Guimarães, Castelo de S.Jorge.

Os castelos são do tempo dos mouros
Tinham sido, mas o tempo destruíra-os. Então, o Estado Novo decidiu reerguê-los como achou que ficavam melhor com muitas ameias bem recortadas. E fez o mesmo a igrejas medievais
Antes da década de 40 do século XX, quem percorresse o País quase não encontraria castelos. Reduzidas as antigas fortalezas medievais a montes de pedras, só a custo se conseguiria divisar aqui ou ali um pedaço de muralha, um vestígio de escadaria ou uma torre arruinada.
Querem ouvir uma história? Se, num belo dia de 1836, um dos vereadores vimaranenses tivesse votado de forma diferente numa reunião camarária, o Castelo de Guimarães teria sido demolido e a sua pedra utilizada para calcetar as ruas. Foi por um só voto que saiu derrotada a proposta nesse sentido apresentada pela Sociedade Patriótica Vimaranense. Vá lá, compreende-se: estava ainda bem viva na memória de todos a guerra civil entre os liberais de D. Pedro e os absolutistas de D. Miguel, e o castelo tinha servido de prisão política miguelista...
Mesmo assim, ainda seria demolida a Torre de S. Bento, antes de, em 1881, a fortaleza ter sido classificada como "monumento histórico de primeira classe" e, em 1908, ter ascendido à dignidade de "monumento nacional".
Veio depois o Estado Novo, com toda a encenação que é apanágio dos regimes ditatoriais, ancorados em glórias passadas e palpitações nacionalistas e os castelos foram postos de pé como construções de cartolina. Em Guimarães, foi a partir de 1937 que se procedeu a obras de intervenção, surgindo aos olhos de todos um harmonioso edifício de torres direitas e ameias certinhas rodeado de árvores frondosas e de extensos relvados.
É esse o castelo que hoje vemos e que podemos visitar, associando-o a D. Afonso Henriques e apodando-o de "berço da nacionalidade".
Mas o castelo de Guimarães não é caso único longe disso. Também muitos dos lisboetas das últimas três ou quatro gerações, que se habituaram a passear, a meditar e a namorar no Castelo de São Jorge, nem sequer sonham que há pouco mais de meio século aquele suposto testemunho do passado da cidade pura e simplesmente não existia. Mas a verdade é que as muralhas e torres hoje visíveis foram construídas a partir de 1938, no âmbito do tal programa salazarista de devolução de muitos dos monumentos nacionais a uma desejada pureza original, mas que frequentemente não passou de uma recriação livre dos edifícios ao sabor dos gostos de arquitetos e decoradores.
TIRA CHAPELINHOS, PÕE AMEIAS
E a Sé de Lisboa? Olhamos para ela, com as suas torres ameadas que mais parecem de castelo do que de igreja, e pensamos: aqui está um edifício com quase dez séculos de idade... Mas não. Se a catedral lisboeta, como outras por esse País fora, é realmente de fundação muito antiga, a Sé que os nossos pais ou avós viam não é exatamente a mesma que agora ali se encontra.
O templo foi mandado construir por D. Afonso Henriques logo a seguir à conquista da futura capital de Portugal aos muçulmanos, em 1147, no mesmo local onde se erguia a grande mesquita da cidade. Naturalmente, ao longo dos tempos a Sé foi recebendo acrescentos e alterações, sempre de acordo com o estilo usado na época da intervenção. Daí resultou uma mistura de traças, desde o Românico puro dos primeiros tempos até ao Barroco de D. João V, passando pelo Gótico de D. João I.
Até aqui, tudo bem. O estranho foi quando, há pouco mais de cem anos, se resolveu restituir a Sé à traça primitiva, seja lá isso o que for. A Idade Média, com as suas tonalidades românticas, inflamava as imaginações. Aliás, o mesmo tinha sido feito noutros países europeus, a começar pela França, cujas imponentes catedrais haviam sido quase reerguidas na primeira metade do século XIX.
Começou então a dança da Sé alfacinha.
Em séculos passados o templo já tinha possuído uns pináculos cónicos a coroarem-lhe as torres. Estes "chapéus" caíram com o terramoto de 1755 e as torres passaram então a ser rematadas por uma espécie de parapeitos metálicos. Era assim a Sé dos finais do século XIX. Resolveu-se às tantas proceder a uma intervenção, e uns remates cónicos voltaram a ser construídos.
Foi essa a Sé que conheceram os jovens da geração de 1910-1920. O Estado Novo decidiu depois conferir à igreja um ar mais sólido e, para tal, derrubou os pináculos e encheu as torres de ameias, talvez para fazer conjunto com as do Castelo de São Jorge. O resultado, que é o que ali vemos agora, tem portanto menos de um século.
Por isso nos enganamos quando, olhando para os monumentos da Idade Média, pensamos com os nossos botões: ora aqui está uma construção sólida, que resistiu como uma rocha à passagem dos séculos...

terça-feira, 7 de junho de 2016

Borras de cafe


Nunca mais deites as borras de café para o lixo! Não imaginas o que estás a perder!

Aqui vão umas dicas para aproveitar as borras de café, que em geral se deitam fora. Todos nós temos o hábito de deitar para o lixo as borras de café sem nunca nos ter passado pela cabeça se elas seriam úteis para alguma coisa. Pois a partir de agora vais deixar de o fazer, pois as borras de café têm algumas utilidades fantásticas, e vão-te ser muito úteis em diversos casos.

Ficam aqui algumas dicas para usares as borras de café!

- Desentope o lava louça:     É mesmo. À primeira vista o que parece ser um absurdo não o é! Mas as     borras desentopem mesmo o lava loiça. Experimenta!
2
 Dá um fim às formigas
     É só fazer um caminho com a borra já seca e” bye-bye” formigas. Se não     quiseres sujar o armário ou outro compartimento coloca num prato     pequeno as borras que funciona igualmente. No jardim também consegues     dar um fim nelas. Coloca o café coado inteiro em cima delas.

3
 Elimina o maus cheiro do frigorífico
     Basta colocares num pires as borras dentro do frigorífico. Podes também     colocá-las dentro de um pacote de manteiga vazio e fazer uns furos na     tampa.

4
 Afasta os gatos do jardim.     Se o teu gato não gosta de usar a caixa de areia coloca um prato com as     borras de café onde ele costuma ir e troca-o semanalmente.

5
 Óptimo esfoliante de pele.

Basta seguires a receita:
  1 chávena de borra de café quente  1/2 chávena de açúcar ou sal  1 colher de sopa de azeite  Espalha pela pele em especial pés e cotovelos. Deixa atuar alguns minutos e depois retira.

6
 Elimina mau cheiro dos ralos.     Basta colocar meia chávena de borra de café no ralo e logo de seguida 5     chávena de água quente e adeus odor!
7
 Adeus cheiro de alimentos nas mãos
     Elimina cheiro a peixe, alho, cebola, coentro e muitos mais     condimentos. É só esfregar a borra de café nas mãos e sai logo. De     seguida é só lavar as mãos.

8
 Fertilizante para as plantas
     Coloca um pouco da borra de café nas plantas e jardim e elas ficarão     mais belas e fortes. Por ser rica em nitrogénio ela é um excelente     fertilizante, além de proteger as raízes contra fungos.

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Geração Ecológica

 Na fila do supermercado, o caixa diz a uma senhora idosa: 
 
- A senhora deveria trazer os seus próprias sacos reutilizáveis para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigos do ambiente.
A senhora pediu desculpas e disse: - Não havia essa onda verde no meu tempo.
O empregado respondeu: - Esse é exactamente o nosso problema hoje, minha senhora.
A sua geração não se preocupou o suficiente com o nosso ambiente.
- O senhor está certo - responde a velha senhora - a nossa geração não se preocupou adequadamente com o ambiente. 
Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja.
A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reutilização e  os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.
Realmente não nos preocupamos com o ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhávamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.
Mas o sr. está certo. Nós não nos preocupávamos com o ambiente. Até então, as fraldas de bebes eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. 
Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bambaleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam as nossas roupas. 
Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
Mas é verdade: não havia preocupação com o ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. 
E a TV era do tamanho de um lenço, não tinha um écran do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas eléctricas, que fazem tudo por nós. 
Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plástico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.
Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a relva, era utilizado um cortador que exigia músculos. 
O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a electricidade.
Mas o sr. tem razão: não havia naquela época preocupação com o ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos.
Canetas: recarregávamos com tinta tantas vezes ao invés de comprar outra. Abandonamos as navalhas,  ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lâmina ficou sem corte.Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o autocarro ou o eléctrico e os meninos iam de bicicleta ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. 
Tínhamos só  uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos.. 
E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.
Então, não é visível que a atual geração fale tanto em "meio ambiente", mas não quer abrir mão de nada e por acaso o sr. não pensa em viver um pouco como na minha época?


 
Agora que  já leu o desabafo, envie para os seus amigos que têm mais de 50 anos de idade , e para aqueles que têm tudo nas mãos e só sabem criticar os mais velhos...

quinta-feira, 2 de junho de 2016

quarta-feira, 1 de junho de 2016