Avançar para o conteúdo principal

Habemos anos!!

Fazer anos é importante
Por estarmos sempre a crescer mais um pouco
nem que seja pelas aventuras e experiências
pelas guerras e batalhas, 
pelas derrotas e sucessos,
pelo os que olhos vêem para crer
Aprende-se com o errar na vida.

Fazer anos não significa mais um ano, 
e pensar que caminhamos para a velhice.
Significa sabermos viver a vida como ela é e como queremos
que o silêncio às vezes é a melhor resposta,
que não se espera que a felicidade chegue, procura-se,
que quando se pensa que sabe de tudo, ainda temos muito que aprender,
que o julgamento alheio nada importa, o que realmente importa é a paz interior,
que a natureza é uma das coisas mais perfeitas da vida
que o nosso ser é livre.

Fazer anos é tornarmos crianças
mesmo temporariamente, mesmo por breves segundos, 
é bom sermos crianças em momentos especiais
aumenta o espírito de criança que existe dentro de nós,
que se pode falar com as estrelas, confessar-se à lua e viajar além do infinito,
que é necessário sonhar e procurar realizar esses sonhos é ainda mais necessário;
que se deve ser jovem toda a vida.

Fazer anos é festejar com a família e amigos
com família que estão por perto e longe também 
receber mimos com mensagens, beijos e convívios
amor é amar, dar e receber, 
que amigos conquistamos sendo nós mesmos,
que os verdadeiros amigos estão connosco até ao fim,
que amar significa dar por inteiro e por vezes não esperar pelo retorno,
que apenas um dia pode ser mais importante que muitos anos.

Ao fazer anos, recebi ,mil mensagens, 
os beijos vindos de todos os lados, 
Barcelona, Itália, Madrid, Inglaterra, Moçambique, Índia e Portugal, 
sms, telefonemas, facebook, mensagens, messenger, whatsapp, pessoais
dos amigos (as) e familiares, 
das pessoas que estão atrasados 
e dos meus inimigos que são poucos
agradeço e retribuo com mil mimos do meu coração.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Contos ao cair da noite, inspirados no ritual de ...Cura

Helena estava doente há quase um ano quando o médico lhe disse que existia uma cura. Não fez perguntas. Agarrou-lhe as mãos por cima da secretária e chorou em silêncio. O tratamento começou nessa mesma semana. As dores desapareceram primeiro. Depois vieram as noites tranquilas, o apetite, a cor no rosto. Ao fim de um mês, Helena já conseguia subir as escadas sem parar a meio. — Está a resultar — disse o médico. Ela sorriu. Nessa noite, dormiu profundamente pela primeira vez em muitos meses. Acordou pouco depois das três da manhã. Alguém estava sentado aos pés da cama. Ficou imóvel. A figura não se mexia. Helena acendeu o candeeiro. Não havia ninguém. Na manhã seguinte encontrou uma mancha escura sobre o lençol, exatamente onde julgara ver a silhueta. Convenceu-se de que tinha sonhado. Até começar a ouvir a voz. Primeiro no corredor. Depois na cozinha. Depois atrás da porta do quarto. Sempre durante a madrugada. Sempre a chamar por ela. — Helena... Quando perguntou ao...