Avançar para o conteúdo principal

Reservatório da Patriarcal

Reservatório da Patriarcal (entrada no Jardim do Príncipe Real) 

Inaugurado no dia 1 de Outubro de 1987, o Museu abrange quatro núcleos dispersos pela cidade de Lisboa: O Aqueduto das Águas Livres, o Reservatório da Mãe d'Água das Amoreiras, o Reservatório da Patriarcal e a Estação Elevatória a Vapor dos Barbadinhos

Este troço do Aqueduto das Águas Livres inclui a visita a uma das galerias subterrâneas da cidade parte integrante deste sistema de abastecimento à cidade de Lisboa. 
Trata-se da Galeria do Loreto, cuja construção se iniciou em 1748, e que está disponível ao público numa extensão de 410 metros, ligando o Reservatório da Patriarcal construído entre 1860 e 1864, ao miradouro/jardim de São Pedro de Alcântara.

3ª feira a Sábado, das 10h às 17.30h

Estação Elevatória a Vapor dos Barbadinhos
Rua do Alviela, 12
1170-012 Lisboa
METRO: Stª. Apolónia
AUTOCARROS: 735/706/794



Aqueduto das Águas Livres
Travessia do Vale de Alcântara - Calçada da Quintinha, nº 6 (Campolide)
AUTOCARROS: 712/758


Reservatório da Mãe d'Água das Amoreiras
Praça das Amoreiras, nº 10
AUTOCARROS: 758 - METRO: RATO

Reservatório da Patriarcal
Jardim do Príncipe Real
AUTOCARROS: 758 - METRO: RATO

Tel. 218 100 215
E-Mail: museu@epal.pt 

Comentários

Mensagens populares deste blogue

A Hora em Que a Casa Respira

 O  relógio da sala estava parado às três e dezassete. Não avariado: cansado. Amélia aprendera a medir os dias por ele, e agora imitava-o — ficava sentada, rendida, à espera de que nada acontecesse. A casa cheirava a linho fechado e a ossos fervidos. As paredes tinham a cor dos dentes que já não mordem. Sobre a mesa, três peças de porcelana: duas gastas, uma intacta, branca demais para aquela divisão, como um erro esquecido. Amélia entrou com o pé a arrastar. O soalho gemeu, reconhecendo-a. No espelho do corredor, ajustou o lenço sem se encarar. O reflexo demorou a obedecer. Quando surgiu, o lenço já estava torto — e o reflexo não se apressou a corrigir. Amélia não sorriu. Na cozinha, a chaleira começou a chiar cedo demais, um som curto, aflito. Desligou o gás e pousou a mão no metal quente. O ardor espalhou-se devagar, confundindo-se com o cheiro da sopa esquecida, ambos igualmente antigos, ambos familiares. Sentou-se. Os joelhos estalaram. A porcelana intacta vibro...