Avançar para o conteúdo principal

ENCONTRO CHÁ DAS 5

VAI ACONTECER NA CASA DE GOA" ENCONTRO CHÁ DAS 5 "
Dia 25 de Abril   ( sempre na última 5ª feira de cada mês ).

Benvindo ao nosso " Encontro Chá das Cinco ". Convide os seus familiares e amigos e passe uma tarde agradável  deliciando-se com as nossas iguarias.

às 17.00 h
Iniciamos o nosso convívio à volta de uma chávena de chá preto ou chá indiano,  bebidas frescas diversas  e o habitual bazar de salgados (bagis de batata e grão com chappatis, chamuças, rissois, apa de camarão, sandes mistas) .......  e doces tradicionais ( bebinca, alébelés, bátika).....  e outros da cozinha goesa.
 às 18.45 h
 Apresentação do livro de António José Pinto Mendes

DAS ORIGENS À JUVENTUDE EM MOÇAMBIQUE
Nas palavras do autor:
“Trata-se de um projeto antigo, idealizado mais como um legado às gerações mais novas da família, para que pudessem ter noção das suas origens. No entanto, acabou por ser lançado ao público, respondendo ao desafio lançado pela Chiado Editora. É essencialmente um livro de memórias da primeira fase da minha vida, onde pretendo homenagear todos aqueles cujas vidas se cruzaram com a minha e, por isso, me legaram algo de seu. Nele relato alguns episódios, todos absolutamente reais, da minha experiência de vida, onde falo de amigos, colegas, professores, vizinhos, etc.Este livro tem como limite temporal o ano de 1974, altura em que, quase inesperadamente, deixei Moçambique para iniciar uma nova vida em Portugal.”

A apresentação do Livro, será feita pelo César Mendes, com um apontamento musical do Luís Álvares.

Haverá a projeção de um documentário sobre Moçambique.

inscrições :  

CASA DE GOA- Calçada do Livramento, 17 1350-188 Lisboa
Secretaria da Casa de Goa - Telef 21 3930078  / e-mail:  casadegoa@sapo.pt
Horário : 10 h às 12.30 h e 15.00 h às 19.00 h
Rita Henriques - 91 8171177 ou  henriques.rita@gmail.com
Visite-nos em: www.casadegoa.org

Comentários

Mensagens populares deste blogue

O Inverno Que Regressou

  O frio chegou sem cerimónia, gelado e húmido, cortando a pele antes de ser sentido, trazendo o cheiro da terra revolvida e o toque metálico da chuva a bater nas telhas, devolvendo às manhãs uma luz cinzenta que não pede desculpa. Não anunciou visita. Entrou. Espalhou-se pelas ruas, infiltrou-se nas janelas mal vedadas, fez-se ouvir no ranger antigo das portadas. A chuva veio atrás dele, densa e persistente, com aquela autoridade que não se discute. E, de súbito, o país pareceu surpreendido por algo que sempre fez parte da sua história. Os velhos reconheceram-no de imediato. Encostados aos balcões dos cafés, mãos fechadas em torno das chávenas, disseram sem dramatismo: “Isto era o inverno da minha infância.” Não era saudade gratuita. Era memória concreta. Rios que cresciam sem pressa, valas abertas à enxada, a lâmina a cortar a região molhada, encostas deixadas em paz porque se sabia que a terra tem temperamento. O inverno era duro, mas conhecido, previsível na sua força. Hoje, ca...