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Eros carnavalesco

1-bom dia, galinha metreplitana

2-bom dia, Zaratustra da lusitania
Vc já escolheu sua fantasia di caranaval?
3- bom dia, panorama
4- bom dia, manha da luz de todos os sonhos felizes, da estética pura da amizade, da intemporalidade do amor e da amabilidade de sermos Vida!
5- bom dia, delicia do sambódromo
6- bom dia,alegria de carnaval
7- bom dia, alegoria carnavalesca
8- bom dia, peregrinação da vida
9- bom dia, mascara satirica
10- bom dia, anca qie baila o samba
11 bom dia, mascara da alegria
11- bom dia,macaco carnavalesco
12- bom dia, sensação do sambódromo
13- bom dia, cinza na testa
14- bom dia, vinagre rosado
15- bom dia, galinha cibernética
16- bom dia, cachucho gaúcho
Há alguém que tenha gaiola de pássaro que não precise? A lilia precisa de um pra arrumar passarinha que apareceu no quintal! Assunto sèrio! Não é cueca!
17- bom dia, dominicus
18- bom dia, fofa azoroica
19- bom dia, ternuraq de fevereiro
20- bom dia, eros larae
21- bom dia, ameixa justa
Happy birthday
Congratulations
Ximmm ta td bem? Ou tas a meteres comigo?blool
Xika ! não tomei a medicação
Logo vi. Vai la tomar xarope e não te esqueças do supositório da loucura radical.
22-Bom dia, passrada camarada
23-Bom dia, marota do sena
24-Bom dia, pinguim da amazônia
25-Bom dia, esparguete das encostas atlanticas
26-Bom dia, amora negra
27-Bom dia, macaca polar antartica
28-Bom dia, aurora noturna

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A Hora em Que a Casa Respira

 O  relógio da sala estava parado às três e dezassete. Não avariado: cansado. Amélia aprendera a medir os dias por ele, e agora imitava-o — ficava sentada, rendida, à espera de que nada acontecesse. A casa cheirava a linho fechado e a ossos fervidos. As paredes tinham a cor dos dentes que já não mordem. Sobre a mesa, três peças de porcelana: duas gastas, uma intacta, branca demais para aquela divisão, como um erro esquecido. Amélia entrou com o pé a arrastar. O soalho gemeu, reconhecendo-a. No espelho do corredor, ajustou o lenço sem se encarar. O reflexo demorou a obedecer. Quando surgiu, o lenço já estava torto — e o reflexo não se apressou a corrigir. Amélia não sorriu. Na cozinha, a chaleira começou a chiar cedo demais, um som curto, aflito. Desligou o gás e pousou a mão no metal quente. O ardor espalhou-se devagar, confundindo-se com o cheiro da sopa esquecida, ambos igualmente antigos, ambos familiares. Sentou-se. Os joelhos estalaram. A porcelana intacta vibro...