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Começo da nossa Viagem

Encontro do grupo para o check-in, 6 pessoas e depois juntaram mais duas pessoas.
Viagem de 4 horas, estavam todos um pouco excitados. Liamos revistas, jornais. Viamos letras estranhas, i com ponto e sem ponto, em vez de acentos tem uma meia lua...

Chegamos a Istambul, á noite e fomos para a pistas das malas.. viamos mulheres tapadas, que só se viam os olhos... Pegamos nas nossas malas, no transfer e seguimos para o nosso hotel.

Escolhas das camas, descanso de 5 minutos, pousar as malas.. organizar as idas e saidas da wc e sair para jantar com mais duas pessoas. Ao todo, eramos 10 pessoas. Fomos jantar, no lugar pacifico. Aonde podiamos falar uns com os outros. Aonde podaimos organizar os nossos passeios, saber prewços, saber informações.

Depois, fomos dar uma volta até Mesquita Azul que era frente á Mesquita Hagia Sofia. Ver estas duas mesquitas debaixo da noite, rodeada de luzes e de silêncio...

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 O  relógio da sala estava parado às três e dezassete. Não avariado: cansado. Amélia aprendera a medir os dias por ele, e agora imitava-o — ficava sentada, rendida, à espera de que nada acontecesse. A casa cheirava a linho fechado e a ossos fervidos. As paredes tinham a cor dos dentes que já não mordem. Sobre a mesa, três peças de porcelana: duas gastas, uma intacta, branca demais para aquela divisão, como um erro esquecido. Amélia entrou com o pé a arrastar. O soalho gemeu, reconhecendo-a. No espelho do corredor, ajustou o lenço sem se encarar. O reflexo demorou a obedecer. Quando surgiu, o lenço já estava torto — e o reflexo não se apressou a corrigir. Amélia não sorriu. Na cozinha, a chaleira começou a chiar cedo demais, um som curto, aflito. Desligou o gás e pousou a mão no metal quente. O ardor espalhou-se devagar, confundindo-se com o cheiro da sopa esquecida, ambos igualmente antigos, ambos familiares. Sentou-se. Os joelhos estalaram. A porcelana intacta vibro...