Avançar para o conteúdo principal

Bolbo

Essa Erva beneficia principalmente o Fígado e o aparelho digestivo.

USO MEDICINAL
O boldo traz benefícios principalmente para o fígado. Ajuda-o a trabalhar melhor, e é ótimo para quem tem hepatite ou problemas freqüentes ligados ao fígado, como dor de cabeça, suores frios e mal estar. O boldo, tomado antes das refeições ajuda na digestão e nas funções do aparelho digestivo. É ótimo para quem tem intestino preso, cálculos biliares e gastrite.

Também é muito bom para insônia.

USO ENERGÉTICO
O boldo é a erva da paz. Ele é ótimo para os ansiosos, apressados, que se cobram muito, que não conseguem dormir pensando nos problemas do dia seguinte.
Traz paz de espírito e longevidade. PROBLEMAS MATAM!
Trabalha com a nossa noção de tempo físico e com a pressa, e a sensação de que não temos tempo para nada. Organiza o ideal.

OUTROS USOS
- O escalda pés acalma e dá um sono tranqüilo.
- A tintura mãe ajuda os muito exigentes com os outros.
- Os banhos de macerado de boldo ajudam a acalmar crianças e adultos.
- Esses mesmos banhos são ótimos para cuidar de neuróticos e doentes mentais agressivos.
- Uma compressa de folhas de boldo piladas em pasta, colocadas no chacra coronário, limpa-o e nos abre para as mensagens do cosmos.
- Essa mesma compressa no coração alivia angústia.

Conselho de uma amiga (LigR):
O boldo é uma planta que regenera o fígado e deveria ser consumida anualmente na primavera por esta razâo...
como sabem o fígado é o orgao que descarrega as emocoes, logo se ele nao estiver grande coisas, as nossas emocoes....bla bla bla etc...

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Contos ao cair da noite, inspirados no ritual de ...Cura

Helena estava doente há quase um ano quando o médico lhe disse que existia uma cura. Não fez perguntas. Agarrou-lhe as mãos por cima da secretária e chorou em silêncio. O tratamento começou nessa mesma semana. As dores desapareceram primeiro. Depois vieram as noites tranquilas, o apetite, a cor no rosto. Ao fim de um mês, Helena já conseguia subir as escadas sem parar a meio. — Está a resultar — disse o médico. Ela sorriu. Nessa noite, dormiu profundamente pela primeira vez em muitos meses. Acordou pouco depois das três da manhã. Alguém estava sentado aos pés da cama. Ficou imóvel. A figura não se mexia. Helena acendeu o candeeiro. Não havia ninguém. Na manhã seguinte encontrou uma mancha escura sobre o lençol, exatamente onde julgara ver a silhueta. Convenceu-se de que tinha sonhado. Até começar a ouvir a voz. Primeiro no corredor. Depois na cozinha. Depois atrás da porta do quarto. Sempre durante a madrugada. Sempre a chamar por ela. — Helena... Quando perguntou ao...