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Casamento "MR"

-Maquilhagem, cabeleireiro (peluqueria), vestir os trajes
-Comes e bebes em casa dos noivos
-Chegada do noivo á Igreja
-O Noivo a mandar toda a gente entrar na igreja, pois a noiva já tinha chegado.
-A Noiva á porta da igreja e o coro nunca mais começava a cantar...
-O Pai da noiva estava com pressa de chegar ao altar… A marcha nupcial em alemão...
-Os meninos das alianças de mãos dadas como os noivos.
-A felicidade contagiante dos noivos que estavam lateral/frente para o publico.
-As leituras feitas pelas irmãs dos noivos.
-As orações pela madrinha e padrinho.
-No final, para além de levar como é tradição, arroz e pétalas.
Também houve quem quisesse que o noivo experimentasse o arroz, a ver se estava cozido ou não pelo calor...
-Chegada à Quinta, fotos ao Pôr-do-sol...
-Crianças entregues aos babysitter, em que brincaram, pintaram e fizeram desenhos para os noivos.
-Foi um dia e uma noite quente sem vento.
-Jantar na mesa dos noivos, com pais, padrinhos e respectivos.
-Entrega do Livro de Honra feito pela irmã do noivo.
-Entrega de uma caixa de mensagens escritas por todas as pessoas presentes na sala.
-Corte do bolo de noiva, como sobremesa. Bolo de Chocolate com 3 andares.
-Abertura do Buffet de sobremesas, queijos e outros.
-“Mando” com apresentação dos padrinhos, como música de abertura do baile dos noivos, em que juntaram, pouco mais tarde os pais, familiares e amigos.
-O lançamento do bouquet ás solteiras da sala.
-Recordação e cartão de visita aos que iam pouco a pouco, embora por causa das crianças.
-Uma das primas da noiva, cantou uma música dedicada aos noivos.
-E o baile durou até ás 5 horas da manhã.
-Arrumações e caixinhas das sobras para os noivos.
-Ida dos recém-casados para a Noite de Núpcias.
-Descanso e jantar pais, irmãos e os recém-casados antes de irem de Lua-de-Mel…
-Prendinha aos pais, fotos deles do dia de casamento e dos filhos recém-casados.
-Ida de Lua-de-Mel: Safari no Quénia e ilhas paradisíacas de Maurícias.

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A Hora em Que a Casa Respira

 O  relógio da sala estava parado às três e dezassete. Não avariado: cansado. Amélia aprendera a medir os dias por ele, e agora imitava-o — ficava sentada, rendida, à espera de que nada acontecesse. A casa cheirava a linho fechado e a ossos fervidos. As paredes tinham a cor dos dentes que já não mordem. Sobre a mesa, três peças de porcelana: duas gastas, uma intacta, branca demais para aquela divisão, como um erro esquecido. Amélia entrou com o pé a arrastar. O soalho gemeu, reconhecendo-a. No espelho do corredor, ajustou o lenço sem se encarar. O reflexo demorou a obedecer. Quando surgiu, o lenço já estava torto — e o reflexo não se apressou a corrigir. Amélia não sorriu. Na cozinha, a chaleira começou a chiar cedo demais, um som curto, aflito. Desligou o gás e pousou a mão no metal quente. O ardor espalhou-se devagar, confundindo-se com o cheiro da sopa esquecida, ambos igualmente antigos, ambos familiares. Sentou-se. Os joelhos estalaram. A porcelana intacta vibro...