Avançar para o conteúdo principal

Signo de Leão


O signo de Leão simboliza a criatividade e os prazeres. O leonino é generoso, dramático, idealista e orgulhoso. Possui magnetismo pessoal, é vaidoso e às vezes pode passar uma imagem de arrogância.

São optimistas, generosos, de boa índole. Nunca ficam sem amigos. Esperam ser encarados como líderes. É activo, jovial, tem medo de ser ridicularizado.
Afectuoso, gosta de demonstrar seus sentimentos. A paciência
não é a sua qualidade mais forte.

Gosta de ser lisonjeado, mas não se deixa pressionar. É criativo e exuberante. Pensa e sonha alto. Generoso, alegre, vaidoso, orgulhoso, exclusivista e corre atrás do que quer. Sendo corajoso, tende a subestimar o quanto pode conseguir. É orgulhoso para pedir auxílio. Ficará feliz se alguém cuidar para ele
de detalhes muito triviais. Nasceu para ser amante da vida e aproveitá-la.

Um leonino zangado se torna triste e um pouco de admiração genuína e amor é tudo que precisa ter para
voltar a ser confiante e optimista. Pessoa dramática, tem necessidade de ser aceito. Gosta de aprovação.
Poderá se sentir atraído por empreendimentos arriscados e tem apreciação pelos jogos

O MUNDO DA CRIATIVIDADE - divertimentos, namoros, jogos, especulações; procriações: filhos, obras, etc.

Representa a individualidade, a identidade, a auto-suficiência, a força interior, a criação e a sexualidade.

Condimento: Pimenta e mostarda.
Erva: Angélica.
Metal: Ouro.
Animal: Leão e todos os tipos de gatos.
Cristal: Rubi.
Árvores: Loureiro, Palmeira, Nogueira e Laranjeira.
Flores: Girassol e Malmequer.
Elemento: fogo
Planeta regente: Sol
Princípio: activo
Parte do corpo: coração
Frase: "Eu seria perfeito se não fosse modesto."
Cor: Amarelo Dourado e Laranja
Pedra: Rubi

Comentários

Mensagens populares deste blogue

A Hora em Que a Casa Respira

 O  relógio da sala estava parado às três e dezassete. Não avariado: cansado. Amélia aprendera a medir os dias por ele, e agora imitava-o — ficava sentada, rendida, à espera de que nada acontecesse. A casa cheirava a linho fechado e a ossos fervidos. As paredes tinham a cor dos dentes que já não mordem. Sobre a mesa, três peças de porcelana: duas gastas, uma intacta, branca demais para aquela divisão, como um erro esquecido. Amélia entrou com o pé a arrastar. O soalho gemeu, reconhecendo-a. No espelho do corredor, ajustou o lenço sem se encarar. O reflexo demorou a obedecer. Quando surgiu, o lenço já estava torto — e o reflexo não se apressou a corrigir. Amélia não sorriu. Na cozinha, a chaleira começou a chiar cedo demais, um som curto, aflito. Desligou o gás e pousou a mão no metal quente. O ardor espalhou-se devagar, confundindo-se com o cheiro da sopa esquecida, ambos igualmente antigos, ambos familiares. Sentou-se. Os joelhos estalaram. A porcelana intacta vibro...