Quando nasceu o Rato Mickey tinha apenas 2 anos e o Pato Donald ainda nem estava no ovo. Mas uma infância em berço de ouro marcada pela familiaridade com os bonecos concebidos pel seu tio Walt Disney e desenvolvidos por talentosas equipas de desenhadores traçou-lhe o destino de gestor de uma empresa onde os sonhos e os cifrões coabitam da forma mais promiscua. Roy Edward Disney, falecido no passado dia 10 com 79 anos, foi o ultimo a deixar o apelido familiar estruturalmente ligado á poderamda fabrica de ilusões habitadas pelo famosos animais antropomórficos. A sua relação com a empresa, porem nem sempre foi pacifica. Depois de, na decada de 1950, ter ali trabalhado como assistente de edição e guinista, saltou em 1967 para o conselho de asministração, onde passado dez anos travaria uma batalha contra a corrente que acusou de levar a empresa "para parte nenhuma".
Depois de 2025 ser um ano difícil, de travessias e silêncios. Chega o 2026, um ano das mudanças, das sementes que germinam, das transformações que pedem coragem. Que cumpra os desejos antigos e novos, meus e vossos, dos que me rodeiam. Que traga a Paz onde houve tumulto, Amor onde faltou abraço, Tranquilidade onde reinou o cansaço. Que sejamos sinceros, gratos e unidos. E que o “muito mais” venha com luz e com tempo.
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