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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Encontro chá das Cinco

VAI ACONTECER NA CASA DE GOA
" ENCONTRO CHÁ DAS CINCO " 
 dia 31 de Janeiro  
(sempre na última 5ª feira de cada mês) 

 Benvindo ao nosso "ENCONTRO CHÁ DAS CINCO".

São convidados também os vossos familiares e amigos.
Assim, com a vossa habitual presença passaremos mais uma tarde agradável.
Deliciem-se com as nossas iguarias.

Às 17.00 h

Iniciamos o nosso convívio à volta de uma chávena de chá preto ou chá indiano, o habitual bazar de salgados (chamuças, rissóis, pastéis de bacalhau, croquetes,  sandes mistas,  bagis de batata e vegetariano com chappatis,  apa de camarão,  bogés) ...  e
doces de Goa (bebinca, alebelés, bátika, gelebis, alvá de coco) e outros ... e muita conversa.

Às 19.00 h
  
A Prof Doutora Ana Paula Fitas vai proferir uma conferência intitulada
"Goa - Retrato do Século XXI - Entre a Continuidade Cultural e a Mudança Social"
A prelecção irá ter um grande interesse para todos os goeses e não goeses, pois a conferencista intenta dar o seu valioso contributo para a discussão da sociedade goesa contemporânea e para a análise dos factores de continuidade e mudança que interagem na construção da sua identidade cultural.
Dinâmica, dual, plural e multicultural, Goa é hoje um "cadinho" civilizacional de contornos únicos, onde coexistem os persistentes traços de uma cultura tradicional e a emergência de uma nova cultura, resultante da adaptação a uma irreversível mudança social, cujo processo de adaptação configura a singularidade de uma identidade em que todos se reconhecem e pela qual se distinguem do meio envolvente...
Por isso, no século XXI, Goa encontra-se face ao grande desafio:
a afirmação pela diferença ou a cedência à homogeneização...  

Agradecemos que se inscrevam:
CASA DE GOA Calçada do Livramento, 17 1350-188 Lisboa, junto ao Palácio da Necessidades.
Tem um parque de estacionamento a seguir à entrada principal
Secretaria da Casa de Goa - Telef. 21 3930078 e
casadegoa@sapo.pt
Horário : das 15h às 19h de segunda a sexta
Rita Henriques
henriques.rita@gmail.com - contacto 918171177
Visitem-nos em WWW.CASADEGOA.ORG

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

A importância do toque

A necessidade de tocar e ser tocado é tão vital ao homem quanto comer, beber, dormir e comunicar-se.
O toque, hábito milenar, é a mais íntima forma de comunicação.
Todo ser vivo - animal ou vegetal - carece de comunicação, necessita expressar-se de alguma maneira com o mundo e seu meio ambiente.
O toque é a maneira mais rápida para que essa comunicação se torne possível.
Em outras palavras, o toque é a confirmação operacional da comunicação.
A comunicação através do toque acontece imediatamente, independente de idiomas, credos, raças e sexo.
O homem é faminto de contato físico, assim como os animais.

Conhecer essa realidade já seria o bastante para explicar as razões que levam as pessoas, cada vez mais, a terem um animal de estimação em casa.
É muito interessante sentir esses animaizinhos solicitarem carícias.
Muitos dos problemas emocionais da maturidade ocorrem pela falta ou pela escassez do contato físico com os pais, já a partir do nascimento.

Pais que não receberam dos seus a devida atenção, certamente também não a darão aos seus filhos, originando um círculo vicioso, que só terá fim quando chegarem as informações necessárias para eliminar a falta dessa coisa tão simples, fácil, importante e gostosa que é a comunicação física.
A busca do toque pode ser o resgate de uma vida stressante.

Nada mais aconchegante e tranquilizador, do que ser recebido em casa, após um dia de trabalho, com um abraço, um afago, um beijo, das pessoas queridas.
Um abraço tem efeito terapêutico, os braços são extensões do coração.
Se prestarmos bem atenção, poderemos observar no nosso dia-a-dia, que existem pessoas com sérias dificuldades em tocar ou em permitirem se deixar tocar.

São elas as que mais se ressentem da escassez de toque na infância.
Sempre haverá, entretanto, uma maneira de compensar essa falta.
Sabe-se que o compulsivo sexual busca no sexo uma compensação pela falta de qualidade na comunicação física.

Essas pessoas, em geral, só tocam e se permitem tocar na hora do sexo.
Existem estudos que comprovam que as pessoas agressivas e briguentas agridem e são agredidas para que o contato físico seja possível de alguma forma.
Um gesto de afeto, de carinho ou o toque costumam desbloquear emoções.

Não é à toa que, ainda que pareça agressivo, seja necessário uma palmada para acalmar e trazer de volta à realidade pessoas em desespero.
Autores e dramaturgos utilizam este recurso à exaustão, que sempre funciona, pois espelha a verdade.
O corpo humano, inconscientemente, expressa as emoções nos seus gestos.

O que dizer de pessoas que cruzam os braços quando conversam?
Estarão tentando evitar um contato mais próximo?
E as pessoas que num simples apertar de mãos não colocam firmeza?
Seria timidez ou uma maneira de demonstrar problemas relacionados com contato físico?
Não é interessante quando duas pessoas se abraçam afastando as partes pélvicas?
Seria a manifestação de algum tipo de preconceito?
A mão é o órgão mais importante nessa engrenagem toda.

É ela que toca.
Se o braço é a extensão do coração, as mãos são a ponta dos sentimentos.
As massagens anti-stress e os tratamentos estéticos, em que as mãos são usadas, estão sendo cada vez mais procurados.

E não por acaso, afinal suprem a necessidade de toque de que todos necessitam, ao mesmo tempo em que relaxam.
O toque é mágico, desmonta armaduras que as pessoas se impõem.

É impossível permanecer insensível a um gesto de carinho.
O toque é a grande arma da paz.


Autoria: Olga Carla Dias

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

domingo, 27 de janeiro de 2013

Partidas...

É sempre triste a notícia que algúem se foi... Principalmente alguém de seu convívio diário, que viveu tanta coisa junto, que foi tão importante para muitas pessoas que você ama...
E de repente, num rompante de suspiro, numa última respiração, a pessoa se vai. Pra sempre. Como aceitar que alguém que estava ali, há minutos, nunca mais voltará? A dor no peito e o inconformismo são inevitáveis, seja qual for a crença, nos primeiros momentos não há quem não sinta o vazio deixado por uma vida querida.
E nos resta pedir força a Deus. Força pra superar, seguir em frente, e principalmente força pra amparar os mais frágeis, os que ainda sofrerão por muito tempo com a ausência, força pra ajudar na plantação de um novo jardim no buraco negro que ficou no coração dos que nos rodeiam.
Ficam as lembranças, os momentos, as lições... muitas lições... entre elas a de que nosso corpo é uma máquina e pode parar a qualquer momento, portanto, cuidemos dele. Mas a mais importante das lições é respirar a coragem de sentir, expor os sentimentos ao mundo, independente de opiniões ou regras. Dizer hoje, porque amanhã pode não dar tempo. Esquecer mágoas, pôr fim aos joguinhos, engolir o medo e VIVER!
Fale, cuide, brigue, ame... enquanto há vida.

sábado, 26 de janeiro de 2013

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Portugueses Pelo Mundo: em Goa

Viajamos até Goa, estado da Índia e antiga capital das índias portuguesas. Este é um local onde os vestígios portugueses ainda são bastantes visíveis, quer na língua, quer na tradições, mas que tem uma identidade própria. É um local simultaneamente caótico e encantador. Viajamos por mercados, praias e selva e até passeamos no dorso de um elefante. “Bem-vindos a Goa”

Eduardo Souto, 67 anos, Reformado, natural de Luanda. O Eduardo encontra-se connosco em cima da sua scooter e é no meio do trânsito caótico da cidade que conhecemos a sua história. Chegados ao Bairro do Altinho, Eduardo e a sua mulher, mostram-nos o primeiro local onde o nosso convidado viveu e seguimos para a rua 18 de julho, onde vamos beber um “chai” e acabamos no clube Vasco da Gama, onde conhecemos um amigo de longa data que nos contextualiza historicamente em relação à passagem de Goa para a India. Antes de nos despedirmos, temos ainda a oportunidade de visitar um orfanato, com o qual o Eduardo e a mulher colaboram e ainda conhecemos mais uma portuguesa.

Francisco Veres Machado, 60 anos, Realizador, natural de Lisboa. Interrompemos uma gravação do Francisco para o cumprimentarmos e ficarmos a saber as razões que o trouxeram a Goa. Seguimos para o bairro das Fontainhas, o chamado bairro português, mas que, para o nosso convidado tem muito pouco a ver com o nosso país. Ainda assim, falamos com um residente do bairro que ainda fala a nossa língua. Em Panjim, vamos almoçar a um restaurante vegetariano e conhecemos uma ex-aluna e atual colega do nosso convidado. Vamos depois visitar a Velha Goa, onde conhecemos alguns dos edifícios mais importantes, incluindo uma igreja em reconstrução. De carro, a caminho de Chandor, somos obrigados a parar por causa das vacas na estrada. Chegados ao destino, despedimo-nos num teatro tradicional.

Ana Fernandes, 27 anos, Gestora Hoteleira, natural de Lisboa. Damos boleia à Ana até Palolem e, no caminho, ficamos a conhecer a sua história. Chegando ao nosso destino, somos brindados com uma belíssima praia e vamos fazer uma aula de ioga. Para relaxar, a Ana ainda vai fazer uma massagem ayurvédica. Em Mollem, num parque natural, experienciamos a verdadeira selva indiana, com cascatas, macacos e passeios de elefante. Na igreja São Francisco de Xavier, somos convidados para um casamento típico.

Duarte Martorell, 32 anos, Designer de Comunicação, natural de Lisboa. O Duarte recebe-nos em Arambol, a vila onde vive. Seguimos para a sua casa, onde conhecemos a filha e a sua família indiana “emprestada”.A casa é típica e o nosso convidado mostra-nos algumas curiosidades da sua construção. Em Anjuna, num mercado local, vemos à venda todo o tipo de artesanato e falamos com um dos fundadores. Já na praia, mais ao fim da tarde, preparamo-nos para a festa ao pôr-do-sol, que continua pela noite dentro.


MUITO FIIXE!!

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Sentimento do dia


Foi um misto de sentimentos. Tanto queria falar-te e ver-te, como não.
Ao ouvir esta música, chorei... fez-me muito bem.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Destino ou coincidências?

é normal que o rumo de vida de qualquer um de nós seja alterado ou confirmado por uma série de acontecimentos que nos vão acontecendo.
quando chegamos a uma encruzilhada, há que escolher um rumo.
somos constantemente sujeitos a escolhas, decisões e tomadas de posição.

há adversidades que mudam drasticamente a vida das pessoas.
há quem retire da desgraça e do infortúnio algo de positivo, que pode servir de alavanca a um novo começo.
outros deixam-se  desistem de lutar contra as adversidades, ''enterrando-se'' cada vez mais .

há sonhos e ambições de vida que nos  direccionam num determinado rumo, tentando atingi-los.
pensar que a maioria dos sonhos e ambições são atingíveis é ser idealista demais.
é importante que se lute e persiga aquilo que desejamos, mas sem nunca esquecer que nem tudo o que se deseja e sonha é sempre possível de alcançar.
há sonhos que estão destinados a nunca serem mais que isso... sonhos.

há medos, racionais ou não, que nos moldam e nos fazem seguir por ''estradas'' que de outro modo nunca iríamos conhecer.
o medo, raras vezes, é considerado uma coisa boa de sentir, mas quem nunca o sentir também nunca irá saber como é bom vencê-lo.
alguém que afirme que não tem medo de nada, é alguém que é inconsciente, além de mentiroso.

também o medo, ou a falta dele, nos faz ter diferentes escolhas.

há amores e desamores que nos fazem oscilar e vacilar na escolha das melhores opções a seguir.
há quem vá até ao fim do mundo por amor. há quem se esconda numa redoma, com medo de voltar a sofrer por amor.
há quem case, se junte, namore, tenha filhos... com uma pessoa de quem não gosta.
o inverso também acontece, e 2 pessoas que se amem podem nunca conseguir ter uma vida em comum, fruto de pressões externas.
há quem deixe de gostar e se afaste.
há quem se sinta dono de alguém com quem um dia foi feliz e ,abdicando do seu amor próprio,não abdique dessa pessoa , mesmo quando a outra pessoa já não ama.
há mil e uma outras conjecturas possíveis, pois se há coisa que apesar de ser um sentimento universal é , ainda assim muito particular, essa coisa é o amor, ou a falta dele.

há questões de fé, religiões e mitos que influenciam o modo como vivemos e como reagimos a certas coisas, influenciando certos aspectos da nossa vida.

consoante sejamos seguidores desta ou daquela religião, tomamos opções diferentes, de acordo com aquilo que nos foi ensinado, mas sem nunca esquecer a nossa própria maneira de ver as coisas.
há quem espere que a felicidade, o dinheiro, o sucesso, etc caia do céu, e quando isso não acontece (nunca acontece!!!)culpe Deus pelas agruras da vida.

há quem veja nos ''milagres'' da Natureza e do Homem,a intervenção de uma mão divina.
há quem não acredite na existência de qualquer Deus, tenha o nome que tiver.
há quem morra e mate em nome de uma fé cega num qualquer Deus ou profeta.
há quem creia na salvação divina. há quem creia no dia do Juízo Final.
há quem creia que o Inferno é a nossa vivência terrena, e que quando o coração parar de bater, acabou tudo!! há quem mude de país para evangelizar.
há quem mude de religião para tentar mudar a sorte e o destino.

em nome da fé, das religiões e dos mitos, separam-se pessoas, unem-se pessoas......
tomam-se decisões que mudam a vida.

há um outro factor que pode ter influência directa na nossa vida, mas nem todos acreditam nele: no Destino. 
há quem diga que não existe o Destino e que tudo que acontece na vida de alguém é consequência directa das escolhas da própria pessoa.
há ainda outros casos em que se confunde Destino com Sorte  e com... coincidências! afinal, há coincidências ou não.

sábado, 19 de janeiro de 2013

Pocoyo

Video que a minha sobrinha pede para ver no ipad!

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Pássaro da minha alma

Um dia, imaginei ser um pássaro

Colorido, cantante e alegre
Sempre em busca do calor
Aonde poderia animar muita gente
Apenas com o meu cantarolar
Apenas com o toque do meu bico
Receber muitos sorrisos
Na troca dos nossos olhares.

Nas asas do pássaro,
Sonhei voar bem alto
Aonde podia fugir das coisas tristes
Aonde o meu pequeno coração,
Não sentisse tanto dor,
Aonde no meu rumo
Existisse sempre novas aventuras
Novos amigos, novos amores.

No canto sereno de uma melodia
No meio da natureza, fecho os olhos
Possa ouvir o vento que roça nas árvores
Ouvir a agua que murmura suavemente
Possa buscar a tranquilidade
Que tanto procuro,
Que tanto anseio em ter
Para pedir e sentir o perdão

Aonde está tu, pássaro da minha alma
Não me deixes sozinha, tanto tempo
Preciso muito de ti, mas do ar que respiro
Canta uma melodia, no meu ouvido
Me faz abrir o coração
Coberto de gelo inquebrável
Só tu consegues entrar
E fazer animar para a vida.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

domingo, 13 de janeiro de 2013

Mitologia romana

http://www.suapesquisa.com/musicacultura/deuses_romanos.htm
A Mitologia romana pode ser dividida em duas partes: a primeira, tardia e mais literária, consiste na quase total apropriação da grega; a segunda, antiga e ritualista, funcionava diferentemente da correlata grega.
O romano, que impregnava a sua vida pelo numen, uma força divina indefinida presente em todas as coisas, estabeleceu com os deuses romanos um respeito escrupuloso pelo rito religioso – o Pax deorum – que consistia muitas vezes em danças, invocações ou sacrifícios.
Ao lado dos deuses domésticos, os romanos possuíam diversas tríades divinas, adaptadas várias vezes ao longo das várias fases da história. Assim, à tríade primitiva constituída por Júpiter (senhor do Universo), Marte (deus da guerra) e Quirino (o rei Rômulo, mitológico fundador de Roma), os etruscos inseriram o culto das deusas Minerva (deusa da inteligência e sabedoria) e Juno (rainha do céu e esposa de Júpiter).
Com a república surge Ceres (deusa da Terra e dos cereais), Líber e Libera. Mais tarde, a influência grega inseria uma adaptação para o panteão romano do seu deus do comércio e da eloquência (Mercúrio) sob as feições de Hermes, e o deus do vinho (Baco), como Dionísio.
Religião e mitologia romana 
Em Roma Antiga, antes do surgimento e crescimento do cristianismo, as pessoas seguiam uma religião politeísta, ou seja, acreditavam em vários deuses. Estes, apesar de serem imortais, possuíam características de comportamentos e atitudes semelhantes aos seres humanos. Maldade, bondade, egoísmo, fraqueza, força, vingança e outras características estavam presentes nos deuses, segundo os romanos antigos. De acordo com este povo, as divindades decidiam a vida dos mortais. Netuno era o de maior importância, considerado a divindade seprema do panteão romano. Cada entidade divina representava forças da natureza ou sentimentos humanos. Esta religião foi absorvida do panteão grego durante a invasão e conquista da Grécia pelo Imperio Romano. Os romanos modificaram apenas os nomes dos deuses.

Principais deuses romanos (Ordem alfabética:)

  • Apolo: deus da música e da poesia
  • Baco: deus das festas, do vinho, do lazer e do prazer
  • Belona: deusa da guerra
  • Ceres: deusa da agricultura e dos cereais
  • Concórdia: deusa da harmonia e paz nos lares
  • Cupido: deus do amor
  • Diana: deusa da caça e da Lua
  • Esculápio: deus da medicina
  • Fortuna: deusa da riqueza e da sorte
  • Jano: deus com dois rostos que cuida da porta dos céus. Um virado para o passado e o outro para o futuro. (Janeiro)
  • Juno: deusa da força vital, deusa dos deuses
  • Júpiter: deus dos deuses, senhor do Universo , dos céus
  • Lares; Espírito protector da casa e da família
  • Marte: deus da guerra
  • Mercúrio: deus mensageiro e do comércio
  • Minerva; deusa da sabedoria
  • Netuno: deus dos mares
  • : deusa da natureza
  • Plutão: deus do submundo e dos mortos*
  • Saturno: deus do tempo
  • Tellus: deusa da terra - Mãe Terra
  • Venus: deusa da beleza e do amor
  • Vulcano: deus do fogo e dos ferreiros (Fevereiro)

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Vida!

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

A vida Eros


1- bom dia, zina
2- bom dia, lirio urbano
3- bom dia, coral di pré natal
4- bom dia, Rabanete atómico
5- bom dia, zs-tras-pum-pum
6- bom dia, baia das pulgas
7- bom dia, peru 2012
8- bom dia, conceição
9- bom dia, bom bom
10- bom dia, mamae noel
11- bom dia, caluanda
12- bom dia, delicia de Coimbra
Lava a gina
13- bom dia, gruta da virge. Foi muito bom ter te aqui.
14- bom dia, amor
XuXUMMM
15- bom dia, 18
16- bom dia, perfume da feijoada
Dormir com o peru todo nu com palito e azeitona verde no cu
17- bom dia, rena sindicalizada
18- bom dia, animação do presépio
19- bom dia, delírio da virgem, mãe de Jesus que até a índia andou e provou caril
20- bom dia,mistério da gruta
21- bom dia, gruta da salvação
22- bom dia, loucura de Belém
Vodafone! Entra em modo natal!
23- bom dia, pastel da gruta de Belém
24- bom dia, rena de belém que come peru na gruta
25- bom dia, gruta das renas, do bacalhau, dos perus, e dos deuses
26- buenos dias, carino
27- bom dia, ovelha de herodes
28- bom dia, aranha da gruta de jesus
29- bom dia, barata da gruta de jesus
30- good morning, count down
31- bom dia, rena peidona no limite 12
Ano novo cheio de alegria e gosto pela coisa mais linda que temos: a vida! bjs

domingo, 6 de janeiro de 2013

Reis Magos


Após o nascimento de Jesus, segundo o Evangelho de São Mateus, surgem os Reis Magos provenientes do Oriente, que o visitaram em Belém guiados por uma estrela.

Esta denominação de «Mago», tem conotação de sapiência entre os Orientais ou designa ainda astrólogos, deduzindo-se inicialmente que seriam Astrólogos eruditos. Isto pensa-se por se contar que terão avistado uma estrela que os terá guiado até onde Jesus nasceu. Terão chegado até Cristo a 6 de Janeiro, data que actualmente se comemora o «Dia de Reis».

O nome de «Reis» fora colocado com base na aplicação liberal do Salmo 71,10 realizada pela Igreja. Não há informação de quantos seriam e os seus nomes, existem sim apenas suposições e algumas pinturas dos primeiros séculos, aparecendo dois, quatro e doze «Magos».

Após o Evangelho terão sido atribuídos os nomes dos «Reis»; Baltasar, representante da raça africana ; Belchior, representante da raça europeia e Gaspar que representava a raça asiática, representando todas as raças conhecidas até à data, simbolizando a homenagem de todos os Homens da Terra a Jesus.

Pelo número de prendas deduziu-se quantos seriam, pois ofereceram três presentes, ouro (Belchior), incenso (Gaspar) e mirra (Baltasar). As prendas têm uma simbologia, pois o ouro era somente oferecido a Reis, perfazendo a sua nobreza; o incenso, representa a divindade e a mirra, simboliza Jesus como Homem e o sofrimento que iria ter ao longo da sua vida.

Sendo países tradicionalmente católicos, Espanha e Itália são os países que maior importância e simbolismo atribuem a esta tradição.
As crianças espanholas e italianas celebram o Natal como todas as outras mas têm de esperar pelo dia de Reis, 6 de Janeiro, para receber as tão desejadas prendas.

sábado, 5 de janeiro de 2013

Terra


sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Ao entardecer...

Jesus disse: “Por que reparas na poeira que está no olho do teu irmão, se não reparas na viga que tens no teu?” (ver Lucas 6, 41)


“Que atentos temos de estar para não colocar etiquetas na cabeça de ninguém! (…) O ser humano corre facilmente o risco de procurar como justificar tais juízos. Ter do outro uma imagem estereotipada pode imobilizar nele todo um crescimento interior.”

 (irmão Roger, “En ti la paz”; San Pablo, Madrid, 1996)  

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Dias Brancos

Podia dizer-te o que sinto,
Neste momento e nestes dias,
Podia dizer-te o que vou fazer
Mas estou presa numa teia invisível.

Não sei o que pensar, por vezes em mil coisas,
Sinto sensações que não sei explicar
Quero fazer algo, mas sei o quê ou aonde,
Chamo a isto, dias brancos.

Dias brancos que só o tempo vai curar,
E deixar acontecer o que tiver de acontecer,
As oportunidades dirão o meu caminho
Escreverão na minha tábua do destino.

Irá existir uma resposta para tantas perguntas
Uma explicação para sentimentos inexplicáveis
Um dia, irei saber qual o meu caminho,
Ou a minha missão, aqui na Terra.

Também tenho a noção
De que quanto mais tempo,
Dou ao tempo para pensar,
Menos tempo, tenho para gozar a vida.

2013, tem o meu numero de sorte,
A esperança permanece acesa
Quero viver todos os momentos
Que sejam os que tanto luto por isso.

Paz e tranquilidade para descansar o meu corpo,
Amor para expandir o que tenho dentro de mim
Ardente e grandioso para te amar como tanto luto,
Boa saúde para poder gozar a vida,

Família e amigos, que permaneçam perto de mim,
Trabalho e dinheiro para poder ter algo para mim,
Solidariedade, para poder oferecer algo
A quem mais pode precisar.

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Mitologia Romana: Jano

Jano (em latim Janus) foi um deus romano que deu origem ao nome do mês de Janeiro.
Jano tinha duas faces, uma olhando para a frente e outra para trás, e dele derivam os nomes da Montanha Jano e o Rio Jano, pois ele viveu na montanha.
Ele foi o inventor das guirlandas, dos botes, e dos navios, e foi o primeiro a cunhar moedas de bronze; por isto que em várias cidades da Grécia, Itália e Sicília, em suas moedas, trazem em um lado um rosto com duas faces e no outro um barco, uma guirlanda ou um navio.
Ele se casou com sua irmã Carmese, e teve um filho chamado Aethex e uma filha chamada Olistene. Desejando aumentar o seu poder, ele navegou até a Itália e se instalou em uma montanha próxima de Roma, chamada Janiculum por causa dele.