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quinta-feira, 31 de agosto de 2006

Lenda do Palácio Nacional de Sintra


No Palácio Nacional de Sintra existe uma sala cujo o tecto está pintado com diversos desenhos de pegas.

Diz-se que o rei e a rainha que lá viviam nessa época fizeram casar mais de um cento de mulheres, entrando na conta as que ele próprio casou também, seguindo tão bons exemplos. Não havia uma ligação ilícita, nem um adultério conhecido. A corte era uma escola. D. Filipa, pregando ao peito o seu véu de esposa casta, com os olhos levantados ao céu, não perdoava. Terrível, na sua mansidão, trazia o marido sobre espinhos.

Certo dia, segundo reza a lenda, em Sintra, o rei esqueceu-se, e furtivamente pregava um beijo na face de uma das aias, quando apareceu logo, acusadora e grave, sem uma palavra, mas com um ar medonho, a rainha casta e loura. D. João, enfiado, titubeando, disse-lhe uma tolice: "Foi por bem!!!". A rainha saiu solenemente. Eram ciúmes? Não, ciúmes só sente quem está apaixonado, e não era o caso. Apenas sentia o seu orgulho ferido.

Rapidamente a notícia se espalhou pelo palácio, e toda a criadagem andava com a frase "Foi por bem" na boca. Chateado com a situação, o rei decidiu tomar uma iniciativa, mandou construir uma sala para a criadagem. Todos ficaram radiantes e contando os dias que faltavam para a sala estar pronta.

Finalmente chegou o dia, iam conhecer a sala. Qual não foi o espanto de todos ao verem que o tecto de tal sala estava todo pintado com pegas, que tinham escrito no bico "Pour Bien". (traduza-se por bem).

quarta-feira, 30 de agosto de 2006

Lenda de Monserrate


Diz a tradição que nos tempos de domínio árabe morou naquele sítio, no alto da Penha, um moço árabe ou fidalgo cristão, que tinha grande predomínio com todas as famílias cristãs que habitavam a serra.

Esse moço árabe andava em rixa velha com o alcaide do castelo de Sintra, resultando dessa discórdia este vir desafiá-lo a um duelo. Deste duelo resultou a morte do moço árabe que ficou estendido no chão. Logo foi tido em conta por toda a gente como mártir, ao qual levantaram um túmulo e depois uma capelinha de oração.

Esta pequena ermida com o tempo ruiu, sendo em 1500 substituída por outra, edificada pelo padre Gaspar Preto, sob a invocação de Nossa Senhora de Monserrate, tendo vindo de Roma a imagem da Virgem, feita de alabastro.

terça-feira, 29 de agosto de 2006

Bush declara 29 de agosto Dia Nacional pelo Katrina

O presidente americano, George W. Bush, declarou 29 de agosto como Dia Nacional em lembrança da devastadora passagem do furacão Katrina pelo sul dos Estados Unidos, um ano depois, anunciou a Casa Branca nesta sexta-feira.

segunda-feira, 28 de agosto de 2006

Lenda do Cabo da Roca


Conta a lenda, que perto do Cabo da Roca, desapareceu de casa de sua mãe um menino, cuja idade rondava os cinco anos, sem que sua triste mãe pudesse saber onde ele estava. Já o presumia caído de alto penhasco abaixo no mar e afogado. Já o deplorava morto. Mas a verdade era outra. Umas bruxas o tinham tirado de sua casa e lançaram-no num despenhadeiro num monte sobre o mar.

Aos choros que o menino dava, acudiram uns pastores de gado que rapidamente deram a noticia à vila. De lá saíram muitos aldeões com a desconsolada mãe para socorrerem o pobre menino.

Para o tirarem do buraco que parecia de fundo inacessível foi uma tarefa complicada, mas rapidamente o conseguiram. Todos alegres por o verem são e salvo logo a mãe lhe perguntou quem o tinha posto ali; e quem lhe dera de comer durante tanto tempo. O menino explicou que tinham sido umas mulheres que o tinham trazido pelo ar e o tinham atirado para a tal cova, porém, disse que uma senhora, muito formosa, todos os dias lhe levava umas sopinhas de cravos para ele comer.

Depois da história explicada e tudo estar resolvido, toda a aldeia mais a mãe e o menino dirigiram-se à igreja para agradecer a Nossa Senhora tudo ter acabado em bem. Ao entrar na igreja e vendo a Senhora no altar o menino disse com estas formais palavras: "Ó mãe, eis ali a senhora que todos os dias me dava as sopinhas de cravo para eu comer". Este menino chamava-se José Gomes, mas foi sua alcunha que ficou conhecida na praça de Cascais, Chapinheiro.

Num retábulo pintado no interior da Igreja, que está ao pé do farol da Guia (Cascais), datado de 1858, encontra-se inscrito este milagre.

domingo, 27 de agosto de 2006

Interessante - O planeta Marte

O planeta Marte será o mais brilhante no céu noturno a partir de Agosto. Ele poderá ser observado a olho nu, tão grande quanto uma lua cheia, especialmene no dia 27, quando vai estar mais próximo da Terra.
Não deixe de observar o céu na noite de 27 de agosto, a meia-noite e meia, você verá duas luas!!! Não perca. A próxima vez que Marte vai aparecer assim será em 2287.

Marte é o quarto planeta em distância em relação ao Sol e pode ser visualizado sem ajuda de telescópio do planeta Terra. Tem uma atmosfera rarefeita e assemelha-se à Terra em vários aspectos. Sua atmosfera é formada de elementos tais como: gás carbônico, nitrogênio, argônio e oxigênio. A temperatura média de Marte é de aproximadamente 59 graus celsius negativos. Nos últimos anos tem sido o planeta mais estudado por agências espaciais do mundo todo, pois existem planos de buscar algum tipo de vida em marte e também projetos futuros e estudos para colonizar Marte. Grande parte destes projetos espaciais pertence a NASA.

sábado, 26 de agosto de 2006

Lenda da Peninha

Conta-se que no reinado de D. João III, na terra de Almoínhos-Velhos, havia uma pastora muda que tinha o costume de levar as suas ovelhas a pastar ao cimo da serra.

Certo dia, uma das suas ovelhas fugiu, deixando a jovem pastorinha desesperada em busca da tal ovelha.

Após longas buscas observou ao longe uma senhora que trazia consigo a sua ovelha.

A pastorinha agradeceu muito da maneira que pôde, visto que esta não conseguia falar.

A senhora, aproveitando a ocasião, pediu à pastorinha que lhe desse um pouco de pão. A pastora explicou-lhe, gestualmente, que esse ano tinha sido mau e havia muita fome. A senhora deu-lhe então um conselho:

- Quando chegares a casa chama pela tua mãe e procura pão.

A pastorinha tentou-lhe explicar que isso era impossível, pois para além de ter a certeza de não haver pão em sua casa, ela não podia chamar pela sua mãe, pois era muda. Mas a senhora tanto insistiu que a pastora decidiu fazer o que esta lhe dizia.

Ao chegar a casa chamou por sua mãe e a sua voz fez-se ouvir em toda a sua casa.

Contou a história a sua mãe e apressou-se em procurar o pão. E qual não foi o espanto das duas quando dentro de uma arca encontraram pão que chegou para a aldeia inteira.

No dia seguinte, como prova de agradecimento, toda a aldeia subiu à serra e precisamente no sítio onde a pastorinha tinha encontrado a senhora, estava agora uma gruta com a imagem de Nossa Senhora.

Esse local passou a ser sagrado e mais tarde foi aí construída uma capela, conhecida por capela de Nossa Senhora da Peninha.

sexta-feira, 25 de agosto de 2006

Lenda de Seteais


Seteais é um dos mais belos recantos de Sintra. O seu nome remonta a 1147, altura em que D. Afonso Henriques conquista Lisboa e Sintra se rende sem resistência, uma vez que ficava isolada do restante território árabe.

Segundo a lenda, um dos primeiros cavaleiros cristãos a subir a serra de Xentra foi D. Mendo de Paiva que encontrou uma porta secreta por onde fugiam vários mouros. Entre eles encontrava-se uma moura muito bonita com a sua velha aia.

Quando viu o cavaleiro, a jovem, por se sentir descoberta, suspirou.

A aia, aflita, pediu-lhe que não suspirasse mais. D. Mendo decidiu fazer a jovem sua prisioneira. Quando o disse à aia a jovem voltou a suspirar.

O novo suspiro da bela moura fez com que a velha aia confessasse ao cavaleiro que a jovem tinha sido amaldiçoada por uma feiticeira e que morreria no dia em que desse sete ais.

A revelação deste segredo fez com que a moura suspirasse de novo.

O cavaleiro não acreditou na história o que provocou outro suspiro da jovem. Quando o cavaleiro anunciou que fazia ambas suas prisioneiras a bela moura soltou novo suspiro. A pobre velha ficou desesperada porque a sua ama já tinha suspirado cinco vezes. O cavaleiro voltou a dizer que não acreditava em tais maldições e que iria procurar um local sossegado para onde as levaria.

Depois do cavaleiro se afastar surgiu um grupo de mouros que tinha ouvido a conversa e que se preparou para roubar as duas mulheres. Com um golpe de adaga cortaram a cabeça da velha ama o que provocou novo ai na jovem. Este foi o sexto ai. O sétimo foi a última coisa que disse, no momento em que viu a adaga voltear para lhe cair sobre o pescoço.

Quando D. Mendo voltou ficou muito triste e deu àquele recanto de Sintra, em honra da bela moura, o nome de Seteais.

quarta-feira, 23 de agosto de 2006

Borlas

Cinema ao Ar Livre
No jardim da estrela, sempre ás 22 horas:
29- Dick e Jane-Ladroes sem jeito;
30- Kiss Kiss, Bang Bang;
31- Dizem por ai;
1- Zathura - Aventuras no Espaço;
2- Firewall;
3- O Código da Vinci.
Podem ver no site: www.jf-lapa.pt

Regresso à Idade Media II
Na pousada de São Filipe, na Serra da Arrábida, se viaja à era medieval. As Noites do Castelo - que terminam no próximo sábado, 26- prometem um serão diferente, com recriação de jantares da época.

ZimbraMel- VIII Feira do Mel da Peninsula de Setúbal
No Castelo de Sesimbra, de 25 a 27 de Agosto.

Delfins no Estoril
A banda liderada por Miguel Ângelo actua no DU Arte Lounge do Casino Estoril, na Quinta-feira, 24 de Agosto pelas 23.30.

Passeios na natureza
A câmara Municipal da Nazaré organiza até á proxima terça-feira, 29 de Agosto, actividades de sensibilização ambiental como os Passeios de Observação da Natureza e a Visita aos Cabozes e Passeio aos Golfinhos.

A catedral dos cocktails
Não termine o dia sem antes experimentar o cocktail Pink Mojito, no bar Cinco Lounge, no coração do Principe Real. Uma deliciosa combinação de tequilha, sumo de arando, hortelã fresca, lima e açucar mascavado.

PLANÍCIE MEDITERRÂNICA 2006 - XIV Festival Sete Sóis Sete Luas
Castro Verde, de 12 a 16 de Setembro de 2001
De 7 a 10 de Setembro, o diálogo entre as culturas mediterrânicas regressa a Castro Verde no âmbito da Planície Mediterrânica 2006, uma produção que integra a rede cultural da XIV edição do Festival Sete Sóis Sete Luas.
Em parceria com cerca de 30 pequenas cidades de diferentes países do sul da Europa, o Festival promove intercâmbios culturais que permitem uma permuta de experiências entre as diferentes culturas da bacia do Mediterrâneo e o desenvolvimento de novas manifestações artísticas.
Nesta edição, Castro Verde recebe Memória Andaluzí (um projecto original concebido por José Luís Rodriguez, que reúne em palco Nour Eddine, Marco Reis e Pastora Galván), Akim El Sikameya e Acquaragia Drom com "Mister Romano Tour", um espectáculo vibrante e irónico no original estilo cigano.
Este ano invoca-se a trilogia do mediterrâneo composta pelo "Trigo, Azeite e Vinho", dinamizando para o efeito um conjunto de iniciativas em torno desta temática, com destaque para o "Bafo de Baco - Roteiro das Tabernas" e para a "Tiborna", um sabor bem mediterrânico.
Vejam mais em
http://attambur.com/Noticias/20013t/planicie_mediterranica.htm

segunda-feira, 21 de agosto de 2006

REYES, MARIA JESUS ALAVA

A Inutilidade do sofrimento


O dia-a-dia é feito de dificuldades e contrariedades que, muitas vezes, nos fazem esquecer a importância das pequenas coisas da vida. Acabamos por nos sentir sempre insatisfeitos, sofrendo por antecipação com situações que até acabam por se revelar simples de resolver. É verdade que todas as pessoas sofrem. Mas, uma coisa é sofrer por um acontecimento doloroso, outra é passar o tempo a lamentarmo-nos por coisas sem grande importância e não fazermos nada para mudar. Para ajudar a descobrir este lado positivo da vida e a encará-la como uma dádiva que devemos receber de braços abertos.

«Carpe Diem, aproveitai o dia, porque o passado já era, e o futuro ainda não chegou!»

Um grande amigo aconselhou-me a ler este livro, no momento mais marcante da minha vida. Talvez me ajude a esclarecer dúvidas, e a saber aonde buscar energia e força para enfrentar o futuro...

"O importante na nossa vida são os pensamentos e não os acontecimentos"
"Podemos sentir-nos bem, ainda que a realidade que vivemos seja dificil"
"Tudo depende de ponto de vista"
"O ser humano sente-se mais feliz quando atinge uma meta dificil do que quando logra algo rapidamente e sem dificuldade."
"O presente pertence-nos."
"As situações podiam ser dificeis, mais dificeis. Mas sempre, inclusive nesses momentos, continuava a ter a possibilidade de sentir-se bem consigo próprio."
"Uma criança é um pequeno ser único, incrivel e singular, desde o momento em que nasce. É único porque não existe ninguém como ele, ainda que tenha um gémeo com idêntica carga genética, mas ele é só ele, tem o seu próprio temperamento."
"Viver cada dia como se fosse o ultimo da nossa vida"
"Aprendemos a viver o presente sem os condicionantes negativas do nosso passado."
"O mais recente que vovemos é o que mais gravado está na nossa mente."
"Quando perdemos a confiança em nós próprios, a nossa vida desmorona-se. Nesse momento, é extraordinariamente difícil de reagir, mas é ai que temos de lutar e não nos deixar vencer pela apatia, o desencanto, a tristeza, a falta de esperança, de fé..., a ausência de horizontes."

sábado, 19 de agosto de 2006

Noobai Café

Com uma vista magnifica sobre a cidade de Lisboa, no Miradouro do Adamastor em Santa Catarina, o Noobai Café oferece um menu recheado de coisas boas. Se é adepto de gaspacho, não deixe de experimentar esta iguaria. Segundo o suplemento da Visão desta semana.
Ou outras coisas boas..Entradas, coisas doces, batidos, chá deliciosos, etc...
http://www.noobaicafe.com/

quarta-feira, 16 de agosto de 2006

O primeiro aniversário da morte do irmão Roger

16 de Agosto - 4ª feira às 19.45h
À semelhança do que acontece em Taizé gostariamos de assinalar este dia com uma oração na Igreja de São Nicolau na Baixa às 19.45h. Por favor divulguem!
Obrigada!

O primeiro aniversário da morte do irmão Roger será marcado de forma muito simples com uma Eucaristia celebrada às 20.30h de 16 de Agosto na Igreja da Reconciliação. Milhares de jovens de mais de 60 países, que estarão em Taizénessa semana, participarão na celebração.«Cristo de compaixão, tu concedes-nos estar em comunhão com aqueles que nos precederam e que podem permanecer tão próximos de nós. Entregamos nas tuas mãos o nosso irmão Roger. Ele contempla já o invisível. Seguindo os seus passos, tu preparas-nos para acolhermos um reflexo da tua luz.»

terça-feira, 15 de agosto de 2006

Livros na Feira do Livro 2006

"Dizei uma palavra e serei salvo"
Com uma vida marcada pela dor e pela perda, Jim passou a confiar apenas na palavra; imagina que só pela palavra escrita é capaz de expressar tudo o que ao longo da sua vida deixou por dizer reencontrando e recuperando assim o amor perdido.
Dizei Uma Palavra e Serei Salvo é uma história de aceitação do passado e de esperança no futuro. Profundamente sentida, espantosamente bem contada e escrita na prosa lírica e bem ritmada de Niall Williams. É simultaneamente um romance sobre as palavras, os livros, sobre a tentativa de compreender a dor. É um testemunho poderoso e íntimo da persistência do amor.

«Um livro maravilhoso, animador, repleto de esperança. Ofereçam-no a toda a gente!» Sunday Tribune

«Intenso, lírico… Pura emoção numa escrita admirável» The Times

"Os Factos de Vida"
Sete Irmãs vivem juntas sob a sombra da guerra, unidas pela lealdade, pelo amor, pelo medo e pela esperança. Até que chega uma noite alucinante em que Luftwaffe arrasa Conventry. No meio das tempestades de fogo que se propagam pela cidade, a irmã mais nova experimenta um despertar mágico que resultará, anos depois, no nascimento de um criança. Após o fim da guerra, os percursos das irmãs divergem, mas permanecem atraídas por esta criança extraordinária. À medida que o rapaz cresce, as circunstâncias conspiram para pôr à prova as suas lealdades mútuas, enquanto abrem o pano dum mundo de eventos verdadeiramente espectaculares.

«Adorei este livro! É uma saga épica acerca da família, do amor, e da magia. Há muito tempo que um romance não me encantava a este ponto.»
Isabel Allende

"O Historiador"
O sucesso deste livro que chega agora às bancas portuguesas, segundo os leitores, está na forma como a autora consegue entrar num mundo mágico que alguns consideram de máquina do tempo. O Historiador é um romance que decorre num ambiente histórico e relata o destino do homem que inspirou a lenda de Drácula. Neste thriller literário com pitadas de história de amor, a personagem principal começa por entrar numa outra dimensão quando está a limpar uns velhos livros do seu pai. Por entre um desses livros encontra um conjunto de cartas amareladas pelo tempo que têm a particularidade de começarem todas da mesma forma, com a expressão “Meu caro e desventurado sucessor”.
As cartas abrem caminho para um dos poderes mais perversos que a humanidade já conheceu e para uma busca que dura há séculos para encontrar a origem dessa perversidade e extingui-la. É uma busca da verdade sobre "Vlad, o Empalador", o governante medieval cujo bárbaro reinado esteve na base da lenda do Drácula. Gerações de historiadores arriscaram a reputação, a saúde mental e mesmo a vida para saber a verdade sobre este personagem e sobre Drácula. Agora, a jovem decide empreender por sua vez essa busca para seguir o pai numa perseguição que quase o destruiu quando ainda era um novo e entusiasta académico e a mãe ainda estava viva.

sexta-feira, 4 de agosto de 2006

Cantinho


Nas colinas de Taizé,
Nas paisagens verdejantes,
nos lugares mais lindos,
no local mais silencioso
encontrarás o teu cantinho.

Um cantinho de paz,
um cantinho de convivio,
com diversas pessoas
diferentes linguas, raças, cores culturas
e diferentes experiencias de vida.

Um cantinho mas perto de Deus,
aonde podemos abrir os corações,
aonde podemos conviver sem mágoas,
aonde podemos trocar experiências,
aonde podemos fazer amizades.

Numa comunidade, numa aldeia,
aonde existe simplicidade
dedicação, amor e paz,
organização e trabalho,
aonde podemos dar e receber
ou não receber sem receios.

LMCF

terça-feira, 1 de agosto de 2006

Roy, Arundhati

Deus das Pequenas Coisas

Um primeiro romance que mereceu imediatamente, em 1977, o "Booker Prize", o mais importante prémio literário da língua inglesa. "A qualidade do livro é tão extraordinária - é uma obra ao mesmo tempo moralmente tão intensa e de uma tal riqueza imaginativa - que o leitor permanece completamente agarrado até ao final".