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segunda-feira, 30 de junho de 2014

domingo, 29 de junho de 2014

Fim-de-semana de descontão

Campo Maior:Pequeno almoço no Hotel;
Museu arte sacra;
Museu do Lagar de azeite.

Castelo de Ouguela:
Excelente companhia de um dos três habitantes de dentro do castelo, que nos contou uma das muitas história que nos contou, sobre a guerra civil de Espanha, tinha ele 13 anos, e que foi preso.
E agora tem 88 anos, mostrou-nos a cave do castelo e não cansava de nos tocar... 
Foi muito fixe.

Elvas: Entrada no castelo, almoco e serenata no jardim.
Regresso a Lisboa, duas horas de viagem.

sábado, 28 de junho de 2014

Seis meses em Campo Maior

Viagem longa,
dia fantástico, 
tarde maravilhoso,
vinho e passeio pela vindima...
Caracóis e cerveja, no pátio
Pinturas 

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Somos nós

Tu Popeye, 
eu Olivia, 
My Sunday de caramelo...

quinta-feira, 26 de junho de 2014

quarta-feira, 25 de junho de 2014

eu, ele, a Maria e o Miguel, nós temos tudo

Em abril ele foi despedido.
chegou a casa: abraçou-me. pediu desculpa. disse-me: fui despedido.
disse-lhe que ia correr tudo bem, que iamos arranjar trabalho: ele, eu. eu ia servir às mesas outra vez. a maria e o miguel dormiam a sesta na nossa cama. conseguiamos vê-los: um sono já leve. vi na cara dele o medo de não ter o que lhes dar: um brinquedo novo. gelados na esplanada. uma bolacha. um medicamento. uma sopa. encostado à parede ele chorou enquanto eu lhe limpava as lágrimas. 

ele começou a trabalhar este mês.
foram semanas difíceis: ele a adaptar-se a estar sempre em casa connosco. eu e eles a adaptarmo-nos a estar sempre em casa com ele. às vezes mais nervosos porque os dias passavam. às vezes mais deprimidos porque os dias passavam. às vezes com medo porque os dias não paravam de passar. é mais difícil do que se pensa: lidar com isto foi difícil.
mas passou: ele começou a trabalhar. correu tudo bem. tivemos sorte.
eles não sentiram falta de nada.

estava a pensar em todas estas coisas quando vi um apelo: uma família em dificuldades. o pai desempregado, a mãe, um filho, uma menina como a maria. pediam alimentos. pensei que podiamos ajudar. não acredito em deus: naquele momento apeteceu-me agradecer-lhe este novo trabalho. expliquei à maria o que íamos fazer: iamos comprar comida para uma menina como ela. e ela ajudou-me a colocar as coisas no cesto enquanto dizia: massa para a menina. arroz para a menina. leite para a menina. cereais para a menina. disse-lhe que se ela quisesse também podia dar um brinquedo dela à menina. quando chegámos a casa ela correu para o quarto para o escolher.
sozinha na cozinha passei os alimentos para um saco grande: a massa, o leite, o feijão, o arroz.  lembrei-me que não tinha arroz agulha na minha despensa: tinha carolino, arroz de risotto, basmati, integral. não tinha agulha. guardei um dos 4 pacotes na minha despensa.
a maria apareceu à minha frente com a carolina na mão: queria dá-la à menina. perguntei-lhe se tinha a certeza. se não ia sentir falta dela: era a única boneca que ela tinha com cabelo. ela pediu durante meses um bebé com cabelo. ela disse que tinha a certeza: queria dá-la à menina: meteu-a no saco.
fui espreitar o miguel: dormia aconchegado, enrolado nos meus lençóis que cheiravam a amaciador. estava a ficar melhor da gastroenterite: dei-lhe tudo o que ele precisava nesses dias: medicamentos para as cólicas, peito de frango cozido, papa de arroz, bananas e puré de maçã, torradas com compota. não lhe faltou nada. beijei-o na testa: deixei-o dormir.
fiz uma chávena de café, cortei uma fatia do bolo que fiz naquela semana e sentei-me no sofá de 4 lugares a ver um dos 74 canais que nunca vejo. quando olhei para o lado vi a maria: estava a brincar com a carolina. perguntei-lhe se já não a queria dar. ela respondeu-me que sim, que a queria dar. estava a brincar com ela porque "às vezes vou ter saudades dela e ela vai ter saudades minhas". eu não respondi: sorri: olhei para a televisão.
à minha frente sempre: a maria. para lá e para cá. parou: com as mãos nos meus joelhos disse-me "sabes mãe, a carolina é a única que tem cabelo, mas este bebé tem dentes, este tem chapéu, este tem uma banheira e este fala.": atrás dela alinhados no chão: 4 bonecos. ela tinha um sorriso no rosto enquanto apontava para eles. "vês?"-perguntou. vi. vi: carolino, risotto, basmati, integral.
levantei-me envergonhada. eu não sou uma pessoa egoísta, a sério que não. mas senti-me a maior, a pior das egoístas: senti-me mal. mais pequenina do que ela, que com 3 anos já é tão grande. disse-lhe que sim, que via. disse-lhe que ela tinha razão. chamei-me nomes enquanto tirei o arroz agulha da minha despensa e o coloquei no saco: a carolina já lá estava outra vez.
às vezes digo que os meus filhos me mudam todos os dias, me ensinam coisas: grandes lições.
uma vez uma amiga que ainda não é mãe perguntou-me: a sério? tipo o quê?
tipo isto, "vês?".

terça-feira, 24 de junho de 2014

Nasci...

“Não nasci para ser adequada, coerente, adorável. Nasci para ser gente. Para sentir de verdade. Tenho vocação para transparências e não preciso ser interessante o tempo todo. Por isso, não espere que eu supere as suas expectativas: às vezes, nem eu supero as minhas.”

______ Marla de Queiroz

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Desenhos animados

O fantástico mundo do desenho animado. Um making of lindo e emocionante mostra o processo de criação do desenho “The Bear and The Hare”. Sério, você precisa assistir esse vídeo!



Watch more Making Of videos on Frequency

domingo, 22 de junho de 2014

Nossa Senhora Perpetua Socorro


No próximo dia 23 de Junho realiza-se na Paróquia de Nossa Senhora do Cabo em Linda a Velha, a tradicional festa de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, promovida pelas comunidades goesas residentes em Portugal, particularmente, no Concelho de Oeiras.
A efígie de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro foi venerada na ilha de Creta até ao século XV, mas a difusão da sua devoção deve-se aos Padres Redemptoristas desde 1896, tendo o Papa Pio IX solicitado aos mesmos a propagação mundial desta devoção.
Uma observação atenta da imagem revela-nos uma mãe amorosa, carinhosa e- ao mesmo tempo -sofredora, pensando, talvez, nos instrumentos de tortura que farão parte do sofrimento do seu Filho que se encontra no seu colo: um simples quadro engloba o amor de uma mãe e a sua resignação pela paixão do seu próprio Filho.
Em Portugal, a devoção de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro foi introduzida nos fins do século XIX, por diversas vias, mas os grandes arautos desta devoção têm sido os Missionários Redemptoristas.
Convidamos assim toda a comunidade paroquial a participar na festa litúrgica, com início às 11h30, seguida de convívio/almoço no salão de festas da paróquia de Linda a Velha.

Portugaaalll

Vamos lá!!!!
Força selecção
vamos jogar limpo
vamos jogar correto
vamos jogar bonito!
vamos mostrar como o futebol é espectáculo!!!

sábado, 21 de junho de 2014

sexta-feira, 20 de junho de 2014

A Asma é uma doença inflamatória crónica dos brônquios?

"Sabia que…
A Asma é uma doença inflamatória crónica dos brônquios?
Resulta do estreitamento dos brônquios, que pode ocorrer em várias circunstâncias. Ficando mais estreitos, o ar sai e entra nos pulmões com mais dificuldade. Este estreitamento é provocado pela contração dos músculos que existem à volta dos brônquios, pelo aumento da parede dos brônquios, ficando assim o interior dos brônquios mais estreito e pela maior quantidade de secreções que estes produzem. A asma afeta cerca de 150 milhões de pessoas de todas as idades no Mundo. Em Portugal calcula-se que estão afetadas aproximadamente 600.000 pessoas, cerca de 11% das crianças e 5% dos adultos.

Quais são os sintomas de asma?
Causa sintomas respiratórios, nomeadamente dificuldade em respirar, pieira ou chiadeira, sensação de opressão do tórax, tosse e cansaço. A intensidade dos sintomas é muito variável de doente para doente e mesmo em cada doente, já que podem passar-se dias, semanas ou meses sem sintomas ou podem ser muito frequentes. Também a intensidade das crises pode ser muito diferente de dia para dia.

Dificuldade em respirar
Dificuldade em deitar fora o ar do peito e em fazer entrar mais ar.Normalmente, não temos consciência da entrada e saída de ar dos pulmões.

Pieira
Ruído tipo assobio que se ouve quando se respira, e que é provocado pela passagem do ar nos brônquios estreitados.

Sensação de aperto no tórax
Sensação de ter o peito a ser apertado por um cinto.

Quer saber se tem asma?
Se tem os sintomas referidos, consulte o seu médico. Ele pode ajudá-lo, fazer o diagnóstico e tratá-lo."

Fonte: Sociedade Portuguesa de Pneumologia
*As informações e/ou os conselhos disponibilizados não substituem o parecer/opinião do seu Médico.

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Estrela

Somos todos uma Estrela !! Nunca deixe de brilhar. 
Boa noite a todos e que Deus abençoe o teu deitar e também o teu acordar 

terça-feira, 17 de junho de 2014

Dia Mundial do Combate à Desertificação e à seca

Comemora-se hoje o Dia Mundial do Combate à Desertificação e à seca. Por vezes parece-nos que determinados problemas estão longínquos, mas se estivermos atentos podemos observar que afinal tudo começa à porta de casa... quando não dentro dela!
Para assinalar o Dia, a ADAL contou com a colaboração da nossa amiga Teresa Santos, a quem agradecemos. Ora leiam:

De acordo com a Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD), este fenómeno corresponde à degradação da terra, nas zonas áridas, semiáridas e sub-húmidas secas, em resultado da influência de vários fatores, incluindo as variações climáticas e as atividades humanas.
As causas apontadas pela UNCCD para a Região Mediterrânea Norte, em que Portugal se insere, são, em síntese:
  • Condições climáticas semiáridas, grande variabilidade pluviométrica e chuvadas repentinas e de grande intensidade;
  • Solos pobres e suscetíveis à erosão;
  • Relevo acidentado;
  • Grandes perdas no coberto vegetal resultantes da severidade regional dos incêndios florestais;
  • Crise na agricultura tradicional, associada ao abandono da terra e à deterioração das estruturas de proteção do solo e de conservação da água;
  • Exploração não sustentável dos recursos hídricos, causadora de prejuízos ambientais graves, neles se incluindo a poluição química, a salinização e o esgotamento dos aquíferos; e
  • Concentração das atividades económicas no litoral, como resultado do crescimento urbano, da atividade industrial, do turismo e da agricultura de regadio.»
As consequências incluem o aumento da erosão e da salinização dos solos, da alteração do ciclo da água com redução da infiltração da água da chuva e aumento do escoamento superficial, a redução da biodiversidade e da produtividade dos solos, conduzindo ao empobrecimento das comunidades humanas deles dependentes.
No Programa de Ação Nacional de Combate à Desertificação (PANCD), aprovado pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 69/99, de 17 de Junho e em revisão, é referido que a desertificação “é um processo complexo, no qual muitas vezes as causas se confundem com os efeitos e em que intervêm não apenas os agentes mais próximos, mas muitos outros não diretamente envolvidos e muitas vezes não identificáveis”, sendo que “a mais ampla expressão da problemática causa-efeito na desertificação observada no território português é o despovoamento”, uma vez que “nas condições mediterrânicas que predominam no território continental, a presença do homem é fator determinante para a moldagem da Natureza: quando está presente, o homem constitui-se como vigilante e como arquiteto e escultor dos recursos naturais e da paisagem; quando se ausenta, o homem deixa atuar sobre os solos, por si muitas vezes fragilizados, os agentes naturais.”
Assim, a manutenção da população ativa nas zonas rurais é um dos eixos do PANCD, a par da conservação do solo e da água; da recuperação das áreas mais ameaçadas; da investigação, experimentação e divulgação e ainda da integração da problemática da desertificação nas políticas de desenvolvimento.
À escala da Área Metropolitana de Lisboa, onde se verificou em muitas áreas, e num passado recente, a transformação rápida do uso rural do solo para o urbano consolidado, fará ainda sentido falar-se da problemática da desertificação. Mas não é esse o caso do Concelho de Loures, em que cerca de metade do território permanece rural mas muitas vezes desvalorizado, votado ao abandono e sofrendo episódios algo frequentes de incêndios e de erosão de zonas vulneráveis.
Sendo certo que a desertificação será mais intensa e frequente quanto menos pessoas viverem nos espaços rurais, menos meios de intervenção e incentivos sociais e financeiros para a manutenção desses espaços tiverem, quanto menor for o preço dos bens e serviços produzidos e menor o interesse em reabilitar cooperativas e associações de produtores, concluímos que, não obstante a desertificação ser um problema à escala mundial, há muito a fazer à porta de casa.
Links recomendados:
http://dre.pt/pdf1sdip/1999/07/158B00/43004305.pdf (Resolução do Conselho de Ministros n.º 69/99, de 17 de Junho, que aprova o Programa de Acção Nacional de Combate à Desertificação (PANCD) e estabelece procedimentos relativamente à sua concretização)


Ler mais: http://www.adaloures.pt/news/o-dia-mundial-do-combate-%c3%a0-desertifica%c3%a7%c3%a3o-seguido-de-a-desertifica%c3%a7%c3%a3o-vista-pela-janela/

Crie o seu website grátis: http://www.webnode.pt 

Saudações associativas.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Acessivel

Vamos mostrar que queremos transformar o mundo, num mundo +inclusivo? 
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JUNTOS PODEMOS FAZER A DIFERENÇA! 

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Importancia

"É uma verdade imutável: Quem se importa, prova isso te fazendo sentir-se especial. Nada mais, nada menos. Presente raro de Deus".


domingo, 8 de junho de 2014

Desejo

“Desejo que seus dias tenham flores, suas flores tenham vida, suas manhãs sejam de brisas. Enfim, que seu olhar sorria. Que sempre aconteça algo que ilumine sua face ao longo de cada dia.”
____ Sirlei L. Passolongo

sábado, 7 de junho de 2014

terça-feira, 3 de junho de 2014

Amor

"O amor é a única loucura de um sábio e a única sabedoria de um tolo."

William Shakespeare

segunda-feira, 2 de junho de 2014