Avançar para o conteúdo principal

O medo do desconhecido..

Tenho Anjos no Céu, tenho Anjos na Terra
Que olham por mim, que cuidam de mim
que torcem pela minha felicidade neste mundo
que mais posso desejar...

Tenho o livro para ler nos momentos criticos,
tenho a mente aberta para saber que é importante,
que para este mundo, preciso o necessário
para sobreviver, para viver bem com vida
e com o que está a minha volta
e corpo reage conforme a mente manda...

Tenho o Amor no meu coração,
Tenho concordância da minha cabeça com o meu coração,
apenas fica o nó no estomago,
ponho a pensar em coisas boas, e passa por instantessss

Tenho medo, medo do desconhecido,
Mesmo que já tenha passado por este desconhecido,
mas é sempre desconhecido...
Mas o tempo cura tudo, até o medo do desconhecido..
(autoria: LMCF)

Comentários

LMCF disse…
O medo é uma emoção saudável no ser humano. O medo normal nos protege contra ameaças reais à vida. Todas as vezes que nos deparamos com circunstâncias inesperadas, que representam perigo, surgem os sintomas do medo.
"Um dos efeitos do medo é perturbar os sentidos e fazer com que as coisas não pareçam o que são."
Miguel de Cervantes – Dom Quixote, século XVII.
LMCF disse…
Tinha razao, para ter medo do desconhecido.. Por mais informada, por mais preparada que estejamos, o desconhecido, é sempe desconhecido...

Mensagens populares deste blogue

Contos ao Cair da Noite, inspirado no ritual de… Juramento

Helena e Sérgio amavam-se desde a adolescência. Na noite em que decidiram selar o futuro, regressaram à capela abandonada onde, em crianças, tinham inventado um ritual: um corte na palma da mão, três gotas de sangue sobre a pedra do altar e um juramento de fidelidade até à morte. — Se um de nós partir primeiro, o outro não ficará sozinho — prometeu Sérgio, apertando-lhe os dedos. Helena sorriu e repetiu as palavras. Do lado de fora, o vento percorreu os pinheiros com um murmúrio estranho, mas nenhum dos dois lhe deu importância. Dez anos depois, Sérgio morreu num acidente de automóvel. Na noite do funeral, Helena não suportou o silêncio da casa. As fotografias pareciam olhar para ela. A cama era demasiado grande. O futuro, demasiado vazio. Sem saber bem porquê, voltou à velha capela. Levava uma faca no bolso e uma dor que mal conseguia respirar. Ajoelhou-se diante do altar de pedra, abriu novamente a palma da mão e deixou cair três gotas de sangue sobre a superfície escurec...