Avançar para o conteúdo principal

Sabem com quem sonhei ???!!

Pois é. Este mesmo, um galã, um gentleman..um jeitoso George Clooney.
Sonhei com ele. Um sonho tão real.
Mas tão real, que senti amada, bem-tratada, generosamente realizada e possuida.
Estou a falar a sério. Talvez tenha sido a "prenda" para o dia de S.valentim..

Seus olhos doces.. Pediam para ser amados..
Seus lábios carnudos.. suaves, pediam beijos..sem cessar.
Suas mãos, e que delicadas mãos...
pediam contacto, tacto, toque..


Seus cabelos, "black and white", vontade de puxar, para sentir realidade..
Seu corpo, bem delineado, desenhado... pedia para possuir e ser possuido.
Tudo tão perfeito. Tudo tão classicamente rico.. tudo tao longe e tão perto..
Aquele lugar, maravilhoso, onde só estamos nós.. onde só acontece em sonhos.
Naquele carro, mega-potente, que chega a todo o lado num instante..


Sonhar..
Faz bem sonhar, mesmo que seja por breves momentos..
Pois nesses momentos senti um pouco realizada. Senti despida sem medos.. Estava tão dentro do sonho, tão possuida que acordei suada e a chamar por "George"..
Acho normal, sonhar com um garanhão destes, mas dai a acordar suada...
Ai, Ai!! Balha-nos Deuses... Cof Cof..

Comentários

k. disse…
que bem escolhido :)
Olguita disse…
Que sorte, livra!
Nunca tive sonhos desses!
Balha-me os deuses!!!

Mensagens populares deste blogue

Contos ao cair da noite, inspirados no ritual de ...Cura

Helena estava doente há quase um ano quando o médico lhe disse que existia uma cura. Não fez perguntas. Agarrou-lhe as mãos por cima da secretária e chorou em silêncio. O tratamento começou nessa mesma semana. As dores desapareceram primeiro. Depois vieram as noites tranquilas, o apetite, a cor no rosto. Ao fim de um mês, Helena já conseguia subir as escadas sem parar a meio. — Está a resultar — disse o médico. Ela sorriu. Nessa noite, dormiu profundamente pela primeira vez em muitos meses. Acordou pouco depois das três da manhã. Alguém estava sentado aos pés da cama. Ficou imóvel. A figura não se mexia. Helena acendeu o candeeiro. Não havia ninguém. Na manhã seguinte encontrou uma mancha escura sobre o lençol, exatamente onde julgara ver a silhueta. Convenceu-se de que tinha sonhado. Até começar a ouvir a voz. Primeiro no corredor. Depois na cozinha. Depois atrás da porta do quarto. Sempre durante a madrugada. Sempre a chamar por ela. — Helena... Quando perguntou ao...