Avançar para o conteúdo principal

Chip do tamanho de um grão de arroz...

Que tal passar a viver com um pequeno objeto implantado debaixo da pele? Do tamanho de um grão de arroz, este objeto mágico pode ajudar a polícia a localizar seqüestrados - e os médicos, a descobrir a história de cada paciente.
O objeto é do tamanho de um grão de arroz. Quase some na mão. É um chip, como aqueles que existem nos computadores. Mas este chip, mesmo assim tão pequeno, pode ajudar a salvar vidas. "Em questão de segundos ele é capaz de dar todo tipo de informação sobre uma pessoa, em qualquer parte do mundo em que ela esteja", explica o médico Richard Seelig. Ele acha que vai ser especialmente útil para quem usa marca-passo, ou sofre de doenças que fazem perder a consciência.
Mas o objeto, chamado verichip, não é para ser carregado. Ele deve ser implantado. O doutor Seelig tem tanta fé no verichip que implantou dois: um no braço, outro nos quadris. O implante foi feito usando uma seringa. O verichip é de vidro, forrado com uma camada de plástico especial. Segundo o médico, é isso que evita a rejeição e que ele se mova embaixo da pele.
O fabricante do verichip explica: o número que identifica cada pessoa é transmitido automaticamente para um computador. Imediatamente aparecem as informações. O nome, a nacionalidade e o número da carteira de identidade. Características pessoais, como a cor dos olhos, também estão ali. Se a pessoa usar um marca-passo, surge o nome do fabricante, o tipo do implante, assim como telefones dos médicos e parentes que devem ser avisados. Todos os remédios que toma e as alergias que tem estão registradas.
O médico lembra os casos de seqüestro no Brasil: "O verichip pode identificar a vítima em caso de inconsciência ou de morte". Ele diz que para localizar uma pessoa seqüetrada, o verichip precisaria de uma bateria, que ele não tem.
O chip pode não ser útil - ainda - no caso de um seqüestro. Mas a mesma empresa que fabrica o chip acha que tem a solução para localizar uma pessoa seqüestrada, onde quer que ela esteja.
É um objeto, que parece uma ficha de cassino. Além de um circuito eletrônico, ele contém uma bateria. O fabricante o batizou de “anjo digital”. Pode ser colocado num relógio ou dentro de uma peça de roupa. O "anjo digital" emite sinais que são recebidos por satélites que já existem orbitando em volta da terra. Os sinais são mandados de volta e captados por um computador. Na tela, mapas de todas as partes do mundo.
Todo movimento da pessoa que está usando o "anjo digital" vai sendo acompanhado.
O fabricante do "anjo digital" quer uni-lo ao verichip. Fabricar um objeto tão pequeno que possa ficar escondido embaixo da pele.

Comentários

Anónimo disse…
ou seja Jesus está voltado como esta na Bíblia é o sinal da Besta.
Apocalipse. 13.16,17 - 'A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número de seu nome'.

depois todo mundo será obrigado colocar esse chip ou será morto
daiane disse…
muito bom lembrar que jesus esta veoltando. e que triste que muitos não acreditem nisto. para mim só existe ele e o pai... abraços
Anónimo disse…
É a palavra de Deus se cumprindo.Apocalipse. 13.16,17, então meus amados creia na palavra de Deus.

“Aquele que tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas...” - Apocalipse, cap. 2.

Mensagens populares deste blogue

Contos ao cair da noite, inspirados no ritual de ...Cura

Helena estava doente há quase um ano quando o médico lhe disse que existia uma cura. Não fez perguntas. Agarrou-lhe as mãos por cima da secretária e chorou em silêncio. O tratamento começou nessa mesma semana. As dores desapareceram primeiro. Depois vieram as noites tranquilas, o apetite, a cor no rosto. Ao fim de um mês, Helena já conseguia subir as escadas sem parar a meio. — Está a resultar — disse o médico. Ela sorriu. Nessa noite, dormiu profundamente pela primeira vez em muitos meses. Acordou pouco depois das três da manhã. Alguém estava sentado aos pés da cama. Ficou imóvel. A figura não se mexia. Helena acendeu o candeeiro. Não havia ninguém. Na manhã seguinte encontrou uma mancha escura sobre o lençol, exatamente onde julgara ver a silhueta. Convenceu-se de que tinha sonhado. Até começar a ouvir a voz. Primeiro no corredor. Depois na cozinha. Depois atrás da porta do quarto. Sempre durante a madrugada. Sempre a chamar por ela. — Helena... Quando perguntou ao...