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Festa de Natal, á grande e á Francesa!!

Muito vinho e pouco música ao vivo.
O homem cantou 4 músicas, e deu de frosque.

Alguém se lembra do Pokamon? Um marcador para desenhar... ai !! Zinhores!

Chegamos nós ao bar... Á porta começamos a ver, o pessoal a irem embora, a apagar as luzes, a trocar os copos, chegou o Inspector da ASAE!!!

Estavam todos muito bonito, sim zinhor, há quem tenha ido dormir para o carro... para curar-se... ou de si ou da bebedeira.

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O Enigma das Sete Partes

  Ninguém sabia de onde vinha o velho Mestre. Uns diziam que passara a vida entre bibliotecas esquecidas; outros juravam tê-lo visto atravessar desertos, mosteiros e cidades onde as palavras pareciam mais antigas do que as próprias pedras. Mas todos concordavam numa coisa: quem aceitasse um dos seus desafios nunca mais voltava a olhar para a língua portuguesa da mesma maneira. Numa tarde de verão, pousou sobre a mesa um pequeno cofre de madeira escura. Não tinha fechadura, dobradiças visíveis nem qualquer sinal de chave. Apenas uma inscrição gravada na tampa: «Abre-me com sete partes do corpo humano.» Pela janela entreaberta entravam os sons da praça. Ao longe, uma melodia elevava-se da velha igreja. Os acordes eram tão profundos que pareciam fazer respirar as paredes de pedra e espalhavam-se pelas ruas como um fio invisível, fazendo vibrar o silêncio. — Parece fácil... — comentou um rapaz. O Mestre sorriu. — Os enigmas mais difíceis são aqueles que se apresentam com a si...