Avançar para o conteúdo principal

Sete Maravilhas Naturais de Portugal

Foram hoje conhecidos os 21 finalistas na eleição das “Sete Maravilhas Naturais de Portugal” . De um total de 323 candidatos, um painel de figuras notáveis de várias áreas científicas, procederam à escolha de três locais para cada uma das categorias a concurso.
O concurso dispõe de sete categorias: “Grutas e Cavernas”, “Praias e Falésias”, “Grandes Relevos”, “Zonas Aquáticas não Marinhas”, “Zonas Protegidas” e “Zonas Marinhas”. Estas foram definidas segundo critérios de beleza, diversidade, simbolismos histórico e cultural, importância ecológica, localização geográfica, estado de conservação e ausência de mão humana na construção da paisagem.
Além disso, a lista final de Maravilhas tem, no mínimo, um finalista de cada uma das sete regiões do país: Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo, Algarve, Açores e Madeira, de forma a garantir a representatividade geográfica de Portugal. A votação começa hoje e poderá ser feita através do site do projecto, por telefone ou sms. Os vencedores serão conhecidas a 11 de Setembro.
Conheça, agora, os 21 finalistas:

Florestas e Matas:
Floresta Laurissilva
Mata Nacional do Buçaco
Paisagem Cultural de Sintra – Património da Humanidade

Grutas e cavernas:
Algar do Carvão
Furna do Enxofre
Grutas de Mira de Aire

Zonas Não Marinhas:
Lagoa das Sete Cidades
Portas de Ródão
Vale do Douro

Zonas Protegidas:
Parque Nacional da Peneda-Gerês
Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina
Reserva Natural da Lagoa do Fogo

Grandes Relevos:
Paisagem vulcânica da ilha do Pico
Parque Natural da Arrábida
Vale Glaciar do Zêzere

Zonas Marinhas:
Arquipélago das Berlengas
Ponta de Sagres
Ria Formosa

Praias e Falésias:
Pontal da Carrapateira
Portinho da Arrábida
Praia do Porto Santo

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Contos ao cair da noite, inspirados no ritual de ...Cura

Helena estava doente há quase um ano quando o médico lhe disse que existia uma cura. Não fez perguntas. Agarrou-lhe as mãos por cima da secretária e chorou em silêncio. O tratamento começou nessa mesma semana. As dores desapareceram primeiro. Depois vieram as noites tranquilas, o apetite, a cor no rosto. Ao fim de um mês, Helena já conseguia subir as escadas sem parar a meio. — Está a resultar — disse o médico. Ela sorriu. Nessa noite, dormiu profundamente pela primeira vez em muitos meses. Acordou pouco depois das três da manhã. Alguém estava sentado aos pés da cama. Ficou imóvel. A figura não se mexia. Helena acendeu o candeeiro. Não havia ninguém. Na manhã seguinte encontrou uma mancha escura sobre o lençol, exatamente onde julgara ver a silhueta. Convenceu-se de que tinha sonhado. Até começar a ouvir a voz. Primeiro no corredor. Depois na cozinha. Depois atrás da porta do quarto. Sempre durante a madrugada. Sempre a chamar por ela. — Helena... Quando perguntou ao...