Avançar para o conteúdo principal

Signo de Gemeos

O signo de Gémeos simboliza a expressão e a comunicação. O geminiano é curioso, perspicaz e inventivo. É adaptável, porém inquieto e não tem muita persistência e concentração.

É uma pessoa sensível, conversadora e simpática. Precisa cultivar a persistência ou a sua inquietação vai dificultar a sua realização. Gosta de socializar-se, de ler e tem muitos afazeres.

Seu talento é para comunicação, viagens e intelectualidade. Classifica tudo, colecciona informações mesmo que não saiba o que fazer com elas. Monotonia não é com ele: curioso quer saber e conhecer tudo.

Ágil, rápido, nervoso e animado. Pode até ser áspero e irónico. Inseguro com emoções precisa de estimulação ou se desinteressa. Odeia estar preso a horários. Aprende vendo e tirando suas próprias conclusões.

O MUNDO DOS CONTACTOS PRÓXIMOS - relacionamento com as pessoas mais chegadas: irmãos, primos, parentes, colegas, vizinhos e contactos estabelecidos através de correspondência, telefone, vias de comunicação e pequenas viagens, relacionamentos da mente e os estudos.

Representa as comunicações, a inteligência, as investigações, a percepção, a verbalização e todos os tipos de comunicação (falada ou escrita).

Condimento: Em geral, gostam de comidas bem temperadas, talvez temperado com erva-doce.
Erva: Folha de limão.
Metal: Mercúrio.
Animais: Macaco e Borboleta.
Cristais: Ágata (de todas as cores) e Esmeralda.
Árvores: Aveleira e Nogueira.
Flores: Azaléia, Samambaia e Lavanda.

Elemento: ar
Planeta regente: Mercúrio
Princípio: activo
Parte do corpo: pulmões
Frase: "Eu acho que tenho certeza."
Cor: Todas as cores, mas tende para o amarelo
Pedra: Ágata

Comentários

Mensagens populares deste blogue

O Enigma das Sete Partes

  Ninguém sabia de onde vinha o velho Mestre. Uns diziam que passara a vida entre bibliotecas esquecidas; outros juravam tê-lo visto atravessar desertos, mosteiros e cidades onde as palavras pareciam mais antigas do que as próprias pedras. Mas todos concordavam numa coisa: quem aceitasse um dos seus desafios nunca mais voltava a olhar para a língua portuguesa da mesma maneira. Numa tarde de verão, pousou sobre a mesa um pequeno cofre de madeira escura. Não tinha fechadura, dobradiças visíveis nem qualquer sinal de chave. Apenas uma inscrição gravada na tampa: «Abre-me com sete partes do corpo humano.» Pela janela entreaberta entravam os sons da praça. Ao longe, uma melodia elevava-se da velha igreja. Os acordes eram tão profundos que pareciam fazer respirar as paredes de pedra e espalhavam-se pelas ruas como um fio invisível, fazendo vibrar o silêncio. — Parece fácil... — comentou um rapaz. O Mestre sorriu. — Os enigmas mais difíceis são aqueles que se apresentam com a si...