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sexta-feira, 30 de abril de 2010

Pensamento em busca

Johann Wolfgang von Goeth (escritor e pensador alemão, 1749 – 1832) consciente da importância da gratidão na nossa vida diz: “A ingratidão é sempre um tipo de fraqueza. Nunca vi pessoas inteligentes serem ingratas”.

Por falar em pedras...

Por falar em pedras...

…lembrei-me agora daquele poema lindíssimo de Fernando Pessoa que não resisto a enviar (e devia ser lido todos os dias… e em voz alta, para o “ouvirmos” melhor!):

Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,
mas não esqueço de que a minha vida é a maior empresa do mundo.
E que posso evitar que ela vá a falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e
se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar
um oásis no recôndito da sua alma .
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um 'não'.
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo...
(Fernando Pessoa)

Enviado pela amiga Pati

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Feira do Livro 2010

Os livros - pequenos, grandes, os de aventuras e os romances, aos quadradinhos e os outros - invadem o Parque Eduardo VII a partir de quinta-feira, 29 de Abril.

Os nossos heróis vão lá estar todos - os que nos fazem rir, chorar, percorrer o mundo sem sair de casa, aprender e querer pertencer às histórias que escreveram. O regresso dá- -se hoje e durante três semanas (a Feira do Livro de Lisboa termina a 16 de Maio) lá irão os lisboetas percorrer as ruas inventadas para receber esta iniciativa, espreitar os 237 pavilhões (institucionais e diferenciados), descansar o olhar e as pernas nas quatro praças (a Azul, a Verde, a Amarela e a Lilás), locais de encontro e descontracção para serem vividos pelas milhares de pessoas que, anualmente, voltam "ao local das histórias".

O horário foi alargado por "exigência" do público. Porque, afinal, a hora do almoço também deve ser aproveitada para outros alimentos. Assim, de segunda a sexta-feira, os livros estarão à nossa disposição entre as 12 e 30 e as 23 e 30; aos fins-de-semana e feriados, a abertura dá-se às 11 e prolonga-se até às 23 e 30.

Nesta 80.ª edição, ao contrário do que tem acontecido nos anos anteriores, não haverá um país homenageado. Paulo Teixeira Pinto, presidente da APEL, explica a razão: "A literatura não é dos países, é universal". Além da venda dos livros, haverá uma intensa programação cultural, com debates, conversas com os escritores, muita e variada música e as habituais sessões de autógrafos.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Controle da respiração - Yoga

O objetivo básico do controle da respiração é o de transformar a respiração áspera ou pesada em em uma respiração mais lenta e refinada. Uma vez que o corpo esteja imóvel e que a respiração esteja controlada, a mente naturalmente se tornará mais calma. Quando falamos de "controlar" a respiração, é importante lembrar que nós a controlamos observando-a. Se tentar forçar sua respiração a se tornar calma, você apenas causará problemas. A simples observação da respiração é o melhor modo de fazê-la ficar lenta e calma. As fontes chinesas geralmente reconhecem quatro tipos de respiração.

1. Respiração ventosa. Este tipo de respiração faz sons nas narinas.
2. Respiração irregular. Este tipo de respiração é quieto, mas é irregular e às vezes pára e começa.
3. Respiração não-refinada. Este tipo de respiração é quieto e regular, mas não é refinado. Não é tão confortável quando no quarto tipo de respiração.
4. Respiração correta. Este tipo de respiração é quieto, regular, refinado, muito pacífico e agradável. Este tipo de respiração traz grande paz à mente e ao coração.

Este quarto tipo de respiração é mais rapidamente atingido simplesmente observando a respiração. Se tentar se forçar a respirar ou a se sentir de um certo modo, você provavelmente falhará.

Controlar a respiração é obter domínio sobre as emoções. A respiração pode ser usada como um calmante natural.
Respirar é viver. Respirar corretamente é viver melhor. Através dos exercícios respiratórios você aprenderá a renovar as energias, a obter vitalidade e bem estar emocional.
Uma pessoa sadia normalmente inala e exala ar 16 a 25 vezes a cada minuto. Efetua 24.480 trocas respiratórias por dia. Dormindo respira-se de 8 a 12 vezes a cada minuto.

Na Hatha Yoga você aprende a fazer de 5 a 8 trocas respiratórias por minuto. Isso tranqüiliza o sistema nervoso.

Uma respiração completa se constitui de três fases: abdominal ou diafragmática, torácica e subclavicular.

Nascemos com a respiração abdominal. Observe um bebê. No entanto, muitos perdem esta respiração espontânea ao longo da vida seja por questões posturais ou emocionais.
Aprender a respirar através do abdômen aumenta a sua capacidade respiratória e há melhora da saúde em geral.

Diafragma é o músculo que divide o abdômen do tórax. No aprendizado da impostação de voz por atores, locutores e na arte do canto, ensina-se o domínio da respiração através do abdômen. O diafragma, por excelência, é o músculo da respiração. Numa respiração perfeita, inspira-se pelo abdômen e enche-se o tórax até atingir a região subclavicular (auto do peito). A expiração é o movimento inverso: auto do peito, tórax e abdômen.

Respiração Abdominal
Para reaprender a respirar corretamente pelo abdômen, recomenda-se que comece a praticar os exercícios deitado ou sentado. Portanto, deite-se, dobre as pernas com os pés separados e próximos das nádegas. Coloque as mãos sobre a barriga, em cima do umbigo. Inspire, sentindo a barriga subindo e expire, sentindo o abdômen descendo.

Se encontrar dificuldade, ponha um livro sobre o abdômen e brinque de elevar e descer o livro várias vezes. Desta forma, você estará ativando o diafragma. Depois de algum tempo, você fará este movimento sem o apoio do livro. A respiração estará correta. Quando você conseguir a espontaneidade do movimento, sua respiração será satisfatória e produzirá em você uma sensação de calma.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Acidente nuclear de Chernobil

O acidente nuclear de Chernobil ocorreu dia 26 de abril de 1986, na Usina Nuclear de Chernobil (originalmente chamada Vladimir Lenin) na Ucrânia (então parte da União Soviética). É considerado o pior acidente nuclear da história da energia nuclear, produzindo uma nuvem de radioatividade que atingiu a União Soviética, Europa Oriental, Escandinávia e Reino Unido, com a liberação de 400 vezes mais contaminação que a bomba que foi lançada sobre Hiroshima.[1] Grandes áreas da Ucrânia, Bielorrússia e Rússia foram muito contaminadas,[2] resultando na evacuação e reassentamento de aproximadamente 200 mil pessoas.

Cerca de 60% de radioatividade caiu em território bielorrusso.

O acidente fez crescer preocupações sobre a segurança da indústria nuclear soviética, diminuindo sua expansão por muitos anos, e forçando o governo soviético a ser menos secreto. Os agora separados países de Rússia, Ucrânia e Bielorrússia têm suportado um contínuo e substancial custo de descontaminação e cuidados de saúde devidos ao acidente de Chernobil. É difícil dizer com precisão o número de mortos causados pelos eventos de Chernobil, devido às mortes esperadas por câncer, que ainda não ocorreram e são difíceis de atribuir especificamente ao acidente. Um relatório da Organização das Nações Unidas de 2005 atribuiu 56 mortes até aquela data – 47 trabalhadores acidentados e nove crianças com câncer da tireóide – e estimou que cerca de 4000 pessoas morrerão de doenças relacionadas com o acidente.[2] O Greenpeace, entre outros, contesta as conclusões do estudo.

O governo soviético procurou esconder o ocorrido da comunidade mundial, até que a radiação em altos níveis foi detectada em outros países.

domingo, 25 de abril de 2010

O Valor da Amizade

Você já parou para pensar sobre o valor da amizade?

Às vezes nos encontramos preocupados, ansiosos,
em volta há situações complicadas, nos sentindo meio que perdidos, mas somente o fato de conversarmos com um amigo, desabafando o que nos está no íntimo, já nos sentimos melhor, mesmo que as coisas permaneçam inalteradas.

Quantas vezes são os amigos que nos fazem sorrir quando tínhamos vontade de chorar, mas a sua simples presença traz de volta o sol a brilhar em nossa vida.

A simplicidade das brincadeiras pueris, da conversa informal,
momentos de descontração que muitas vezes pode ser numa conversa rápida ao telefone, no vai e vem do dia ou da noite,
no ambiente de trabalho ou de escola, enfim, em qualquer lugar a qualquer hora.

Entretanto, não existe só alegria, amor, felicidade nesta relação que como em qualquer outro relacionamento,
passa por crises passageiras, por momentos intempestivos, abalos ocasionais.

Ainda que tenhamos muito carinho pelo amigo em questão,
às vezes por insegurança, por ciúme, por estarmos emocionalmente alterados ou nos sentindo pressionados,
acabamos sendo injustos com ele e isso pode ser recíproco.

Podemos comparar esse elo de amizade ao tempo que passa por alterações climáticas constantemente, mas é dessa forma que aprendemos a nos conhecer, compartilhar momentos, que se desenvolve uma amizade.

Diante do amigo somos nós mesmos, deixamos vir à tona nossos pensamentos a respeito das coisas, da vida, nos mostramos como verdadeiramente somos.

Há amigos que nos ensinam muito, nos fazem enxergar situações que às vezes não percebemos o seu real sentido,
compartilham a sua experiência conosco, nos falam usando da verdade que buscamos encontrar.

São eles também que nos chamam a razão, chamando a nossa atenção quando agimos de modo contraditório, que nos dizem coisas que não queremos ouvir, aceitar, compreender.

Ao longo de nossa vida muitos amigos passam por ela e nos deixam saudade, mas também deixam a recordação de tudo que foi vivido.

É na amizade verdadeira que encontramos sinceridade, lealdade, afinidade, cumplicidade, simplicidade, fraternidade.

Amigos são irmãos que a vida nos deu para caminhar conosco ao longo da nossa jornada espiritual, extrapolando os limites do tempo, continuando quando e onde Deus assim o permitir.

Autoria: "Sandra Quevedo Demarchi Nogueira" - Internet

sábado, 24 de abril de 2010

Concerto: Michael Bublé

O canadiano Michael Bublé vai estar em Lisboa no dia 2 de Novembro para um concerto de apresentação do novo álbum «Crazy Love».
clique aqui para saber mais

quinta-feira, 22 de abril de 2010

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Signo de Touro

O signo de Touro representa os nossos valores pessoais e materiais. Touro é paciente, amante das artes e dos objectos que a traduzem.

É sensual, estável e doméstico. Também pode ser auto indulgente, possessivo, teimoso e materialista.

É uma pessoa persistente, cautelosa, vai devagar e precisa de tempo para
se adaptar a novas ideias. Gosta de arte, música e tempo para fazer
as coisas bem feitas.

É um signo de terra, tendo o pé no chão. Precisa tocar as pessoas. Apegado,
possessivo e ciumento. Gosta de acumular as coisas.

Quem rege Touro é Vênus, a deusa do amor e da beleza. Gosta de viver bem, principalmente comer bem e
sente necessidade de ter segurança financeira. Demora a se zangar mas quando o faz fica furioso.

É obstinado, desconfiado e precisa de provas e garantias. Custa a decidir, precisa mastigar o assunto
mas depois nada o detém. Trata as pessoas de quem gosta como propriedade sua.

O MUNDO DA POSSE - o dinheiro, a fortuna pessoal, especificamente o que adquire pelos seus próprios meios ; o mundo material.

Representa a persistência, a força de vontade, a obstinação, a vitalidade física, a força de vontade e a firmeza.

Condimento: Cravo.
Erva: Hortelã.
Metal: Cobre.
Animais: Todos os tipos de gados.
Cristais: Esmeralda e Ágata.
Árvores: Cipreste, Videira, Figueira e Macieira.
Flores: Rosa, Primavera, Margarida e Violeta.
Elemento: terra
Planeta regente: Vénus (Afrodite, deusa da beleza e do amor na mitologia grega)
Princípio: passivo
Parte do corpo: garganta, boca
Frase: "Perfeito para pagar a conta do restaurante, é um cartão de crédito dourado."
Cor: Rosa e Azul claro
Pedra: Safira

terça-feira, 20 de abril de 2010

Afinal...O que vai ser de mim?

O futuro é sempre incerto... As coisas que menos espero poderão acontecer.
Mas temos sempre uma esperança que tudo corra bem, pelo melhor...
O presente... é viver. É saber colocar limites, é saber por os pontos nos is em alturas certas.
Agora, neste momento, neste local, neste estado de espírito incerto em que me encontro, sinto que turbilhão de coisas sem sentido...
Que não sou a pessoa que devia ser, que não devia estar onde estou, nem muito menos estar tão só como me sinto...
Preciso daquelas mãos, das mãos certas para me puxar para a luz, preciso das tuas mãos, meu principezinho angélical...
Procuro-te sem cessar, para te sentir ao meu lado. Como estás sempre, nos momentos mais dificeis da minha vida.
Mas tudo isto, todo este presente que se passa como a luz irradia o dia, pode ser encarado como o passado...
Por isso, se eu já estou no passado, como irá ser o meu futuro?
Terei eu ali aquelas tão desejadas mãos?
Aquelas amigas (os) que sentem sempre o que sentimos e todas as pessoas que nos desejam mal?
Sim, porque até essas nos ajudam a subir as escadas desta vida de sofrimentos e alegrias...
E o presente?? Afinal o que é o presente se o milesimo de segundo atrás já passou??
Ninguém sabe responder... Ninguém...
E neste momento só eu própria posso perceber o que sinto e só eu posso transmitir sentimentos positivos para mim!
Porque ninguém me pode ajudar, porque o meu coração está cheio de pensos e ligaduras,
porque só eu, EU PRÓPRIA posso dizer que quero uma coisa e concentrar-me nisso!
Ter isso como objectivo, meta para algum sentido da minha vida
Só isso me vai permitir atrair os bons acontecimentos!
E espero bem que venham depressa!!!

domingo, 18 de abril de 2010

Ekvat no Palácio das Galveias

Horários: Ter a Sex: 10h-19h; Sáb, Dom: 14h-19h
Antigo Palácio dos Távoras adquirido pela CML em 1929, para aí instalar o Arquivo Histórico-Cultural, Biblioteca e Museu, inaugurados em 1931. A sala de exposições ocupa o segundo andar deste esplendido edifício de quatro pisos, construído em meados do sec. XVII e ex-libris das casas portuguesas em "U".
Info: 213 567 800 (Divisão de Galerias e Ateliers)

Endereço: Campo Pequeno
Telefone: 217 803 043
Acessos: Metro: Campo Pequeno

Comentário: Espectáculo ás 17h, Larita vai dar só um música em duas musicas dançadas. Mas quem quiser assistir, é de entrada livre. Apareçam e divirtam-se.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Grandes Verdades

Aprendi....que ninguém é perfeito enquanto não te apaixonas.
Aprendi....que a vida é dura mas eu sou mais que ela!!
Aprendi que...as oportunidades nunca se perdem, aquelas que desperdiças... alguém as aproveita
Aprendi que... quando te importas com rancores e amarguras a felicidade vai para outra parte.
Aprendi que... devemos sempre dar palavras boas... porque amanhã nunca se sabe as que temos que ouvir.
Aprendi que...um sorriso é uma maneira económica de melhorar teu aspecto.
Aprendi que... não posso escolher como me sinto... mas posso sempre fazer alguma coisa.
Aprendi que...quando o teu filho recém-nascido, segura o teu dedo na sua mão tente prende-lo para toda a vida
Aprendi que...todos, todos querem viver no topo da montanha... mas toda a felicidade está durante a subida.
Aprendi que... temos que aproveitar da viagem e não apenas pensar na chegada.
Aprendi que...o melhor é dar conselhos só em duas circunstâncias... quando são pedidos e quando deles depende a vida.
Aprendi que...quanto menos tempo se desperdiça...mais coisas posso fazer.
Esta é a semana da amizade

Mostra aos teus amigos que estás presente

Comentário: mostro aos meus amigos que tu e eu estamos sempre presente... seja em que sitio for. Eu não envio por mail, coloco no meu blog...que chega aos corações de amigos, familiares e conhecidos do blog.
Hoje é o Dia Mundial da Voz...

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Bolbo

Essa Erva beneficia principalmente o Fígado e o aparelho digestivo.

USO MEDICINAL
O boldo traz benefícios principalmente para o fígado. Ajuda-o a trabalhar melhor, e é ótimo para quem tem hepatite ou problemas freqüentes ligados ao fígado, como dor de cabeça, suores frios e mal estar. O boldo, tomado antes das refeições ajuda na digestão e nas funções do aparelho digestivo. É ótimo para quem tem intestino preso, cálculos biliares e gastrite.

Também é muito bom para insônia.

USO ENERGÉTICO
O boldo é a erva da paz. Ele é ótimo para os ansiosos, apressados, que se cobram muito, que não conseguem dormir pensando nos problemas do dia seguinte.
Traz paz de espírito e longevidade. PROBLEMAS MATAM!
Trabalha com a nossa noção de tempo físico e com a pressa, e a sensação de que não temos tempo para nada. Organiza o ideal.

OUTROS USOS
- O escalda pés acalma e dá um sono tranqüilo.
- A tintura mãe ajuda os muito exigentes com os outros.
- Os banhos de macerado de boldo ajudam a acalmar crianças e adultos.
- Esses mesmos banhos são ótimos para cuidar de neuróticos e doentes mentais agressivos.
- Uma compressa de folhas de boldo piladas em pasta, colocadas no chacra coronário, limpa-o e nos abre para as mensagens do cosmos.
- Essa mesma compressa no coração alivia angústia.

Conselho de uma amiga (LigR):
O boldo é uma planta que regenera o fígado e deveria ser consumida anualmente na primavera por esta razâo...
como sabem o fígado é o orgao que descarrega as emocoes, logo se ele nao estiver grande coisas, as nossas emocoes....bla bla bla etc...

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Vulcão activo da Islândia

Vulcão é uma estrutura geológica elevada e cônica, criada quando magma, gases e partículas quentes (como cinzas) escapam para a superfície terrestre. Eles lançam alta quantidade de cinza, gases e aerossóis na atmosfera, podendo causar resfriamento climático temporário. São frequentemente considerados causadores de poluição natural.

A erupção de um vulcão é considerada um grave desastre natural, por vezes de consequências planetárias. Assim como outros desastres dessa natureza, são imprevisíveis e causam danos indiscriminados. Entre outras coisas, tendem a desvalorizar os imóveis localizados em suas vizinhanças, prejudicar o turismo e consumir a renda pública e privada em reconstruções.

Em nosso planeta os vulcões estão preferencialmente associados a limites das placas tectônicas. Vulcões que não guardem relação com as margens das placas estão localizados sobre os chamados hot spots (pontos quentes).

Não existe um consenso entre os vulcanologistas para definir o que é um vulcão "ativo". O tempo de vida de um vulcão pode ir de alguns meses até alguns milhões de anos. Por exemplo, em vários vulcões na Terra ocorreram várias erupções nos últimos milhares de anos mas atualmente não há sinais de atividade.

Alguns cientistas consideram um vulcão ativo quando está em erupção ou mostra sinais de instabilidade, nomeadamente a ocorrência pouco usual de pequenos sismos ou novas emissões gasosas significativas. Outros consideram um vulcão ativo aquele que teve erupções históricas. É de salientar que o tempo histórico varia de região para região. Enquanto que no Mediterrâneo este pode ir até 3000 anos atrás, na América vai apenas a 500 anos atrás.

Vulcões dormentes são considerados aqueles que não se encontram atualmente em atividade mas que poderão mostrar sinais de perturbação e entrar de novo em erupção.

Os vulcões extintos são aqueles que os vulcanólogos consideram pouco provável que entrem em erupção de novo, mas não é fácil afirmar com certeza que um vulcão está realmente extinto. As caldeiras têm tempo de vida que pode chegar a milhões de anos, logo é difícil determinar se um irá ou não a entrar em erupção, pois estas podem estar dormentes por vários milhares de anos.

Como exemplo a caldeira de Yellowstone, nos Estados Unidos, tem pelo menos 2 milhões de anos e não entrou em erupção nos últimos 640000 anos, apesar de ter havido alguma atividade há cerca de 70000 anos. Por esta razão os cientistas não consideram a caldeira de Yellowstone um vulcão extinto. Pelo contrário, esta caldeira é considerada um vulcão bastante ativo devido à atividade sísmica, elevada geotermia e à elevada taxa de soerguimento solo na zona.

Uma explicação sobre os VulcõesEm 1500 vulcões activos, existem 500 na superficies terrestres.

Erupção na Islândia ameaça despertar o Katla, um poderoso vulcão adormecido O maior impacto da erupção do Eyjafjalla, um vulcão escondido sob o quinto maior glaciar da Islândia, pode estar para vir. Os peritos em vulcanologia temem que esta erupção possa vir a despertar o Katla, um vulcão maior e mais "agressivo", a alguns quilómetros de distância, que está adormecido desde 1918.

A nuvem de cinza provocada pela lava com gelo. Que assola toda a Europa, provocado paragem de todos os aviões. Apesar de as companhias estarem a perder dinheiro, é uma segurança muito importante, evitando o pior. Faz lembrar o filme "Cume de Dante".
Claro que tudo o que é destruidora é belo...
As cores, o aspecto grandioso, o poder incontrolável...

terça-feira, 13 de abril de 2010

Islandia - Terra do Gelo

A Islândia foi colonizada por escandinavos, principalmente da Noruega, e celtas provenientes da Escócia e da Irlanda durante o século IX e o século X. A Islândia tem o parlamento mais antigo do mundo, o , Alþingi, fundado em 930. É um país insular que, embora se situe precisamente sobre a Dorsal Média Atlântica, é geralmente englobado na Europa. A ilha é banhada pelo Oceano Atlântico a sul e oeste e pelo Mar da Noruega a norte e a leste.

A ilha da Islândia é conhecida como a "Terra do Gelo" pois grande parte do seu território é coberto por geleiras. É um país jovem, de relevo bastante acidentado e - como os países da Europa setentrional - apresenta diversidades étnicas, históricas e culturais. Os islandeses usufruem um alto padrão de vida, expresso pela inexistência de analfabetismo e pelo quinto maior índice de desenvolvimento humano do mundo. A maioria da população habita a costa sudoeste, onde a passagem da corrente quente do Golfo suaviza o clima subpolar, tornando a temperatura mais alta: a média anual no país varia de 10 ºC no verão a 1 ºC no inverno.

A pesca é a principal atividade econômica do país e o preparo do peixe em conserva é a sua principal indústria. Reykjavík, a capital, é o centro econômico da Islândia, que vive essencialmente da exportação de pescado e seus derivados, como óleo e farinha de peixe. A mais antiga fonte de renda é proveniente da criação de rebanhos. A Islândia vai muito além de geleiras e relevo recortado. Conta com duas lindas atrações naturais: a Lagoa Azul, de água quente, e os famosos geysers.

O mais jovem país da Europa - geologicamente falando - ainda está em formação. Um pouco por todo o lado, no alto das montanhas e debaixo dos glaciares, há um rio de fogo que vai modificando a paisagem primitiva da ilha. Um olhar sobre a Islândia.

ISLÂNDIA, SOB O SIGNO DO FOGO
O nome dá uma ideia do que nos espera: "Ísland", Terra de Gelo. E o nome não se deve apenas ao clima frio: a própria natureza é árida e agreste como gelo. Sobre o chão de lava escura pouco consegue crescer para além de líquenes e algumas plantas rasteiras; é a esta quase completa ausência de árvores que se deve a velha piada "se estiver perdido numa floresta islandesa, levante-se".

Em Skaftafell, um dos parques naturais favoritos dos islandeses, umas bétulas finitas são carinhosamente visitadas por famílias, mas só por comparação com a magra vegetação do país é que podem ser classificadas de "árvores". As que existiam foram sendo destruídas pelos primeiros colonos, e os rigores climáticos tornam o crescimento da flora extremamente lento - no Verão, as temperaturas não costumam ultrapassar os 14° C.

Cerca de um terço da ilha fica acima dos seiscentos metros de altitude e as montanhas tomam cores irreais graças à actividade vulcânica, com o sopé muitas vezes debruado a amarelos-enxofre, acompanhado de fumarolas e lagos de lama cinzenta e borbulhante. Este deve ser o melhor local do mundo para observar os movimentos de transformação do planeta. Para além das fumarolas e dos campos de lava, também há géiseres fabulosos, como o Strokkur, que chega a atingir vinte metros de altura - não admira que a palavra géiser venha do islandês geysir.

Vulcões na Islândia
Quanto a vulcões, são mais de cem, e o Hekla e o Katla continuam perigosamente activos; mesmo debaixo das calotas de gelo, como a do Vatnajokull, que atinge os mil metros de espessura, brota o fogo da terra, derretendo e alterando constantemente a forma do glaciar. Enquanto ao longo da costa o mar banha os sandur, deltas de areia negra, o interior é de uma aridez lunar: planaltos desérticos de lava em vários tons de negro, rochas enormes, vulcões e rios que descem dos glaciares, mas que não conseguem dar vida às margens. De vez em quando, gigantescas quedas de água, como a Dettifoss, que tem o maior caudal da Europa (quinhentos metros cúbicos por segundo), atroam por desfiladeiros cada vez mais profundos. Quanto à actividade sísmica, basta dizer que Thingvellir, local histórico onde se reunia o que é considerado o mais antigo parlamento do mundo, também é o local de encontro entre as placas tectónicas europeia e americana.

Felizmente os islandeses não são indiferentes a nada disto. Faz parte da educação colectiva a responsabilização de cada um em relação a um equilíbrio tão precário, como é o da natureza nesta ilha. De forma pragmática e sistemática, o país aproveita os seus recursos sem os destruir. Por exemplo, o indispensável aquecimento dos edifícios é feito, em mais de 90% dos casos, através do aproveitamento geotérmico; o sistema eléctrico é alimentado quase na totalidade por fontes geotérmicas e hídricas. Mais do que isso, a Islândia tem ainda um projecto pioneiro para aproveitamento do hidrogénio líquido, que deve levar à substituição total dos combustíveis fósseis num prazo de trinta anos.

Reiquejavique
A capital, Reiquejavique, é igual a todas as povoações que encontramos pela ilha fora, só que um bocadinho maior. Os prédios são raros e nunca muito altos, o trânsito é desafogado, as ruas largas, os canteiros ajardinados com flores garridas. Cerca de cento e setenta mil de um total de duzentos e cinquenta mil habitantes, vivem aqui. As ovelhas são bem mais abundantes: ultrapassam as setecentas mil, três vezes mais do que os islandeses. Akureyri, a segunda cidade, fica na costa norte, mas a paisagem urbana é a mesma, feita de casinhas baixas e garridas com um inexplicável ar de pré-fabricado.

A cerca de quarenta quilómetros da capital, a lagoa Azul deu fama à central geotérmica que lhe está adjacente. Só aqui nos podemos banhar ao ar livre em água naturalmente aquecida, opaca e azulada, num cenário de chaminés metálicas que nos remete para um filme de ficção científica. Na encosta do vulcão Krafla, um dos vinte e quatro furos com mais de dois mil e trezentos metros de profundidade, expele vapor a duzentos graus centígrados e o rugido assustador de uma panela de pressão prestes a rebentar. Junto ao lago Mývatn podemos apreciar a permanente reformulação da ilha: quando um dos vulcões da zona lançou lava para os pântanos que ali existiam, formou-se uma fila de falsas caldeiras, redondas e alinhadas, na borda do lago. Estes são apenas alguns dos locais onde é possível ver e sentir o nascimento e transformação do que é considerado como o mais jovem país da Europa, geologicamente falando.

Dizem os cientistas que, dentro de alguns milénios, se não tivermos conseguido acabar de vez com o planeta, é possível que existam até duas Islândias; uma linha de tensão avança de norte a sul da ilha, rasgando-a em duas, atravessando o glaciar de Vatnajokull em direcção a Fjallabak. O encanto da Islândia resulta justamente deste seu lado selvagem e do carácter efémero da sua beleza. Glaciares de um azul arrepiante, fumarolas sibilantes, lagoas de lama pálida e cones escuros de vulcões silenciosos são as memórias que ficam desta ilha feita de fogo.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Biblioburro – Uma biblioteca itinerante na Colômbia

As bibliotecas itinerantes assumem variadas formas, consoante as condições geográficas e económicas de cada país. Para além das comuns carrinhas, são utilizados muitos outros tipos de veículos, como sejam barcos, comboios, motorizadas, bicicletas, ou mesmo camelos.

Conheça a biblioteca móvel de Luis Soriano, um professor primário colombiano que, desde há 10 anos, tem vindo a percorrer várias localidades da região de La Gloria com o seu biblioburro.
Ver video.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Miradouro e Jardim de São Pedro de Alcântara

Um dos miradouros mais emblemáticos da cidade, reabriu totalmente renovado em Fevereiro de 2008, após ter estado encerrado alguns meses para obras de melhoramento de vieram restituir a dignidade que o local merece. Situado junto ao Bairro Alto e sobranceiro à Avenida da Liberdade, oferece um dos mais belos panoramas da cidade de Lisboa.
O jardim de S. Pedro de Alcântara, construído no século XIX, foi edificado a partir de um terreno em socalcos. O seu nome popular vem do convento de frades arrábidos que está em frente, edificado no século XVII. O passeio foi construído sobre o resto das muralhas das inacabadas obras de Águas Livres, que aqui planeavam construir um grande reservatório para abastecimento da zona oriental da cidade, que nunca se chegou a realizar. Entretanto, o local tornou-se vazadouro público, até que, em 1830, com o aquartelamento do comando da Guarda Real da Polícia e a construção das suas cavalariças, começaram os trabalhos de arborização.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

“Humanos são mais emotivos e os animais são mais intuitivos.”

A intuição é algo que utilizamos muito pouco. Com as experiências da vida, viramos a nossa cabeça e o coração para as emoções, para evitar a dor e o sofrimento.
Ao pensar que irá doer, evitamos arriscar. E acabamos por nos fecharmos dentro de nós.
Se agirmos com intuição, saberemos separar as vantagens das desvantagens.

Nascemos com potenciais genéticos que nos pertencem... No entanto, com o tempo, vamos perdendo a intuição…e podemos transformar numa pessoa diferente do que queremos ser.

Podemos não nascer com os pais que escolhemos, podemos ter um destino final traçado, mas até chegar a esse destino, temos muitas escolhas na vida. Somos nós que escolhemos os caminhos, optamos pelas escolhas, queremos olhar sempre para o futuro.

Segundo a Geane, com a Biodanza podemos resgatar a alegria de viver, a tranquilidade, o sabor dos momentos, unir os três elementos de um corpo celeste: mente (cabeça), emoções (coração), espírito (corpo).

Uma das coisas que também perdemos ao longo do tempo, e é uma das primeiras coisas que aprendemos em bebé, são as brincadeiras.
As brincadeiras são uma maneira saudável de provocar sorrisos, de expandir a alegria que existe dentro de nós.

O caminhar, o respirar, o exprimir o que nós queremos ou desejamos, o olhar para um objectivo ou uma meta, a convicção de queremos mudar para melhor…A dança ou exprimir artisticamente o que nos vai na alma, é algo divino.

Nas aulas de Biodanza, consigo exprimir (ainda pouco) o que eu sonho com a dança. Fecho os olhos e imagino, a dançar como nos diversos sonhos que tenho…quando abro os olhos, estou ali, no meio de estranhos, a exprimir-me.
No meio daquelas paredes caiadas de branco, com energias positivas, sinto a paz, mesmo no silêncio…mas quando dou por mim, tenho a mente vazia, não consigo pensar em nada, nem mesmo nas poucas tristezas que tenho, como se tivesse deixado o saco das memórias à porta.
Tal como um dia o silêncio provocava-me medo… a mente vazia também me provoca insegurança…

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Biodanza

Hoje a dança continua em Alvalade, Lisboa.
Ainda temos vagas para inscrições pelo que poderá ainda se inscrever e levar amig@s que queiram conhecer.
Este grupo é dedicado a todos os que queiram iniciar um processo de desenvolvimento Humano com a Biodanza. Processo é continuidade no tempo. A minha proposta é que possam experimentar... (Geane)

terça-feira, 6 de abril de 2010

A mulher de Sari cor de rosa

Esta é a história de uma verdadeira heroína. Sampat Pal conseguiu mudar a vida de centenas de pessoas, e o seu combate está apenas a começar…

Numa das regiões mais miseráveis da Índia, alastra o rumor: uma mulher ergueu-se, sozinha, contra a lei do mais forte. Chama-se Sampat Pal, e luta em prol das mulheres maltratadas, dos pobres espoliados dos seus bens, de todos aqueles a quem a esperança abandonou.
Como é que uma criança, oriunda de uma família modesta, se tornou numa destemida justiceira? Sampat era apenas uma menina quando decidiu ir contra todas as convenções e aprender a ler. Sozinha, escondida na escola que não podia frequentar, não desistiu até conseguir. Contra a sua vontade, casou com doze anos. Mas a sua personalidade destemida levou-a a lutar contra as injustiças de que era vítima às mãos da família do marido. Mais tarde defendeu um vizinho, depois, a amiga de uma amiga...

Comentário: A minha prenda de amizade para a minha mana!!

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Páscoa...

- Pai, o que é a Páscoa?
- Ora, Páscoa é ...... bem... é uma festa religiosa!
- Igual ao Natal ?
- É parecido. Só que no Natal comemora-se o nascimento de Jesus, e na Páscoa, se não me engano, comemora-se a sua ressurreição.
- Ressurreição?
- É, ressurreição. Maria, vem cá!
- Sim?
- Explica lá ao puto o que é ressurreição para eu poder ler o meu jornal descansado.
- Bom, meu filho, ressurreição é tornar a viver após ter morrido. Foi o que aconteceu com Jesus, três dias depois de ter sido crucificado. Ele ressuscitou e subiu aos céus. Entendido?
- Mais ou menos ... Mãe, Jesus era um coelho?
- Que parvoíce é essa? Estás-te a passar! Coelho? Jesus Cristo é o Pai do Céu! Nem parece que foste baptizado! Jorge, este menino não pode crescer assim, sem ir à missa pelo menos aos domingos. Até parece que não lhe demos uma educação cristã! Já pensaste se ele diz uma asneira destas na escola? Deus me perdoe!
Amanhã vou matricular esta criança na catequese!
- Mãe, mas o Pai do Céu não é Deus?
- É filho! Jesus e Deus são a mesma coisa. Vais estudar isso na catequese. É a Trindade. Deus é Pai, Filho e Espírito Santo.
- O Espírito Santo também é Deus?
- É sim.
- E Fátima?
- Sacrilégio!!!
- É por isso que na Trindade fica o Espírito Santo?
- Não é o Banco Espírito Santo que fica na Trindade, meu filho. É o Espírito Santo de Deus. É uma coisa muito complicada, nem a mãe entende muito bem, para falar a verdade nem ninguém, nem quem inventou esta asneira a compreende. Mas se perguntares à catequista ela explica muito bem!
- Bom, se Jesus não é um coelho, quem é o coelho da Páscoa?
- (Aos gritos no meio da casa) Eu sei lá! É uma tradição. É igual ao Pai Natal, só que em vez de presentes, ele traz ovinhos.
- O coelho põe ovos?
- Chega! Deixa-me ir fazer o almoço que eu não aguento mais!
- Pai, não era melhor que fosse galinha da Páscoa?
- Era, era melhor, ou então peru .
- Pai, Jesus nasceu no dia 25 de Dezembro, não é? Em que dia é que ele morreu?
- Isso eu sei: na sexta-feira santa.
- Que dia e que mês?
- Gaita!!!! Sabes que eu nunca pensei nisso? Eu só aprendi que ele morreu na sexta-feira santa e ressuscitou três dias depois, no sábado de aleluia.
- Um dia depois portanto!
- (Aos berros) Não, filho - três dias!
- Então morreu na quarta-feira.
- Não! Morreu na sexta-feira santa... ou terá sido na quarta-feira de cinzas? Ouve, já me baralhaste todo! Morreu na sexta-feira e ressuscitou no sábado, três dias depois!
- Como !?!? Como !?!?
- Pergunta à tua professora da catequese!
- Pai, então por que amarraram um monte de bonecos de pano na rua?
- É que hoje é sábado de aleluia, e a aldeia vai fingir que vai bater em Judas. Judas foi o apóstolo que traiu Jesus.
- O Judas traiu Jesus no sábado?
- Claro que não! Se ele morreu na sexta!!!
- Então por que eles não lhe batem no dia certo?
- É, boa pergunta.
- Pai, qual era o sobrenome de Jesus?
- Cristo. Jesus Cristo.
- Só?
- Que eu saiba sim, por quê?
- Não sei não, mas tenho um palpite que o nome dele tinha no apelido Coelho. Só assim esta coisa do coelho da Páscoa faz sentido, não achas?
- Coitada!!!!!!!!!!!!
- Coitada de quem?
- Da tua professora da catequese !!!!!!!!

domingo, 4 de abril de 2010

Dom Quixote de la Mancha

A história de D. Quixote se passa em uma pequena aldeia da Espanha, na província da Mancha. Trata-se de um ingênuo senhor cinqüentão, que vivia na zona rural. Tinha nome nobre, porém, poucas posses. Vivia em um velho casarão, com uma jovem sobrinha, uma governanta e um rapaz que cuidava da fazenda. A casa, além de uma extensa biblioteca, sendo os livros, a maioria de cavalaria, era toda ornamentada com escudos e lanças antigos, o que talvez tenha sido elementos fundamentais que levaram o personagem principal a enfrentar sérios problemas.

O nome verdadeiro era dom Alonso Quixano. A maior parte do tempo lia livros de cavalaria, que falavam de heróis, que saíam pelo mundo matando vilões e honrando suas amadas. Leu tanto que isso tornou-se uma obsessão, até o dia em que decidiu, ele mesmo, tornar-se um cavaleiro andante. Muda o nome para Dom Quixote de la Mancha, se veste com uma armadura e monta em um velho pangaré, batizado de Rocinante.

A princípio, sai sozinho de casa. Seu plano era andar pelo mundo, desfazendo injustiças, salvando donzelas e combatendo gigantes e dragões. Como todos os cavaleiros tinham uma amada, para quem dedicava suas aventuras heróicas, D. Quixote não tinha, mas inventou uma. Lembrou-se que, anos atrás, estivera interessado em uma camponesa chamada Aldonça, que vivia na aldeia de Toboso. Era feia, desajeitada e analfabeta, mas o cavaleiro mudou seu nome para Dulcinéia del Toboso e passou a fantasiar que ela era mais bela que todas as damas e princesas dos livros.

Passou por maus bocados, meteu-se em apuros, levou surras e voltou para casa todo dolorido para se recuperar, certo de que voltaria às aventuras. Quando voltou para casa a sobrinha, extremamente preocupada, com a insanidade do tio, uniu-se ao vigário e ao amigo Nicolau e queimaram todos os livros da biblioteca de D. Quixote e mandaram emparedar a porta com tijolos e reboques. Quando se recuperou foi à biblioteca e constatou que esta havia sumido.
A governanta disse que o sumiço foi obra de um feiticeiro que lá esteve na sua ausência e ele acreditou. Aquietou-se por umas duas semanas, só passeando pelas redondezas. Num desses passeios conheceu um simplório lavrador, gorducho e baixinho, de nome Sancho Pança, que concordou em acompanhá-lo em suas andanças, como escudeiro, sob a promessa de D. Quixote de que, se um dia ganhasse de um rei, uma ilha como pagamento por seu heroísmo, o que era muito comum entre cavaleiros, daria a mesma de presente ao escudeiro para que este se tornasse governador da mesma.

Numa noite, escondidos, deixaram a aldeia: o cavaleiro montado em Rocinante e Sancho num burrinho. Seguiram-se muitas e desastradas aventuras. Numa delas Sancho atribui uma nova alcunha ao amo: Cavaleiro da Triste Figura, pelo estado lamentável em que ficou o amo no último combate. Depois se auto-intitulou Cavaleiro dos Leões, por enfrentar um leão que encontrou junto à uma comitiva na estrada. O tratador se viu obrigado, diante da imposição de D. Quixote, a abrir a jaula. O leão não quis sair. Porém todos comprovaram que ele estava mesmo disposto a enfrentar a fera.

Continuando as andanças D. Quixote vive sob a alucinação de que está realmente vivendo na época áurea da cavalaria, quando estas já não eram realidade da sua época. Vê pás de moinhos de vento e imagina que são gigantes com braços enormes, entre outros delírios. Vivem situações tão humilhantes quanto engraçadas.

Viveu várias aventuras antes de retornar à Mancha. Numa delas quase foi esmagado, junto com Sancho, por uma enorme roda de um moinho d’água. Cismou que um barquinho sem remo, que se encontrava às margens do rio Ebro, era encantado e o levaria até uma fortaleza próxima, onde havia um valente cavaleiro, o qual ele iria libertar. Outra aventura hilária da dupla aconteceu quando uma duquesa os encontrou por acaso, às margens de um outro rio. Quando os mesmos se apresentaram ela os reconheceu. Lembrou-se de um livro que um anônimo escreveu sobre a história deles e que circulava por todas as feiras da Espanha. Ela teve a idéia de se divertir com as maluquices dos dois e disse-lhes que teria um enorme prazer em recebê-los como hóspedes em seu castelo. Apesar de estarem sendo enganados e sendo objetos de escárnio para o casal de duques e seus convidados, sem saber é claro, tiveram um tratamento que fazia jus ao papel que fantasiosamente se auto-atribuíram. Foram recebidos com festa e tratados com todas as honras e solenidades que eram narradas nos livros de cavalaria. Até uma ilha Sancho ganhou para governar. Entretanto, os duques, criados e convidados criaram tantas situações constrangedoras e difíceis que Sancho renunciou ao cargo de governador da ilha.
Depois de tantas aventuras e desventuras D. Quixote resolveu voltar à Mancha, reuniu a sobrinha, empregados e amigos e, bastante debilitado, mesmo depois de um longo repouso e acompanhamento médico, acordou de um longo sono e anunciou que a loucura o havia deixado e voltou a ser Dom Alonso Quixano. Decidiu fazer seu testamento, pois sentia a morte aproximar-se. Deixou as terras para a sobrinha, uma quantia em dinheiro para a governanta e Sancho e, aos amigos, a lembrança de que, apesar da loucura, viveu cheio de dignidade e bondade. Assim morreu um herói que, na sua loucura, foi tão corajoso quanto os verdadeiros heróis da cavalaria, pois se propôs a tornar real sua fantasia.

Publicada em 1615, uma década depois do primeiro livro e menos de um ano antes da morte de Cervantes, esta segunda parte do D. Quixote, muito mais do que uma simples continuação da primeira, representa o aprofundamento e a realização plena da obra máxima do escritor espanhol.

Se o primeiro livro imortalizou as loucuras do cavaleiro e as graças de seu fiel escudeiro, este segundo volume elevou a obra a um nível poucas vezes alcançado nos quatro séculos decorridos desde sua criação. Manipulando preceitos fundamentais da criação artística a começar pelas noções de autor e narrador com uma liberdade e capacidade de invenção espantosas, Cervantes produziu um marco que redefiniria toda a literatura ocidental posterior, influenciando escritores como Laurence Sterne, Gustave Flaubert, Franz Kafka, James Joyce, William Faulkner e, para ficar só com um brasileiro, Machado de Assis.

Além da rigorosa tradução e das notas de Sérgio Molina, este segundo volume, publicado com o apoio do Ministério da Cultura da Espanha, inclui o texto original em castelhano, as gravuras de Gustave Doré e apresentação de Maria Augusta da Costa Vieira, uma das principais cervantistas brasileiras.
Ano: 2007

sábado, 3 de abril de 2010

Lagunas de La Ruidera

O rio Guadiana nasce num belíssimo lugar junto às Lagunas de La Ruidera, na província espanhola de Albacete, para vir desaguar no Atlântico, junto a Vila Real de Santo António e Ayamonte (Espanha), depois de percorrer uma extensão de 830 km.

É navegável nos últimos 48 kms, do Pomarão até à foz, onde a sua largura varia entre os 100 e os 500 metros. O vale por onde corre formou-se com a terceira revolução geológica da Terra, antes da qual praticamente todo o território nacional estava submergido.

A zona mais próxima da foz, o estuário, é uma área limite que assinala a fronteira entre meios díspares: a relação entre a água e o continente ou entre as influências da água doce do Rio e a salgada do Oceano, criam uma grande variedade de componentes físicos, químicos e biológicos. Essas variações chegam a ser diárias, (com a acção da maré, enchente ou vazante), sazonais )a chuva pode fazer submergir territórios secos em outras alturas e causar grandes variações na relação entre água doce e água salgada) ou resultantes da acção humana (com as descargas das barragens).

Apesar da serenidade dos seus movimentos e da tranquilidade da paisagem ao seu redor, o leito do Guadiana é lugar em permanente mudança, o que lhe permite assumir diferentes características e ser habitat de uma grande variedade de espécies. A sua rara beleza tem sido preservada por um dos estuários europeus onde é menor a intervenção humana. A generalidade dos afluentes do Guadiana, na zona do Estuário, são ribeiros cuja formação se deve essencialmente à acção da chuvas, o que torna o seu caudal médio baixo em relação à generalidade dos rios ibéricos (78.8 m3 por segundo), mas de características semelhantes à dos rios mediterrânicos.

(Traduzido pelo google translate) Ruidera é uma pequena cidade na província de Ciudad Real, com uma população de cerca de setecentos habitantes, cuja economia gira, quase exclusivamente, no turismo.
Situado no centro da bacia do rio Guadiana superior, dando nome ao lago rosário; bacia está localizada na parte norte do Campo de Montiel. Esta área engloba rio abrangendo cerca de 4.000 hectares, dos quais 3.772 pertencem ao Parque Natural lagoas de Ruidera e declarou 13 de julho de 1979.

O que consideramos como o escopo do presente Ruidera "impressões digitais" de seres humanos a um passado distante agora, os estágios pré-históricos em alcançar a arma mais precisos e preciosos algumas canções foram cortados no Baixo e Médio Paleolítico (200.000 -30.000 anos).

"O Ruidera del Guadiana" poderia descrever o ruído provocado pela água caindo sobre as quedas do naufrágio. Real Ruidera foi pertencente ao município de Argamasilla de Alba (população da ordem de San Juan), anexa como uma aldeia, até o dia 21 de setembro de 1990, data em que o Governo Regional de Castela-La Mancha decidiu independência, sobre a admissibilidade da proposta de segregação, corajosamente, feito por políticos locais da época e inequivocamente apoiado pela maioria dos ruidereños.

Comentário: Dizem que este ano choveu bastante, que as lagoas da Ruidera, transbordaram... as estradas eram rios de água.
Podem verificar aqui: Carrega no play, para ver o filme.
As fotos que tiramos também mostra a verocidade da água nas cascatas...
La Ruidera
Lagoa

Também visitamos o castelo / capela de Sta Maria de Penarroya, no alto da barragem.

Á tarde, fomos em três carros para "Tablas de Daimiel". É uma reserva natural no sul da região central Espanha em La Mancha planície, na província de Ciudad Real. É uma zona húmida na parte árida da Espanha. Aonde podemos apreciar, flora, fauna, animais migratórios...

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Páscoa em Manzanares

Hay un Manzanares perdido en el tiempo, oculto en el diáfano trazado de sus calles, entre los muros de sus casas encaladas de sol y peinadas con forja. Está el Manzanares imaginado incluso antes de que existiera, cuando en su lugar confluían distintas calzadas romanas o, posteriormente, cuando sus tierras servían de pasto para el ganado de la Mesta. El sacerdote Inocente Hervás y Buendía ya escribió en el siglo XIX que en el término de Manzanares existen al menos dos puntos de posible poblamiento prehistórico, el Pozo de la Raya cercano al del Ciervo y las ruinas existentes en el camino de Membrilla. A igual distancia de la villa manzanareña y de Membrilla, se cree que se alzó Iyuzun, de donde se sacó el 26 de octubre de 1841 un pequeño ídolo de piedra de medio cuerpo; asimismo es posible que corresponda a la época anterromana el castillejo de La Mesnera.

Castillo de Pilas Bonas
Parroquia de la Asunción de Nuestra Señora
Centro Cultural "Ciega de Manzanares"
Ermita Virgen de la Paz
Ermita de San Antón
Ermita de San Blas
Ermita de la Vera Cruz y Cripta-Museo
Iglesia Conventual de las Monjas de Clausura
Casa del Marqués de Salinas
Fábrica de Harinas
Casa del Santo

Comentários: Semana Santa em Manzanares, com procissões, seja dia, seja noite ou madrugada. Pessoas da terra que pertencem as confrarias, com as suas vestimentas. Os carros alegórios dirigidas com 4 pessoase rodas.
Na noite de Paixão de Cristo, saiu o carro de Nossa Senhora, em que era clevada por os homens com as suas vestimentas. E de Cristo, por 48 mulheres.Havia muita gente a assistir e a participar.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Dia das mentiras

Primeiro de abril é o Dia da Mentira, todos nós sabemos que não é legal mentir, mas nesta data elas estão liberadas. Só não exagere, conte ou invente algumas coisas sem maldade e que não prejudicam ninguém. Aproveite para soltar a língua e revelar a mentira mais cabulosa que você já inventou!

Podemos nos divertir um montão nesta data, mas você sabe ao menos por que todo o mundo comemora o dia da mentira? Olhem só... existem várias versões que explicam a origem do dia. Uma delas, a mais famosa inclusive, conta que a lembrança da data começou quando a França resolveu usar o calendário gregoriano e mudou a comemoração do Ano Novo, que costumava ser uma festa que durava uma semana, entre 25 de março e 1º de abril (começo da primavera na Europa).