A vela tremia ao sabor de uma brisa invisível quando Helena abriu o livro. O cheiro das flores espalhadas pelo chão misturava-se com o aroma antigo do papel, criando um perfume que a transportava para tempos esquecidos. O silêncio era sufocante, pesado como um luto antigo, apenas interrompido pelo som do seu próprio coração a martelar contra o peito.
Ela viera em busca de respostas. Durante anos, ouvira sussurros sobre um livro que concedia desejos a quem soubesse lê-lo. Agora, com as mãos trémulas, percorria as páginas cobertas de símbolos que pareciam mover-se sozinhos. Sentiu um arrepio percorrer-lhe a espinha quando as palavras começaram a brilhar, uma luz fria e faminta.
“Diz o teu desejo”, murmurou uma voz etérea, gélida como o vento de um túmulo aberto. Helena hesitou. Poderia pedir tantas coisas, riqueza, amor, poder, mas havia apenas um desejo gravado na sua alma, uma ferida aberta que nunca cicatrizara. "Quero ver a minha mãe outra vez."
O vento soprou com uma força desumana, apagando a vela num sussurro de sombras. As flores murcharam num instante, estalando como vidro partido. A sala foi engolida pela escuridão e o livro aqueceu até queimar as suas mãos. Soltou um grito, mas a dor desvaneceu-se quando uma luz fantasmagórica se ergueu diante dela.
E então, ali estava. A figura delicada da sua mãe, os olhos marejados de saudade, um sorriso que escondia a dor de um tempo roubado. As lágrimas de Helena caíram descontroladas. "Mãe…", sussurrou. Tentou tocar-lhe, mas sentiu apenas o vazio frio do ar. A mãe esboçou um último olhar, os seus contornos já a desvanecerem-se como fumo levado pelo vento.
"O tempo é breve", sussurrou ela e a sua voz ecoou como um lamento perdido no espaço entre os vivos e os mortos.
Helena gritou, tentou agarrá-la, mas tudo desapareceu num instante. O livro caiu no chão, inerte, as páginas agora em branco, como se nunca tivessem contido magia alguma. A vela reacendeu-se sozinha, lançando sombras dançantes contra a parede. Restavam apenas as flores caídas, frágeis e quebradas, como testemunhas silenciosas de um desejo concedido… e perdido para sempre.
Shakespeare on Sorpotel And as I am so thoughtful, I'll do you guys a favour, Though you won't get a mouthful, I'll try to catch the flavour. It's made of many piggy parts, Heart, fat and liver, Vinegar that smells like farts, (Looks like water from the river). The meat is chopped in little bits, After being on the boil. Forty chillies to give you the sh*ts, And half a gallon of oil. And all the grand ol' aunties, Will insist, you'll see, On half a pint of piggy blood, For the right consistency. Oh! Why are you gagging? Why do you look so pale? Did you hear granny bragging? "It's better when it's stale!" It's delicious and it's really HOT We eat on 25th December, On boxing day sit on the pot, And boy! Do we remember! So grab your rope my dearest friends, Draw some water from your well. You'll need plenty of it at both your ends, When you experience SORPOTEL! :)

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