Avançar para o conteúdo principal

Convenção da Diáspora Goesa de Goa para o Mundo

A Casa de Goa promove uma Convenção com o objectivo de reunir Goeses das comunidades da diáspora, para um fim-de-semana de convívio e debate sobre temas de interesse comum. Queremos trocar ideias e experiências sobre a nossa integração nas comunidades que nos acolheram e em que hoje vivemos.

Datas: 15 Junho a 17 de Junho de 2007

Local: Casa de Goa em Lisboa

Objectivos:
• Celebrar a diáspora goesa e os contributos positivos para as sociedades de acolhimento

• Apoiar os Goeses de segunda e terceira geração nos esforços para reforçarem os traços de “goanidade” nos diversos contextos sociais, económicos e culturais em que nasceram e vivem

Temas dos debates:
Artes
Literatura
Música
Educação
Empreendedorismo
Media
Tecnologias de Informação
Voluntariado



Como sabem, a Casa de Goa não é uma instituição académica nem científica. e, por isso, não pretendemos promover um evento dessa natureza. O que nos move é o objectivo de colocarmos a nossa Associação ao serviço de sócios e simpatizantes e de representantes da Diáspora, para a organização de um diálogo interactivo para partilha de experiências em que muito desejaríamos contar com as gerações mais novas.

É, também, uma celebração do 20º aniversário da fundação da Casa de Goa.

A vossa adesão é um estímulo para continuarmos a acompanhar a evolução dos tempos e das mentalidades.

Prof. Dr. Narana Coissoró
Presidente da Direcção

Comentários

Mensagens populares deste blogue

O Enigma das Sete Partes

  Ninguém sabia de onde vinha o velho Mestre. Uns diziam que passara a vida entre bibliotecas esquecidas; outros juravam tê-lo visto atravessar desertos, mosteiros e cidades onde as palavras pareciam mais antigas do que as próprias pedras. Mas todos concordavam numa coisa: quem aceitasse um dos seus desafios nunca mais voltava a olhar para a língua portuguesa da mesma maneira. Numa tarde de verão, pousou sobre a mesa um pequeno cofre de madeira escura. Não tinha fechadura, dobradiças visíveis nem qualquer sinal de chave. Apenas uma inscrição gravada na tampa: «Abre-me com sete partes do corpo humano.» Pela janela entreaberta entravam os sons da praça. Ao longe, uma melodia elevava-se da velha igreja. Os acordes eram tão profundos que pareciam fazer respirar as paredes de pedra e espalhavam-se pelas ruas como um fio invisível, fazendo vibrar o silêncio. — Parece fácil... — comentou um rapaz. O Mestre sorriu. — Os enigmas mais difíceis são aqueles que se apresentam com a si...