Avançar para o conteúdo principal

Amor e Raiva

A Raiva surge quando algo que não queremos acontece…quando não temos controle da situação….quando queremos controlar …e não conseguimos…. e o primeiro momento que isto ocorre na vida é no nascimento.
Estamos quentinhos, num lugar agradável, protegidos e alimentados, de repente , somos expulsos do útero, e nos separam da mamãe e daí…sentimos raiva…muita raiva…
E a Raiva vem em momentos assim…. quando somos contrariados.
Já o amor é leve, ele aceita o outro, expressa carinho, gratidão, perdão, compreensão. Só que não amamos o tempo todo.
Não é saudável viver com raiva, fazer disso um estilo de vida. Precisamos colocar paz e amor nas coisas…. e as vezes eu também sinto raiva….só que falo e ela passa…nado e ela passa, corro e ela passa…. ela não fica em mim, não me contagia porque eu não sou a raiva… eu sou fruto do amor.
Então.. dê amor , fale sobre amor…. mas se sentir raiva…. .não se culpe…você é um ser humano.
Toma cuidado para não descontar a raiva na pessoa errada, na situação errada. Porque a raiva contagia, se espalha e respinga nas pessoas mais próximas e que você ama.
O antídoto para a raiva é o amor. Não significa que você precisa amar quem ou a situação que lhe provocou raiva, basta que ame as coisas maravilhosas que a vida lhe proporciona, porque assim a raiva passa rapidinho.
Tão simples e tão difícil assim.
Shakespeare…. A raiva é um veneno que tomamos e esperamos o outro morrer.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Meu Pequeno Resmungão

Sentavas-te no alto, como quem vigiava um reino que só tu conhecias. A janela era o teu posto. O sofá, o teu trono. E aquele olhar meio fechado, entre sério e desconfiado, era a tua maneira de dizer: "Está tudo em ordem. Eu estou a tomar conta." Nunca foste o gato que pedia colo nem mimos. Nem o que seguia cada passo nosso. Eras feito de vontade própria, de aventuras inesperadas, de arranhadelas, de resmungos e de uma personalidade impossível de esquecer. Houve dias em que nos fizeste rir. Outros em que nos pregaste partidas. E muitos em que fingias que não precisavas de ninguém. Mas precisavas. E nós também. A vida foi deixando marcas no teu corpo. Mazelas que nunca escolheste. Batalhas silenciosas que foste enfrentando sem nunca perderes aquilo que fazia de ti... um Ginger Lince. O teu resmungo. Que tantas vezes nos fazia sorrir e que hoje daríamos tudo para voltar a ouvir. Lutaste o tempo que conseguiste.Nós lutámos contigo. Fomos contigo ao veterinár...