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Lol! Palavras caras... logo ao amanhacer...

Bom dia, rabanete acrobata
Bom dia, lagartixa sindical
Bom dia, ginja
Bom dia, vuvu
Bom dia, anchova
Bom dia, lontra anarquista
Bom dia, búzio marciano
BD, tartaruga Tarouca
Bom dia, Azeitona religiosa
Bom dia, Costeleta socialista
Bom dia, Gambozinos
Bom dia, Picapau barulhento
Bom dia, Patinha
Bom dia, Muleta Negra
Bom dia, Ave rara lunática
Bom dia, avatar
Bom dia, bolacha com doce de abóbora
Simplesmente Bom dia!
Bom dia, tio patinhas da Patagónia
Bom dia, romã
Bom dia, papaia
Bom dia, delicia de Antão
Bom dia, petit prince.
Bom dia, bebinca
Bom dia, guloso
Bom dia, peruca
Bom dia, monstro de tesouras
Bom dia, uva branca
Bom dia, truta
Bom dia, foquete explosivo
Bom dia, alegria do mar azul-marinho do estio que aquece o corpo e a alma em uníssona melodia que ecoa nos quatro cantos do mundo num hino de gloria ao sol que nasce para dar vida infinita! Xika!
Ui. Estavas inspirado. Adorei. Bj
Bom dia, cogumelo filosófico
Bom dia, psicopata núdico
Bom dia, fava lusa
Bom dia, alegria destes dias
Bom dia, verão de s. Carlos
Bom dia, minhoca farfalhuda
Bom dia, grelo gótico
ui! um pitéu!
Como eu sou saboroso!
Bom dia, leitãozinho assado
Bom dia, bambu du juju!
Bom dia, saudades
Bom dia, ternurinha 12
Bom dia, mosca XX!
Bom dia, borboleta colorida
Bom dia, rabanada democrática

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A Estrada Não Perdoa

As estradas podem ser boas ou más. Há as novas, lisas, confiantes. Há as gastas, cheias de remendos e memória. Mas nenhuma estrada corrige a distração de quem conduz. O que decide nunca é apenas o piso, é o gesto. Um olhar que falha. Um segundo a mais. Um segundo basta. Conduz-se hoje como se o carro pensasse por nós. Entra-se, roda-se a chave, e parte-se. Poucos verificam pneus, óleo, travões. Confia-se que tudo funcione porque ontem funcionou. A máquina anda, logo está segura. Mas a segurança não é automática. É um hábito consciente que se renova todos os dias e que muitos deixaram cair. Na chuva e no nevoeiro, a estrada enche-se de sombras em movimento. Carros sem luzes. Outros apenas com mínimos, invisíveis atrás, como se não existissem. Avançam a velocidades incompatíveis com o que os olhos conseguem realmente captar. Pergunto-me se veem o caminho ou se conduzem por memória, como quem atravessa um quarto escuro de olhos fechados, convencido de que nada mudou desde ontem. Os ...