Avançar para o conteúdo principal

São Bruno

São Bruno de Colônia (em alemão, Bruno von Köln, Colônia, 1030 ou 1035 — Serra San Bruno, 6 de outubro de 1101) foi um monge alemão, fundador da Ordem dos Cartuxos, proclamado santo pela Igreja Católica. A Ordem dos Cartuxos é considerada a mais rígida de todas as ordens da Igreja, e atravéssou a história sem reformas.

Nascido na Alemanha, de família nobre, em 1035. Sacerdote amigo e admirado pelo Arcebispo de Reims. Inteligente e piedoso, começou a dar aulas na escola da Catedral de Reims, até que já, cinquentenário e cônego, amadureceu a inspiração de servir a uma Ordem religiosa.

Após curto estágio num mosteiro beneditino, retirou-se à uma região chamada Cartuxa e com a aprovação e bênção de um Bispo, o qual ofereceu o lugar. Assim, São Bruno começou sua obra a partir do coração quente de amor por Jesus e o Reino. Com companheiros, observava-se absoluto silêncio, a fim do aprofundamento na oração e à meditação das coisas divinas, ofícios litúrgicos comunitários, obediência aos superiores, trabalhos agrícolas, transcrição de manuscritos e livros piedosos.

Quando um dos discípulos de São Bruno tornou-se Papa, teve ele que obedecer o Vigário de Cristo, já que o queria como assessor, porém, recusou ser bispo e após pedir com insistência a Urbano II, conseguiu voltar à vida religiosa, quando juntamente com amigos de Roma, fundou no sul da Itália o mosteiro de Santa Maria da Torre, onde veio a falecer em 1101.

As últimas palavras foram: "Eu creio nos Santos Sacramentos da Igreja Católica, em particular, creio que o pão e o vinho consagrados, na Santa Missa, são o Corpo e sangue, verdadeiros, de Jesus Cristo".

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Meu Pequeno Resmungão

Sentavas-te no alto, como quem vigiava um reino que só tu conhecias. A janela era o teu posto. O sofá, o teu trono. E aquele olhar meio fechado, entre sério e desconfiado, era a tua maneira de dizer: "Está tudo em ordem. Eu estou a tomar conta." Nunca foste o gato que pedia colo nem mimos. Nem o que seguia cada passo nosso. Eras feito de vontade própria, de aventuras inesperadas, de arranhadelas, de resmungos e de uma personalidade impossível de esquecer. Houve dias em que nos fizeste rir. Outros em que nos pregaste partidas. E muitos em que fingias que não precisavas de ninguém. Mas precisavas. E nós também. A vida foi deixando marcas no teu corpo. Mazelas que nunca escolheste. Batalhas silenciosas que foste enfrentando sem nunca perderes aquilo que fazia de ti... um Ginger Lince. O teu resmungo. Que tantas vezes nos fazia sorrir e que hoje daríamos tudo para voltar a ouvir. Lutaste o tempo que conseguiste.Nós lutámos contigo. Fomos contigo ao veterinár...