Avançar para o conteúdo principal

"Guerra" por tesouro de Agatha Christie

O assunto há quatro anos que era tema de conversa ao jantar. O baú de Agatha Christie que fora comprado num leilão tinha dentro uma caixa trancada cuja chave desaparecera... um mistério digno da escritora de policiais. Agora, tudo se resolveu com um pé de cabra e o resultado gerou uma luta entre a leiloeira e a compradora, é que no interior repousavam dinheiro e jóias no valor de 100 mil libras.

Jennifer Grant comprara por 100 libras, em 2006, o baú de cabedal com as iniciais C.M.M. (Clara Margaret Miller, a mãe de de Agatha Christie) num leilão da Bearnes Hampton & Littlewood. Na altura, vendedora e compradora observaram a caixa, mas nada puderam fazer já que a chave desaparecera.

Há dias, Jennifer resolveu aproveitar a presença de um trabalhador que andava a fazer umas obras em sua casa para lhe pedir q eu forçasse a abertura e qual não é o seu espanto quando vê no interior uma bolsa com 35 moedas de ouro, um anel de diamante, uma pregadeira e a aliança de Miller.

A actual proprietária do baú nunca pensou que tivesse ali escondido um tesouro e a leiloeira também nem queria acreditar quando soube. E não quer abrir mão destas preciosidades que por terem pertencido a Agatha Christie poderão atingir muito mais do que as 100 mil libras em que foram avaliadas.

"Como esses itens agora encontrados não constavam do catálogo da venda, acredito que temos caso", disse Andrew Thomas, consultor da leiloeira, à Sky News online.

Andrew Thomas está convencido de que a leiloeira conseguirá a posse dos objectos. Em 2007, registou-se um caso algo parecido em que os leiloeiros conseguiram ganhar. Tratavam-se de uns esboços que foram descobertos numa secretária, cuja presença se desconhecia na altura da transacção comercial.

Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/guerra-por-tesouro-de-agatha-christie=f569251#ixzz1ZaEcZMZU

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Meu Pequeno Resmungão

Sentavas-te no alto, como quem vigiava um reino que só tu conhecias. A janela era o teu posto. O sofá, o teu trono. E aquele olhar meio fechado, entre sério e desconfiado, era a tua maneira de dizer: "Está tudo em ordem. Eu estou a tomar conta." Nunca foste o gato que pedia colo nem mimos. Nem o que seguia cada passo nosso. Eras feito de vontade própria, de aventuras inesperadas, de arranhadelas, de resmungos e de uma personalidade impossível de esquecer. Houve dias em que nos fizeste rir. Outros em que nos pregaste partidas. E muitos em que fingias que não precisavas de ninguém. Mas precisavas. E nós também. A vida foi deixando marcas no teu corpo. Mazelas que nunca escolheste. Batalhas silenciosas que foste enfrentando sem nunca perderes aquilo que fazia de ti... um Ginger Lince. O teu resmungo. Que tantas vezes nos fazia sorrir e que hoje daríamos tudo para voltar a ouvir. Lutaste o tempo que conseguiste.Nós lutámos contigo. Fomos contigo ao veterinár...