Avançar para o conteúdo principal

Tributo a João Paulo II

“Tributo a João Paulo II” para rezar com o Papa de Fátima
Paulo Aido acaba de editar “Tributo a João Paulo II – Rezar com o Papa de Fátima”, que pretende ser uma profunda homenagem àquele Papa que marcou o Mundo inteiro no Século XX, e Portugal de uma forma particular e especial pelo vínculo que estabeleceu connosco e com Fátima.
Esta obra que surge em vésperas da beatificação de João Paulo II, é como que uma sequência natural do livro “O Peregrino de Fátima”, também da autoria do jornalista e Vereador Independente na Câmara Municipal de Odivelas.
O autor refere na sua breve introdução, “o Papa polaco foi um amigo, um protagonista da História, um combatente do bom combate da causa da fé e foi, também, um grande místico. Este livro pretende, muito humildemente, oferecer um pretexto mais para recordarmos as visitas de João Paulo II a Portugal, a ligação afectiva que estabeleceu com o nosso País e com Fátima, e o enamoramento que sempre teve com Maria...”
Paulo Aido é autor best-seller na área da religião, com obras no seu currículo que incluem “A Mensagem da Irmã Lúcia” (9ª Edição) e “As mais belas Orações”.
“Tributo a João Paulo II” é um livro que ajuda os leitores a conhecer melhor o Papa de Fátima e, mais importante, poder meditar ou rezar de acordo com as palavras que João Paulo II proferiu nas suas três deslocações a Portugal, todas elas revestidas de grande espiritualidade e riqueza emocional.
Podemos complementar a apresentação deste livro com declarações do Cardeal Saraiva Martins, para quem este é um documento único e imperdível para todos aqueles que viram e continuam a ver em João Paulo II um exemplo a seguir, um modelo de humanidade, um símbolo de paz e união espiritual que culmina agora com a uma beatificação, a concentrar em si os olhares do Mundo em geral e do nosso País em particular.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Meu Pequeno Resmungão

Sentavas-te no alto, como quem vigiava um reino que só tu conhecias. A janela era o teu posto. O sofá, o teu trono. E aquele olhar meio fechado, entre sério e desconfiado, era a tua maneira de dizer: "Está tudo em ordem. Eu estou a tomar conta." Nunca foste o gato que pedia colo nem mimos. Nem o que seguia cada passo nosso. Eras feito de vontade própria, de aventuras inesperadas, de arranhadelas, de resmungos e de uma personalidade impossível de esquecer. Houve dias em que nos fizeste rir. Outros em que nos pregaste partidas. E muitos em que fingias que não precisavas de ninguém. Mas precisavas. E nós também. A vida foi deixando marcas no teu corpo. Mazelas que nunca escolheste. Batalhas silenciosas que foste enfrentando sem nunca perderes aquilo que fazia de ti... um Ginger Lince. O teu resmungo. Que tantas vezes nos fazia sorrir e que hoje daríamos tudo para voltar a ouvir. Lutaste o tempo que conseguiste.Nós lutámos contigo. Fomos contigo ao veterinár...