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Canela

A canela é uma das mais antigas especiarias de que se tem registro. Conhecida como canela-do-ceilão, é nativa do Sri Lanka (antigo Ceilão), extraída da casca de uma árvore da mesma família do louro. Próxima da canela-do-ceilão, a cássia ou canela-da-china, é também obtida de um loureiro, possui sabor e aroma mais intensos, mas menos delicados. Ambas são cultivadas atualmente no Brasil e o processo de extracção é o seguinte: a casca é retirada na época das chuvas, quando há mais seiva nas árvores, depois é seca e enrolada na forma de canudos.

Esses canudos é o que chamamos de canela em rama ou de canela em pau. Os resíduos e cascas quebradas servem para a preparação da canela em pó. Podemos encontrá-la, ainda, na forma de essência e de óleo (usada para as fragrâncias). A canela pode ser usada para condimentar frango e tender. É um dos ingredientes do curry e garam masala - misturas de especiarias, ambos da cozinha indiana.

Na cozinha mediterrânea não falta nos molhos de tomate e à bolonhesa. Por aqui, seus usos mais conhecidos são no preparo de pães, biscoitos doces, bolos, tortas de frutas, cremes, frutas condimentadas, compotas, pudins e licores e para aromatizar bebidas quentes à base de café e de chocolate. Além disso, está presente em muitos doces tradicionais, como o arroz-doce, o curau, a ambrosia, as compotas de frutas e também na banana assada com mel e nas bebidas quentes e vinho quente.

O pau de canela é utilizado na preparação de pickles, frutas assadas, compotas, molhos de tomate e no cozimento de legumes. Em pó, pode ser usada na preparação de pães, bolos, cafés, doces com frutas. E também indicada na cozedura de legumes e assados.

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