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Anjos e Demónios


Antes de decifrar ''O Código Da Vinci'', Robert Langdon, o famoso professor de simbologia de Harvard, vive a sua primeira aventura em Anjos e Demónios (Angels & Demons), quando tenta impedir que uma antiga sociedade secreta destrua a Cidade do Vaticano. Às vésperas do conclave que vai eleger o novo Papa, Robert Langdon é chamado às pressas para analisar um misterioso símbolo marcado a fogo no peito de um físico assassinado num grande centro de pesquisas na Suíça. Ele descobre indícios de algo inimaginável: a assinatura macabra no corpo da vítima, um ambigrama que pode ser lido tanto de cabeça para cima quanto de cabeça para baixo, é dos Illuminati, uma poderosa fraternidade considerada extinta há 400 anos. A antiga sociedade ressurgiu disposta a levar a cabo a lendária vingança contra a Igreja Católica, o seu inimigo mais odiado. De posse de uma nova arma devastadora, roubada do centro de pesquisas, ela ameaça explodir a Cidade do Vaticano e matar os quatro cardeais mais cotados para a sucessão papal. Correndo contra o tempo, Robert Langdon voa para Roma junto com Vittoria Vetra, uma bela cientista italiana. Numa caçada frenética por criptas, igrejas e catedrais, os dois desvendam enigmas e seguem um caminho que pode levar ao covil dos Illuminati, um refúgio secreto onde está a única esperança de salvação da Igreja nesta guerra entre ciência e a religião.

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Porque que hoje custa-me tanto respirar Sentir o ar que respiro, tão fraco, E o pouco que respiro, deito logo para fora Como se tivesse algo a impedir o ar de entrar Sinto-me fraca, sinto-me sem energias para nada Apenas quero ficar sossegada, Quero ficar sentada num canto, Quero música suave nos meus ouvidos E aquele silêncio sem sentido, sem ruídos Sem fazer nada, pensar em nada. Olhar as nuvens a passar, sentir o sol a aquecer-me Sentir aquele frio gélido no meu corpo Tudo ao mesmo tempo e à mistura E num simples e prolongado arrepio Poder aliviar este aperto que me dói no peito Libertar estes sentimentos contraditórios Desentalar as palavras presas na minha boca Esvaziar a minha mente confusa e de rastos. Apetece-me chorar, apetece-me gritar Tenho sede de ti, ciúmes de ti, saudades de ti Quero tirar-te, arrancar-te, quero esquecer-te Tenho raiva, tenho ódio de mim E só duas lágrimas caíram pela face abaixo E aliviou-me um pouco este pedaço de mim, Desp...