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DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS

O mês de Maio assinala a celebração de duas datas importantes na vida dos museus: o Dia Internacional dos Museus, a 18 de Maio, e a Noite dos Museus que, no corrente ano, decorre no sábado 16 de Maio.
São momentos especiais que pontuam a actividade anual das instituições museológicas com um conjunto muito diversificado de iniciativas que decorrem em todo o País e que procuram trazer aos museus não só os frequentadores habituais destes espaços, mas novos e diversificados públicos.
Este ano, as entradas serão gratuitas nos Museus e Palácios do IMC no sábado, 16 de Maio, a partir das 18h00, e no domingo e segunda-feira, 17 e 18 de Maio, durante todo o horário de funcionamento (10h00 às 18h00).
Para além de várias exposições que, um pouco por todo o País, serão inauguradas nestes dias de Festa - e que merecem destaque neste Boletim - a Noite e o Dia Internacional dos Museus são momentos privilegiados para fruir os espaços museológicos fora de horas e deixar-se envolver numa variedade imensa de actividades: passeios de barco, mostras de gastronomia, animações, peças de teatro e pequenos espectáculos de circo e magia, projecções de cinema, sessões de jazz, música moderna e contemporânea, momentos de dança, capoeira, entre muitos outros.
As mais de 500 iniciativas disponibilizadas pelos museus e palácios do IMC e pelos museus integrados na rede Portuguesa de Museus podem ser consultadas no programa que aqui disponibilizamos, esperando despertar a vossa curiosidade e participação. Toda a informação disponível em www.imc-ip.pt/diadosmuseus

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Sentavas-te no alto, como quem vigiava um reino que só tu conhecias. A janela era o teu posto. O sofá, o teu trono. E aquele olhar meio fechado, entre sério e desconfiado, era a tua maneira de dizer: "Está tudo em ordem. Eu estou a tomar conta." Nunca foste o gato que pedia colo nem mimos. Nem o que seguia cada passo nosso. Eras feito de vontade própria, de aventuras inesperadas, de arranhadelas, de resmungos e de uma personalidade impossível de esquecer. Houve dias em que nos fizeste rir. Outros em que nos pregaste partidas. E muitos em que fingias que não precisavas de ninguém. Mas precisavas. E nós também. A vida foi deixando marcas no teu corpo. Mazelas que nunca escolheste. Batalhas silenciosas que foste enfrentando sem nunca perderes aquilo que fazia de ti... um Ginger Lince. O teu resmungo. Que tantas vezes nos fazia sorrir e que hoje daríamos tudo para voltar a ouvir. Lutaste o tempo que conseguiste.Nós lutámos contigo. Fomos contigo ao veterinár...