Avançar para o conteúdo principal

Pitanga - vermelho

A pitanga - Eugenia uniflora Berg., família Myrtaceae - é o fruto da pitangueira. Drupa globosa, carnosa, vermelha (a mais comum), amarela ou preta, e bastante saborosa, rica em cálcio, a pitanga é nativa da Mata Atlântica brasileira, onde é encontrada na floresta estacional semidecídua do planalto, desde Minas Gerais até o Rio Grande do Sul. Ocorre também nas restingas. Também pode ser encontrada na ilha da Madeira, Portugal.

A palavra "pitanga" vem do tupi-guarani, e significa "vermelho". A planta é cultivada tradicionalmente em quintais domésticos. Dá-se bem em terrenos arenosos junto às praias e os frutos são ótimos atrativos para pássaros. É também usada como árvore ornamental em várias cidades brasileiras. Nos sistemas agroflorestais multiestrato e em reflorestamentos heterogêneos, é planta importante na recuperação de áreas degradadas.

Árvore de porte médio - no máximo 12 m - a pitangueira é de desenvolvimento moderado, e medianamente rústica. A copa globosa é dotada de folhagem perene. A presença de licopeno (poderoso antioxidante) em sua composição é responsável pela coloração vermelha intensa da fruta. Mais recentemente, tem sido apontado que esta frutinha também possui propriedades afrodisíacas.
Conforme análise físico-química de 100 gramas de polpa de pitanga foram constatadas 38 calorias, 0,3g de proteína, 10mg de cálcio, 20mg de fósforo, 2,3mg de ferro 0,03mg de vitamina B2 e 14mg de vitamina C.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Meu Pequeno Resmungão

Sentavas-te no alto, como quem vigiava um reino que só tu conhecias. A janela era o teu posto. O sofá, o teu trono. E aquele olhar meio fechado, entre sério e desconfiado, era a tua maneira de dizer: "Está tudo em ordem. Eu estou a tomar conta." Nunca foste o gato que pedia colo nem mimos. Nem o que seguia cada passo nosso. Eras feito de vontade própria, de aventuras inesperadas, de arranhadelas, de resmungos e de uma personalidade impossível de esquecer. Houve dias em que nos fizeste rir. Outros em que nos pregaste partidas. E muitos em que fingias que não precisavas de ninguém. Mas precisavas. E nós também. A vida foi deixando marcas no teu corpo. Mazelas que nunca escolheste. Batalhas silenciosas que foste enfrentando sem nunca perderes aquilo que fazia de ti... um Ginger Lince. O teu resmungo. Que tantas vezes nos fazia sorrir e que hoje daríamos tudo para voltar a ouvir. Lutaste o tempo que conseguiste.Nós lutámos contigo. Fomos contigo ao veterinár...