Avançar para o conteúdo principal

Oriente em festa


O Museu do Oriente é inaugurado oficialmente no dia 8 de Maio e vai estar aberto ao público, com entrada gratuita, nos dias 9, 10 e 11 de Maio, proporcionando um fim-de-semana repleto de iniciativas que terão a Ásia como temática principal.

Entre as sugestões disponibilizadas por este espaço de excelência no contexto cultural português, contam-se as exposições permanentes, com núcleos de arte chinesa, indo-portuguesa, japonesa e timorense, testemunhos da relação entre Portugal e o Oriente, e a exposição temporária Máscaras da Ásia. A programação cultural contempla, igualmente, a música, dança, teatro e cinema, para além de outras actividades lúdico-pedagógicas promovidas pelo Serviço Educativo.

Nestes dias, é, ainda, possível assistir a exibições de música hindustani, goesa e chinesa, bem como a uma demonstração de danças do Rajastão.

Na área do cinema, o Monstra – Festival de Animação de Lisboa, apresenta uma retrospectiva de Osamu Tezuka, um dos mais emblemáticos cineastas japoneses.

A exímia marionetista Valeria Guglietti protagoniza um espectáculo, inserido no FIMFA Lx8, no qual as sombras chinesas se cruzam com o cinema mudo, as marionetas, o humor e a música, para criarem uma colecção de histórias repletas de graça que fascinam o público em geral.

Durante o fim-de-semana inaugural, o Serviço Educativo promove, entre outros, ateliês de origami, pintura facial e ikebana, que darão a conhecer um pouco mais da cultura oriental.

Contacte para mais informações e/ou saber as mil e uma actividades que irão acontecer nesta festa:
Museu do Oriente
Avenida Brasília
Doca de Alcântara (Norte)
1350-362 Lisboa

Telefone: 21 358 52 44
E-mail: info@foriente.pt

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Meu Pequeno Resmungão

Sentavas-te no alto, como quem vigiava um reino que só tu conhecias. A janela era o teu posto. O sofá, o teu trono. E aquele olhar meio fechado, entre sério e desconfiado, era a tua maneira de dizer: "Está tudo em ordem. Eu estou a tomar conta." Nunca foste o gato que pedia colo nem mimos. Nem o que seguia cada passo nosso. Eras feito de vontade própria, de aventuras inesperadas, de arranhadelas, de resmungos e de uma personalidade impossível de esquecer. Houve dias em que nos fizeste rir. Outros em que nos pregaste partidas. E muitos em que fingias que não precisavas de ninguém. Mas precisavas. E nós também. A vida foi deixando marcas no teu corpo. Mazelas que nunca escolheste. Batalhas silenciosas que foste enfrentando sem nunca perderes aquilo que fazia de ti... um Ginger Lince. O teu resmungo. Que tantas vezes nos fazia sorrir e que hoje daríamos tudo para voltar a ouvir. Lutaste o tempo que conseguiste.Nós lutámos contigo. Fomos contigo ao veterinár...