Avançar para o conteúdo principal

Igreja de S.Domingos


A Igreja é da autoria de Manuel Caetano de Sousa, Carlos Mardel e João Frederico Ludovice que reaproveitaram o portal pertencente à Capela Real do Paço da Ribeira. Em 1958 um incêndio destruiu o seu interior que, ainda assim, sobressai pelas colunas gigantes e pela policromia dos seus mármores. A igreja denuncia uma arquitectura barroca de planta em cruz latina. O interior revela o seu aspecto de riqueza ecléctica. A única nave da Igreja possui quatro altares colaterais simples em vãos de arco pleno, separadas por colunas duplas compósitas encimadas por tribuna e janelas, encontrando-se nos topos do transepto uma capela e coro alto. O tecto do templo é em falsa abóbada de berço, decorado a manganês e ocre mediante a técnica do esponjado. A igreja possui, ainda, uma cripta, também ela abobadada com lambril de azulejos, e onde se encontram os túmulos de D. João de Castro, capelão de D. João.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Meu Pequeno Resmungão

Sentavas-te no alto, como quem vigiava um reino que só tu conhecias. A janela era o teu posto. O sofá, o teu trono. E aquele olhar meio fechado, entre sério e desconfiado, era a tua maneira de dizer: "Está tudo em ordem. Eu estou a tomar conta." Nunca foste o gato que pedia colo nem mimos. Nem o que seguia cada passo nosso. Eras feito de vontade própria, de aventuras inesperadas, de arranhadelas, de resmungos e de uma personalidade impossível de esquecer. Houve dias em que nos fizeste rir. Outros em que nos pregaste partidas. E muitos em que fingias que não precisavas de ninguém. Mas precisavas. E nós também. A vida foi deixando marcas no teu corpo. Mazelas que nunca escolheste. Batalhas silenciosas que foste enfrentando sem nunca perderes aquilo que fazia de ti... um Ginger Lince. O teu resmungo. Que tantas vezes nos fazia sorrir e que hoje daríamos tudo para voltar a ouvir. Lutaste o tempo que conseguiste.Nós lutámos contigo. Fomos contigo ao veterinár...