Natalie (Katharine McPhee) e Nick (Mike Vogel) são duas pessoas que definitivamente não têm sorte no amor. Determinados a mudar os seus status de relacionamento, os dois, coincidentemente, realizam um desejo ao jogar moedas em uma fonte. Logo, os dois começam a sonhar um com o outro; Natalie e Nick ficam enamorados através de seus delírios. No entanto, eles terão que correr contra o tempo para concretizar o amor platônico, uma vez que a profecia diz que eles só tem uma semana para ficarem juntos.
As estradas podem ser boas ou más. Há as novas, lisas, confiantes. Há as gastas, cheias de remendos e memória. Mas nenhuma estrada corrige a distração de quem conduz. O que decide nunca é apenas o piso, é o gesto. Um olhar que falha. Um segundo a mais. Um segundo basta. Conduz-se hoje como se o carro pensasse por nós. Entra-se, roda-se a chave, e parte-se. Poucos verificam pneus, óleo, travões. Confia-se que tudo funcione porque ontem funcionou. A máquina anda, logo está segura. Mas a segurança não é automática. É um hábito consciente que se renova todos os dias e que muitos deixaram cair. Na chuva e no nevoeiro, a estrada enche-se de sombras em movimento. Carros sem luzes. Outros apenas com mínimos, invisíveis atrás, como se não existissem. Avançam a velocidades incompatíveis com o que os olhos conseguem realmente captar. Pergunto-me se veem o caminho ou se conduzem por memória, como quem atravessa um quarto escuro de olhos fechados, convencido de que nada mudou desde ontem. Os ...


Comentários