Avançar para o conteúdo principal

ULTIMA QUECA

 DOIS VELHOTES JÁ COM OS PÉS PARA  COVA, UMA NOITE, DECIDEM IR DAR UMA VOLTA PELA CIDADE E DAR A ÚLTIMA QUECA. DEPOIS DE ALGUNS DRINKS ELES ACABAM NUM BORDEL.  A DONA DO BORDEL DEPOIS DE OLHAR PARA OS DOIS  "OLD GEESERS" SUSSURROU PARA A EMPREGADA:
- VAI LÁ ACIMA NOS DOIS PRIMEIROS QUARTOS E PÕE UMA 'BLOW UP DOLL' (Boneca insuflável) EM CADA CAMA.
ELES SÃO TÃO VELHOS E ESTÃO TÃO BÊBADOS QUE NÃO VÃO DAR PELA DIFERENÇA, E ASSIM NÃO VOU FAZER COM QUE DUAS DAS MINHAS EMPREGADAS PERCAM O TEMPO.
A EMPREGADA PREPAROU TUDO E LEVOU OS VELHOS PARA CIMA. DE RETORNO A CASA UM VELHO DIZ:
- ACHO QUE A FULANA QUE ESTAVA NA MINHA CAMA, ESTAVA MORTA...
- MORTA?  PERGUNTA O AMIGO.  PORQUE DIZES ISSO?
- BEM, ELA NÃO SE MOVEU TODA A NOITE NEM EMITIU NENHUM SOM ENQUANTO EU FAZIA AMOR COM ELA...........
O AMIGO RESPONDEU:
- PODIA-TE TER CALHADO PIOR. EU ACHO QUE A MINHA ERA UMA BRUXA!
- UMA BRUXA? PORQUE RAZÃO DIZES ISSO?
- BEM, EU ESTAVA A FAZER AMOR COM ELA, BEIJEI-A  NO PESCOÇO, E DEI-LHE UMA DENTADINHA NO BICO DA MAMA. ELA PEIDOU-SE E VOOU PELA JANELA FORA E AINDA POR CIMA LEVOU- ME A DENTADURA...

Comentários

Mensagens populares deste blogue

A Estrada Não Perdoa

As estradas podem ser boas ou más. Há as novas, lisas, confiantes. Há as gastas, cheias de remendos e memória. Mas nenhuma estrada corrige a distração de quem conduz. O que decide nunca é apenas o piso, é o gesto. Um olhar que falha. Um segundo a mais. Um segundo basta. Conduz-se hoje como se o carro pensasse por nós. Entra-se, roda-se a chave, e parte-se. Poucos verificam pneus, óleo, travões. Confia-se que tudo funcione porque ontem funcionou. A máquina anda, logo está segura. Mas a segurança não é automática. É um hábito consciente que se renova todos os dias e que muitos deixaram cair. Na chuva e no nevoeiro, a estrada enche-se de sombras em movimento. Carros sem luzes. Outros apenas com mínimos, invisíveis atrás, como se não existissem. Avançam a velocidades incompatíveis com o que os olhos conseguem realmente captar. Pergunto-me se veem o caminho ou se conduzem por memória, como quem atravessa um quarto escuro de olhos fechados, convencido de que nada mudou desde ontem. Os ...